Domingo, 21 de Novembro de 2010

Mãos dos Ogãs e Cambonas como devem agir estes servidores sagrados





No ritual dos Templos Espíritas, existem  tarefas que são fundamentais para o bom andamento das funções do santo; Ogãs e Ekédis (dentro da Umbanda são as cambonas).

       São considerados pelo próprio santo como servos sagrados, tendo a função de observar os trabalhos enquanto o Zelador ou Zeladora encontra-se incorporado por uma das entidades chefes da casa.

      Abaixo falaremos um pouco dessas duas funções, cuja a importância é necessária e em algumas situações são eles que impedem problemas dentro da casa do santo.


O G Ã S


        São eles que tem como uma das principais funções o toque dos atabaques (Rum- o maior, Rumpi-o médio e Lé-o pequeno) para a chegada das entidades a casa de santo.

         São eles que são os detentores dos toques e cantigas específicas para cada situação característica, sendo a função do Ogã imprescindível por exemplo numa sessão de descarrego. Não possuem dentro do santo o Pai de Santo ou a Mãe de Santo. Dentro da casa são filhos diretos de alguma entidade chefe. O ritual do Ogã começa com a suspensão dentro da casa de santo, ritual cuja alguma entidade da Mãe ou Pai de Santo o sus pende, e o apresenta a todos como Ogã e futuro filho dentro do Axé.

          Esse ogã passa a ser respeitado dentro da casa de santo, por ter sido confirmado e fica prometida a futura obrigação para feitura. A obrigação do ogã passa a ser questão de alguns meses. Na obrigação o ogã não é feito pelo Pai ou pela Mãe de Santo e sim por  aquela entidade que o suspendeu a tempos atrás. Dentro do santo, os ogãs são a forma encontrada  pelo  próprio  santo  de  fazer  com que o pai ou mãe de santo possa pedir  abenção as suas próprias entidades, visto que o Ogã é filho de alguma entidade chefe.

          Dentro  do  axé  são  os  únicos  cuja  mãe  ou  pai  de  santo  tomam  abenção,  justamente para caracterizar o pedido de abenção a sua própria entidade.

          Tem voz ativa dentro da casa do axé, podendo em certas situações designar  obrigações e ordenar funções.

          Existem os ogãs Alabês (cuja função principal é cantar e tocar) e os ogãs Axoguns (cuja função seria além de um Alabê, aquele que tem a mão de Obé, ou seja, tem a mão de faca, podendo cortar para os Orixás da casa. Em algumas linhas existe também o Ogã com mão de Ofá (podendo colher somente ele, ervas sagradas).

           O ogã não é simplesmente um tocador de atabaques e um cantador de pontos, são homens cuja a função é também deter segredos e rituais cujo conhecimento só é revelado para o Zelador(a) e para o ogã.

E K É D I S (Cambonas ou Cambonos)

            Em geral a função é pertencente as mulheres, cuja função é de suma importância, sendo elas as ordenanças da casa do santo, escutam o recado e transmitem as ordens.

            Diferente dos ogãs, não são suspensas e são verdadeiramente filhas do Pai ou da Mãe de Santo. Em geral são as tradutoras da linguagem usada pelo santo. São quase sempre responsáveis por zelar pelos Axés dentro da casa. São detentoras, como os ogãs, de segredos necessários para a feitura e manutenção das energias (Axés) dentro da casa de santo.

             O respeito as Ekédis é uma característica bem marcante, sendo elas bem res peitadas e algumas vezes até autoritárias (as vezes é necessário pela função que ocupam).

             Os cambonos, quando necessário, tem a permissão do santo para atuarem como ogãs, podendo tocar e cantar.

              Em muitas casas de santo, são elas as cozinheiras do Axé; acabam sendo as responsáveis pela comida do santo e em algumas vezes atuando como mães criadeiras, permanecendo junto com os Iaôs ou Abiâs durante o processo de feitura ou Boris.

               Como os ogãs são exímias batedoras de ebós, sendo algumas vezes mais nece ssárias que os próprios Ogãs.

OGÃS E CAMBONAS, OS SERVOS SAGRADOS!!!

