Desculpe Oxalá mas não fui o que o senhor queria, caminhei e pequei muito por onde andei, mas desculpe assim mesmo, desculpe os erros que produzi com meus atos incertos, com minha vida errante. Ouvi tantos pedidos e não olhei pra trás, sim dei as costas a todos e todos se voltaram também pra mim, tentei algumas vezes rezar, mas foram poucas vezes, pois o tempo era curto e acho que tinha o que fazer, mas fazer o que, pois a vida já me dera tudo, mas ainda não compreendia, fiz tudo errado, e assim vivi esta vida, joguei o lixo que não mais queria no rio e inundou os mais pobres, escolhi na feira as frutas mais doces e deixei as amargas para quem tinha mais fome que eu, já tinha a minha casa, mas derrubei as madeiras que formavam a dos humildes, um dia joguei fora o resto da comida que sobrará e vi pessoas debruçadas em minha lata de lixo, corria com meu carro jogando água da chuva em cima daqueles que já estavam molhados, precisei ser socorrido a um hospital público e nele via a falta dos medicamentos para me salvarem, dei esmolas nas ruas, mas roubava o dinheiro no imposto que lhes servia, fiz de tudo um pouco de cada erro uma consequência, produzi o infortúnio, e a cada dor pela fome eu participei um pouco, agora estou aqui pedindo desculpas ao senhor, mas que tolice a minha deveria pedir desculpas a todos que magoei.
Em cada prato de comida peço perdão pela fome Em cada falta de cobertor peço um pouco de calor Em cada falta de remédio, peço a cura Em cada choro de criança peço pelo sorriso Em cada família desunida peço o amor
Em cada sofrimento peço suas mãos meu pai para tocar na ferida e trazer de volta a paz a esta humanidade que ainda acredita no senhor.
A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?
A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser. A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem imantar a raiva.
Que vela vou acender? Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade
Como vou acender? Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.
Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho
Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho. Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo
Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar
E a mais importante:
Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.
Oxum é conhecida como a mãe do candomblé, pois segundo uma lenda ela que inventou o culto:
ASSIM NASCEU O CANDOMBLÉ
No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás, e o Aiê, a Terra dos humanos. Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras. Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas. O céu imaculado do Orixá fora conspurcado. O branco imaculado de Obatalá se perdera. Oxalá foi reclamar a Olorum. Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra. Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram. Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados. Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra. Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos. Foi a condição imposta por Olodumare. Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.
Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão. De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás. Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos. Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.
O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés. O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais. Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.
Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê. Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara. As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses. Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas. Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs. Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.
E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam. Os orixás podiam de novo conviver com os mortais. Os orixás estavam felizes. Na roda das feitas, no corpo das iaôs,
eles dançavam e dançavam e dançavam.
Estava inventado o candomblé. Que Oxalá nos abençoe sempre
Irmãos estamos no mês de comemorar o dia de Nossa Senhora, para os espíritas é Mamãe Oxum, foi sincretizada a Nossa Senhora Aparecida (para uns e Nossa Senhora da Glória para outros). A pequena imagem da santa foi retirada do rio Paraíba por pescadores da região em 1717. No início, a imagem de Nossa Senhora foi levada para casa de um dos pescadores conhecido por Filipe Cardoso. Em 1737 foi construída uma pequena capela nas margens do rio e cultuada por moradores da região. Em 1745 foi construída uma pequena igreja e em 1888, construíram uma nova igreja, que ficou conhecida como basílica velha e em 1980, foi inaugurada a atual basílica.
Oxum é Orixá que domina as mulheres de modo geral. É conhecida como Orixá da fertilidade, do amor e também a protetora das gestantes como Iemanjá. Oxum tem grande atuação sobre as mulheres solteiras. Embora isso não seja uma regra, é ela quem protege a juventude. Oxum domina as cachoeiras e chefia uma das falanges da linha de Iemanjá, conhecida como a falange das sereias. Oxum consolida nos filhos da Umbanda a força da mediunidade, fortificando-a nos banhos de cachoeira.
Oxum representa a beleza e a pureza. Ela é evocada nos templos de Umbanda para limpeza fluídica das pessoas e do ambiente dos nossos templos. Por representar a moral e o modelo de mãe, ela é respeitadíssima nos templos de Umbanda. Oxum representa a fertilidade, é a ela quem recorrem as mulheres que desejam engravidar, sendo também como Iemanjá responsável pela gestação e pelos recém nascidos. A Oxum recorrem todos que se sentem angustiados, desprezados e estéreis. A atuação de Oxum nos trabalhos de Umbanda indica alguém extremamente caridoso, capaz de sacrifícios no lugar do próximo. Nos processos de descarga das pessoas que procuram nossos templos em busca de ajuda, é Oxum quem normalmente é evocada para efetuar inicialmente a limpeza fluídica. Oxum ajudará qualquer pessoa, independente dos sentimentos que alimenta, ela descarregará as pessoas através das sereias, seres elementais das águas manipulados pelo plano espiritual enviadas ao nosso plano físico.