Práticas que devem ser observadas pelos Ogãs e Cambonas


  1. Colocar primeiro as vestes do templo.
  2. Lavar as mãos antes de tocar qualquer objeto sagrado, (agua corrente com alfazema)
  3. Cumprimentar as entidades e Orixás da casa.
  4. Reverenciar os objetos a serem tocados.
  5. Pedir permissão ao Orixá de cabeça.
  6. Revisar os objetos sagrados.
  7. Efetuar o toque que convier para afinação dos instrumentos.
  8. Efetuar o toque de saudação a todos Orixãs
  9. Ao fim dos trabalhos conferir os objetos sagrados
  10. Agradecer e reverenciar os tambores.

Nota: não permitir o uso dos objetos sagrados por outras pessoas, quando em ensinamento pedir autorização ao chefe da casa e principalmente aos Orixás.

Neste blog você poderá conhecer um pouco sobre os Tambores e o quanto são sagrados dentro dos Templos, por isso amigo somente pessoas autorizadas podem tocar estes instrumentos sagrados.


Paz Amor e Harmonia 

Emidio de Ogum
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Mãos dos Ogãs e Cambonas como devem agir estes servidores sagrados





No ritual dos Templos Espíritas, existem  tarefas que são fundamentais para o bom andamento das funções do santo; Ogãs e Ekédis (dentro da Umbanda são as cambonas).

       São considerados pelo próprio santo como servos sagrados, tendo a função de observar os trabalhos enquanto o Zelador ou Zeladora encontra-se incorporado por uma das entidades chefes da casa.

      Abaixo falaremos um pouco dessas duas funções, cuja a importância é necessária e em algumas situações são eles que impedem problemas dentro da casa do santo.


O G Ã S


        São eles que tem como uma das principais funções o toque dos atabaques (Rum- o maior, Rumpi-o médio e Lé-o pequeno) para a chegada das entidades a casa de santo.

         São eles que são os detentores dos toques e cantigas específicas para cada situação característica, sendo a função do Ogã imprescindível por exemplo numa sessão de descarrego. Não possuem dentro do santo o Pai de Santo ou a Mãe de Santo. Dentro da casa são filhos diretos de alguma entidade chefe. O ritual do Ogã começa com a suspensão dentro da casa de santo, ritual cuja alguma entidade da Mãe ou Pai de Santo o sus pende, e o apresenta a todos como Ogã e futuro filho dentro do Axé.

          Esse ogã passa a ser respeitado dentro da casa de santo, por ter sido confirmado e fica prometida a futura obrigação para feitura. A obrigação do ogã passa a ser questão de alguns meses. Na obrigação o ogã não é feito pelo Pai ou pela Mãe de Santo e sim por  aquela entidade que o suspendeu a tempos atrás. Dentro do santo, os ogãs são a forma encontrada  pelo  próprio  santo  de  fazer  com que o pai ou mãe de santo possa pedir  abenção as suas próprias entidades, visto que o Ogã é filho de alguma entidade chefe.

          Dentro  do  axé  são  os  únicos  cuja  mãe  ou  pai  de  santo  tomam  abenção,  justamente para caracterizar o pedido de abenção a sua própria entidade.

          Tem voz ativa dentro da casa do axé, podendo em certas situações designar  obrigações e ordenar funções.

          Existem os ogãs Alabês (cuja função principal é cantar e tocar) e os ogãs Axoguns (cuja função seria além de um Alabê, aquele que tem a mão de Obé, ou seja, tem a mão de faca, podendo cortar para os Orixás da casa. Em algumas linhas existe também o Ogã com mão de Ofá (podendo colher somente ele, ervas sagradas).

           O ogã não é simplesmente um tocador de atabaques e um cantador de pontos, são homens cuja a função é também deter segredos e rituais cujo conhecimento só é revelado para o Zelador(a) e para o ogã.

E K É D I S (Cambonas ou Cambonos)

            Em geral a função é pertencente as mulheres, cuja função é de suma importância, sendo elas as ordenanças da casa do santo, escutam o recado e transmitem as ordens.

            Diferente dos ogãs, não são suspensas e são verdadeiramente filhas do Pai ou da Mãe de Santo. Em geral são as tradutoras da linguagem usada pelo santo. São quase sempre responsáveis por zelar pelos Axés dentro da casa. São detentoras, como os ogãs, de segredos necessários para a feitura e manutenção das energias (Axés) dentro da casa de santo.

             O respeito as Ekédis é uma característica bem marcante, sendo elas bem res peitadas e algumas vezes até autoritárias (as vezes é necessário pela função que ocupam).