Nas obrigações a Oxum são usadas rosas brancas sem os espinhos, velas de cor azul escuro e água pura. Deturpadores e chefes de terreiro mal preparados costumam levar suas correntes até as cachoeiras e lá depositam enorme quantidade de lixo e matanças, que em nada ajudarão essas pessoas que estão maculando um santuário consagrado a Oxum e a Xangô. Alguns levam bebidas como o champanhe, licor de cereja e outras bebidas, deixando lá as garrafas e as velas derretendo nas pedras, deixando imundo o local.
Oxum é o exemplo de mãe que nunca desampara seus filhos. Tenha fé em Oxum, aumente sua devoção por ela, faça como os caboclos, os pretos velhos, crianças e protetores da Umbanda: respeite-a sempre. Devido a sua característica de aliviar o sofrimento das pessoas que comparecem aos terreiros, conquistou o respeito e a confiança de todos os seguidores da Umbanda, sendo conhecida como uma das rainhas da Umbanda Sagrada.
Queridos Irmãos, este Mês é de Mamãe Oxum, a senhora da riqueza da fertilidade e do amor na familia, vamos falar um pouco sobre nossa querida Orixá das aguas dos rios e cachoeiras. Dia: Sábado
Cores: Amarelo – Ouro
Símbolo: Leque com espelho (Abebé)
Elemento: Água Doce (Rios, Cachoeiras, Nascentes, Lagoas)
Domínios: Amor, Riqueza, Fecundidade, Gestação e Maternidade
Saudação: Eri Yéyé ó!
Na Nigéria, mais precisamente em Ijesá, Ijebu e Osogbó, corre calmamente o rio Oxum, a morada da mais bela Iyabá, a rainha de todas as riquezas, a protectora das crianças, a mãe da doçura e da benevolência.
Generosa e digna, Oxum é a rainha de todos os rios e cachoeiras. Vaidosa, é a mais importante entre as mulheres da cidade, a Ialodê. É a dona da fecundidade das mulheres, a dona do grande poder feminino.
Oxum é a deusa mais bela e mais sensual do Candomblé. É a própria vaidade, dengosa e formosa, paciente e bondosa, mãe que amamenta e ama. Um de seus oriquis, visto com mais atenção, revela o zelo de Oxum com seus filhos:
O primeiro filho de Oxum chama-se Ide, é uma verdadeira jóia, uma argola de cobre que todos os iniciados de Oxum devem colocar nos seus braços.
Oxum não vê defeitos nos seus filhos, não vê sujidade. Os seus filhos, para ela, são verdadeiras jóias, e ela só consegue ver seu brilho.
É por isso que Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência.
Seus filhos, melhor, as suas jóias, são a sua maior riqueza.
Características dos filhos de Oxum
Dão muito valor à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocá-la, preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia. São obstinadas na procura dos seus objectivos.
Oxum é o arquétipo daqueles que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades; atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.
Têm uma certa tendência para engordar, a imagem do gordinho risonho e bem-humorado combina com eles. Gostam de festas, vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos.
Não se desesperam por paixões impossíveis, por mais que gostem de uma pessoa, o seu amor-próprio é muito maior. Eles são narcisistas demais para gostar muito de alguém.
Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem os filhos de Oxum, que gostam de jóias, perfumes, roupas vistosas e de tudo que é bom e caro.
O lado espiritual dos filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maiores Yalorixás da história do Candomblé, tenham sido ou sejam de Oxum.
Hoje falamos um pouco de nossa Mãe Oxum. Sincretizada a Nossa Senhora Aparecida (para uns e Nossa Senhora da Glória para outros). A pequena imagem da santa foi retirada do rio Paraíba por pescadores da região em 1717. No início, a imagem de Nossa Senhora foi levada para casa de um dos pescadores conhecido por Filipe Cardoso. Em 1737 foi construída uma pequena capela nas margens do rio e cultuada por moradores da região. Em 1745 foi construída uma pequena igreja e em 1888, construíram uma nova igreja, que ficou conhecida como basílica velha e em 1980, foi inaugurada a atual basílica.
Oxum é Orixá que domina as mulheres de modo geral. É conhecida como Orixá da fertilidade, do amor e também a protetora das gestantes como Iemanjá. Oxum tem grande atuação sobre as mulheres solteiras. Embora isso não seja uma regra, é ela quem protege a juventude. Oxum domina as cachoeiras e chefia uma das falanges da linha de Iemanjá, conhecida como a falange das sereias. Oxum consolida nos filhos da Umbanda a força da mediunidade, fortificando-a nos banhos de cachoeira.
Oxum representa a beleza e a pureza. Ela é evocada nos templos de Umbanda para limpeza fluídica das pessoas e do ambiente dos nossos templos. Por representar a moral e o modelo de mãe, ela é respeitadíssima nos templos de Umbanda. Oxum representa a fertilidade, é a ela quem recorrem as mulheres que desejam engravidar, sendo também como Iemanjá responsável pela gestação e pelos recém nascidos. A Oxum recorrem todos que se sentem angustiados, desprezados e estéreis. A atuação de Oxum nos trabalhos de Umbanda indica alguém extremamente caridoso, capaz de sacrifícios no lugar do próximo. Nos processos de descarga das pessoas que procuram nossos templos em busca de ajuda, é Oxum quem normalmente é evocada para efetuar inicialmente a limpeza fluídica. Oxum ajudará qualquer pessoa, independente dos sentimentos que alimenta, ela descarregará as pessoas através das sereias, seres elementais das águas manipulados pelo plano espiritual enviadas ao nosso plano físico.
Nas obrigações a Oxum são usadas rosas brancas sem os espinhos, velas de cor azul escuro e água pura. Deturpadores e chefes de terreiro mal preparados costumam levar suas correntes até as cachoeiras e lá depositam enorme quantidade de lixo e matanças, que em nada ajudarão essas pessoas que estão maculando um santuário consagrado a Oxum e a Xangô. Alguns levam bebidas como o champanhe, licor de cereja e outras bebidas, deixando lá as garrafas e as velas derretendo nas pedras, deixando imundo o local.
Oxum é o exemplo de mãe que nunca desampara seus filhos. Tenha fé em Oxum, aumente sua devoção por ela, faça como os caboclos, os pretos velhos, crianças e protetores da Umbanda: respeite-a sempre. Devido a sua característica de aliviar o sofrimento das pessoas que comparecem aos terreiros, conquistou o respeito e a confiança de todos os seguidores da Umbanda, sendo conhecida como uma das rainhas da Umbanda Sagrada.
Oxum é respeitadíssima em todos templos. Cor ..................... Azul escuro, Amarelo Domínios .............. As cachoeiras Atuação ............... Fertilidade e maternidade Saudação ............. Ai, iê, iê, Mamãe Oxum
É comemorado em 4 de outubro o dia de São Francisco de Assis, o protetor dos animais e padroeiro da ecologia. Nascido na Úmbria (perto de Assis), Itália, em 1182, seu nome era Francisco Bernardone. Filho de um rico comerciante de tecidos, teve uma adolescência fútil, vivendo na companhia de boêmios e, por isso, aos 20 anos foi aprisionado. Depois de libertado, voltou à boêmia, porém gradativamente foi sentindo desinteresse pela vida mundana.
Em 1207, aos 26 anos, entrou na igreja de São Damião, que estava praticamente arruinada; ao ver a imagem do Cristo, sentiu que Jesus lhe falou: "Francisco, restaura minha casa decadente". Levado
pelo susto foi para a loja do pai, onde vendeu toda a mercadoria para restaurar a igreja; ao ver o que fazia, o pai o deserdou.
Francisco tirou suas vestes, entregou-as ao seu pai Pedro e disse-lhe: "Até agora o chamei de pai, mas agora direi com razão: meu pai está no céu, porque Nele depositei minhas esperanças". Em seguida, vestiu uma túnica de algodão e maltrapilho saiu pelo mundo.Dois anos depois, Francisco, com mais onze companheiros, se tornou um grande pregador,
viajando por vários países como Marrocos, Egito e Israel. Assim, nasceu a "Ordem dos Franciscanos". Era comum vê-lo pregar e ao seu redor, vários pássaros e animais se juntavam a ele.
Em 1212, juntamente com Clara, fundou a "Ordem Franciscana das damas pobres". A partir de então, o movimento começou a crescer chegando à Inglaterra e a toda Europa. Coube a Assis, em 1223, a ideia da criação do presépio no dia de Natal, uma tradição que permanece viva até hoje.
Em 1224, Francisco estava pregando no Monte Alverne (Apeninos) quando apareceram em seu corpo cicatrizes que correspondiam às cinco chagas do Cristo crucificado, fenômeno este chamado de "estigmatização", e permaneceram até o final da sua vida e teriam sido o motivo do seu enfraquecimento e sofrimento físico. As chagas aumentaram progressivamente por dois anos, levando-o à cegueira, até sua morte em 3 de outubro de 1226.