             Os cambonos, quando necessário, tem a permissão do santo para atuarem como ogãs, podendo tocar e cantar.

              Em muitas casas de santo, são elas as cozinheiras do Axé; acabam sendo as responsáveis pela comida do santo e em algumas vezes atuando como mães criadeiras, permanecendo junto com os Iaôs ou Abiâs durante o processo de feitura ou Boris.

               Como os ogãs são exímias batedoras de ebós, sendo algumas vezes mais nece ssárias que os próprios Ogãs.

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Práticas que devem ser observadas pelos Ogãs e Cambonas


  1. Colocar primeiro as vestes do templo.
  2. Lavar as mãos antes de tocar qualquer objeto sagrado, (agua corrente com alfazema)
  3. Cumprimentar as entidades e Orixás da casa.
  4. Reverenciar os objetos a serem tocados.
  5. Pedir permissão ao Orixá de cabeça.
  6. Revisar os objetos sagrados.
  7. Efetuar o toque que convier para afinação dos instrumentos.
  8. Efetuar o toque de saudação a todos Orixãs
  9. Ao fim dos trabalhos conferir os objetos sagrados
  10. Agradecer e reverenciar os tambores.

Nota: não permitir o uso dos objetos sagrados por outras pessoas, quando em ensinamento pedir autorização ao chefe da casa e principalmente aos Orixás.

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       São considerados pelo próprio santo como servos sagrados, tendo a função de observar os trabalhos enquanto o Zelador ou Zeladora encontra-se incorporado por uma das entidades chefes da casa.

      Abaixo falaremos um pouco dessas duas funções, cuja a importância é necessária e em algumas situações são eles que impedem problemas dentro da casa do santo.


O G Ã S


        São eles que tem como uma das principais funções o toque dos atabaques (Rum- o maior, Rumpi-o médio e Lé-o pequeno) para a chegada das entidades a casa de santo.

         São eles que são os detentores dos toques e cantigas específicas para cada situação característica, sendo a função do Ogã imprescindível por exemplo numa sessão de descarrego. Não possuem dentro do santo o Pai de Santo ou a Mãe de Santo. Dentro da casa são filhos diretos de alguma entidade chefe. O ritual do Ogã começa com a suspensão dentro da casa de santo, ritual cuja alguma entidade da Mãe ou Pai de Santo o sus pende, e o apresenta a todos como Ogã e futuro filho dentro do Axé.

          Esse ogã passa a ser respeitado dentro da casa de santo, por ter sido confirmado e fica prometida a futura obrigação para feitura. A obrigação do ogã passa a ser questão de alguns meses. Na obrigação o ogã não é feito pelo Pai ou pela Mãe de Santo e sim por  aquela entidade que o suspendeu a tempos atrás. Dentro do santo, os ogãs são a forma encontrada  pelo  próprio  santo  de  fazer  com que o pai ou mãe de santo possa pedir  abenção as suas próprias entidades, visto que o Ogã é filho de alguma entidade chefe.

          Dentro  do  axé  são  os  únicos  cuja  mãe  ou  pai  de  santo  tomam  abenção,  justamente para caracterizar o pedido de abenção a sua própria entidade.

          Tem voz ativa dentro da casa do axé, podendo em certas situações designar  obrigações e ordenar funções.

          Existem os ogãs Alabês (cuja função principal é cantar e tocar) e os ogãs Axoguns (cuja função seria além de um Alabê, aquele que tem a mão de Obé, ou seja, tem a mão de faca, podendo cortar para os Orixás da casa. Em algumas linhas existe também o Ogã com mão de Ofá (podendo colher somente ele, ervas sagradas).

           O ogã não é simplesmente um tocador de atabaques e um cantador de pontos, são homens cuja a função é também deter segredos e rituais cujo conhecimento só é revelado para o Zelador(a) e para o ogã.

E K É D I S (Cambonas ou Cambonos)

            Em geral a função é pertencente as mulheres, cuja função é de suma importância, sendo elas as ordenanças da casa do santo, escutam o recado e transmitem as ordens.

            Diferente dos ogãs, não são suspensas e são verdadeiramente filhas do Pai ou da Mãe de Santo. Em geral são as tradutoras da linguagem usada pelo santo. São quase sempre responsáveis por zelar pelos Axés dentro da casa. São detentoras, como os ogãs, de segredos necessários para a feitura e manutenção das energias (Axés) dentro da casa de santo.

             O respeito as Ekédis é uma característica bem marcante, sendo elas bem res peitadas e algumas vezes até autoritárias (as vezes é necessário pela função que ocupam).

             Os cambonos, quando necessário, tem a permissão do santo para atuarem como ogãs, podendo tocar e cantar.

              Em muitas casas de santo, são elas as cozinheiras do Axé; acabam sendo as responsáveis pela comida do santo e em algumas vezes atuando como mães criadeiras, permanecendo junto com os Iaôs ou Abiâs durante o processo de feitura ou Boris.

               Como os ogãs são exímias batedoras de ebós, sendo algumas vezes mais nece ssárias que os próprios Ogãs.

OGÃS E CAMBONAS, OS SERVOS SAGRADOS!!!

Práticas que devem ser observadas pelos Ogãs e Cambonas


  1. Colocar primeiro as vestes do templo.
  2. Lavar as mãos antes de tocar qualquer objeto sagrado, (agua corrente com alfazema)
  3. Cumprimentar as entidades e Orixás da casa.
  4. Reverenciar os objetos a serem tocados.
  5. Pedir permissão ao Orixá de cabeça.
  6. Revisar os objetos sagrados.
  7. Efetuar o toque que convier para afinação dos instrumentos.
  8. Efetuar o toque de saudação a todos Orixãs
  9. Ao fim dos trabalhos conferir os objetos sagrados
  10. Agradecer e reverenciar os tambores.

Nota: não permitir o uso dos objetos sagrados por outras pessoas, quando em ensinamento pedir autorização ao chefe da casa e principalmente aos Orixás.

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       São considerados pelo próprio santo como servos sagrados, tendo a função de observar os trabalhos enquanto o Zelador ou Zeladora encontra-se incorporado por uma das entidades chefes da casa.

      Abaixo falaremos um pouco dessas duas funções, cuja a importância é necessária e em algumas situações são eles que impedem problemas dentro da casa do santo.


O G Ã S


        São eles que tem como uma das principais funções o toque dos atabaques (Rum- o maior, Rumpi-o médio e Lé-o pequeno) para a chegada das entidades a casa de santo.

         São eles que são os detentores dos toques e cantigas específicas para cada situação característica, sendo a função do Ogã imprescindível por exemplo numa sessão de descarrego. Não possuem dentro do santo o Pai de Santo ou a Mãe de Santo. Dentro da casa são filhos diretos de alguma entidade chefe. O ritual do Ogã começa com a suspensão dentro da casa de santo, ritual cuja alguma entidade da Mãe ou Pai de Santo o sus pende, e o apresenta a todos como Ogã e futuro filho dentro do Axé.

          Esse ogã passa a ser respeitado dentro da casa de santo, por ter sido confirmado e fica prometida a futura obrigação para feitura. A obrigação do ogã passa a ser questão de alguns meses. Na obrigação o ogã não é feito pelo Pai ou pela Mãe de Santo e sim por  aquela entidade que o suspendeu a tempos atrás. Dentro do santo, os ogãs são a forma encontrada  pelo  próprio  santo  de  fazer  com que o pai ou mãe de santo possa pedir  abenção as suas próprias entidades, visto que o Ogã é filho de alguma entidade chefe.

          Dentro  do  axé  são  os  únicos  cuja  mãe  ou  pai  de  santo  tomam  abenção,  justamente para caracterizar o pedido de abenção a sua própria entidade.

          Tem voz ativa dentro da casa do axé, podendo em certas situações designar  obrigações e ordenar funções.

          Existem os ogãs Alabês (cuja função principal é cantar e tocar) e os ogãs Axoguns (cuja função seria além de um Alabê, aquele que tem a mão de Obé, ou seja, tem a mão de faca, podendo cortar para os Orixás da casa. Em algumas linhas existe também o Ogã com mão de Ofá (podendo colher somente ele, ervas sagradas).

           O ogã não é simplesmente um tocador de atabaques e um cantador de pontos, são homens cuja a função é também deter segredos e rituais cujo conhecimento só é revelado para o Zelador(a) e para o ogã.

E K É D I S (Cambonas ou Cambonos)

            Em geral a função é pertencente as mulheres, cuja função é de suma importância, sendo elas as ordenanças da casa do santo, escutam o recado e transmitem as ordens.