Ao longo dos séculos, São Francisco foi admirado por seu voto de pobreza, humildade, liberdade religiosa, além da grande bondade com todos os seres vivos, em especial os animais.
Não existiu homem que fosse estranho ao seu coração: leprosos, bandoleiros, nobres ou plebeus; todos eram seus irmãos. Mais ainda, ninguém como ele irmanou-se tanto com o universo: foi irmão do Sol, da água, das
estrelas e dos animais. Francisco de Assis foi canonizado em 1228 e seu culto é associado à "proteção dos animais".
Tem crianças sim, tem crianças olhando tudo Mas dois anjos estão olhando pro céu, quem serão?
Estão procurando duas nuvenzinhas pra descansar. Pra lá de cima todo dia nos abençoar
Anjo Cosme e Anjo Damião eram médicos e hoje cuida de todos nós É festa é dia de criança na Umbanda, e o que posso fazer?
Vou levar docinho, vou encher um balão, vou pedir proteção Mas que tolice as crianças são anjos e não comem nada Não estava entendendo nada mas as crianças me ensinaram
O doce era pra adoçar a boca dos médiuns, pra serem pessoas boas Assim a festa vai começar com muita doçura e amor Que pedido vou fazer, estou cheio de problemas Mas as crianças de novo me ensinaram, venha ser feliz Não precisa de mais nada, nosso mundo é assim
Hoje o céu esta cheio de nuvens brancas e fofinhas Cada uma com uma criança bendita por Oxalá Lá de cima seus olhinhos estão sorrindo Aqui em baixo chamamos elas pra brincar
Cosme e Damião traz as crianças pra nós Trás Pedrinho e Luizinho, mas não esqueça da Aninha e Mariazinha
Deixa todos eles comerem do nosso bolo, dos docinhos e trazer a alegria Convide Ogum pra tomar conta de todas elas e depois peça a Iemanjá pra pegar as mãos delas quando forem embora.
As Crianças na Umbanda são espíritos que já estiveram encarnados na terra e que optaram por continuar sua evolução espiritual através da prática de caridade, incorporando em médiuns da Umbanda. Na sua maioria, foram espíritos que desencarnaram com pouca idade (terrena), por isso trazem características de sua última encarnação, como o trejeito e a fala de criança, o gosto por brinquedos e doces. Assim como todos os servidores dos Orixás, elas também tem funções bem específicas, e a principal delas é a de mensageiro dos Orixás. E a prática natural da caridade.
As Crianças da Umbanda tem os nomes relacionados normalmente a nomes comums tais como: Luizinho, Teresinha, Clarinha Joaninha, Cosme, Mariazinha, Zezinho, Damião, Pedrinho, Doum, Tupãzinho, Crispim, Luluzinha, Chiquinho, Crispiniano, Aninha, Juquinha.Com Criança tudo pode acontecer. Quando incorporadas num médium, gostam de brincar, correr e fazer brincadeiras (arte) como qualquer criança. É necessária muita concentração do médium (consciente), para não deixar que estas brincadeiras atrapalhem na mensagem a ser transmitida. Os “meninos” são em sua maioria mais bagunceiros, enquanto que as “meninas” são mais quietas e calminhas. Alguns deles incorporam pulando e gritando, outros descem chorando, outros estão sempre com fome, etc…
A Falange das Crianças é uma das poucas falanges que consegue dominar a magia. Embora as crianças brinquem, dancem e cantem, exigem respeito para o seu trabalho, pois atrás dessa vibração infantil, se escondem espíritos de extraordinários conhecimentos. Imaginem uma criança com menos de sete anos possuir a experiência e a vivência de um homem velho. A entidade conhecida na umbanda por “Erê “ é assim. Faz tipo de criança, pedindo como material de trabalho chupetas, bonecas, bolinhas de gude, doces, balas e o refrigerante ( a famosa água de bolinhas ) e trata a todos por Tio e Vô. OsErês são, via de regra, responsáveis pela limpeza espiritual do terreiro.
Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a Criação. São a alegria que contagia a Umbanda; são a pureza, a inocência e, por isso mesmo, os detentores da verdadeira magia, extremamente respeitados pelos Caboclos e pelos Pretos-Velhos. Uma característica marcante na Umbanda em relação às representações de São Cosme e São Damião é que junto aos dois santos católicos aparece uma criancinha vestida igual a eles. Essa criança é chamada de Doúm ouIdowu, que personifica as crianças com idade de até sete (7) anos, sendo ele o protector das crianças nessa faixa de idade.