            Diferente dos ogãs, não são suspensas e são verdadeiramente filhas do Pai ou da Mãe de Santo. Em geral são as tradutoras da linguagem usada pelo santo. São quase sempre responsáveis por zelar pelos Axés dentro da casa. São detentoras, como os ogãs, de segredos necessários para a feitura e manutenção das energias (Axés) dentro da casa de santo.

             O respeito as Ekédis é uma característica bem marcante, sendo elas bem res peitadas e algumas vezes até autoritárias (as vezes é necessário pela função que ocupam).

             Os cambonos, quando necessário, tem a permissão do santo para atuarem como ogãs, podendo tocar e cantar.

              Em muitas casas de santo, são elas as cozinheiras do Axé; acabam sendo as responsáveis pela comida do santo e em algumas vezes atuando como mães criadeiras, permanecendo junto com os Iaôs ou Abiâs durante o processo de feitura ou Boris.

               Como os ogãs são exímias batedoras de ebós, sendo algumas vezes mais nece ssárias que os próprios Ogãs.

OGÃS E CAMBONAS, OS SERVOS SAGRADOS!!!

Práticas que devem ser observadas pelos Ogãs e Cambonas


  1. Colocar primeiro as vestes do templo.
  2. Lavar as mãos antes de tocar qualquer objeto sagrado, (agua corrente com alfazema)
  3. Cumprimentar as entidades e Orixás da casa.
  4. Reverenciar os objetos a serem tocados.
  5. Pedir permissão ao Orixá de cabeça.
  6. Revisar os objetos sagrados.
  7. Efetuar o toque que convier para afinação dos instrumentos.
  8. Efetuar o toque de saudação a todos Orixãs
  9. Ao fim dos trabalhos conferir os objetos sagrados
  10. Agradecer e reverenciar os tambores.

Nota: não permitir o uso dos objetos sagrados por outras pessoas, quando em ensinamento pedir autorização ao chefe da casa e principalmente aos Orixás.

Neste blog você poderá conhecer um pouco sobre os Tambores e o quanto são sagrados dentro dos Templos, por isso amigo somente pessoas autorizadas podem tocar estes instrumentos sagrados.


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Terça-feira, 29 de Junho de 2010

PAHU - TAMBOR - SOM DE PODER

img
É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder
Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.
A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica "literatura tradicional" do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La'amaikahiki em torno de 1250 a.C. "sounding over the oceans".
Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali'i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La'amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula
Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, "a voz". A parte superior onde se bate chama-se Waha ou "boca". Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, "a voz".
Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.img
O Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.
Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.
Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí'i (chefes) e Kahunas .
Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli'i. Palu Hula era também usado por Alli'i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.
Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanharHula'auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.
Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

A MUSICA DO PAHU

A tradição musical havaiana é essencialmente vocal. Instrumentos de percussão musical nunca são tocados sozinhos mas sempre acompanhados de cânticos e dança. OMele*- cântico em poesia era executado em uma variedade de estilos musicais, cada um com uma particularidade. eles eram escolhidos de acordo com a função apopriada para a ocasião. *Mele Pule, os cânticos de preces, eram endereçadas aos deuses e aos descendentes de Alli'i. Mele pertencia individualmente a cada um , que o recebia como uma herança passada de geração em geraçãos na família. a família e seu mele estavam associados ao lugar onde viviam e o lugar a que pertenciam.
O cântico endereçado à pessoa do chefe, particularmente aos altos chefes, guardavam genealogia, nascimento, história, descendentes e os sagrados atributos individuais. Tudo isto caracterizava o sagrado e poderoso mele pule. Os cânticos podiam ser executados em dois tipos:

  • Mele Oli, cânticos executados sem instrumentos de acompanhamento e dança.
  • Mele Hula, cânticos com instrumentos que acompanhavam as ocasiões de dança.
Mele Hula Pahu, cânticos com dança e tambor e pele de tubarão, deviam ser formais, sagrados e endereçados aos deuses e aos altos chefes. eles eram freqüentemente introduzidos por Mele Pule, acompanhado também por procissão e dança, Hula Ka'i que eram cantadas no estilo Oli, na qual o ritmo do texto dos cânticos não coincidem com as batidas do tambor. A própria Hula é cantada em um estilo muito similar ao oli, mas nele o texto e a dança coincidem com o ritmo do tambor.
Alguns tipos de Mele Pahu eram excessivamente sensuais remanescentes das antigas práticas, chamadas Ume - jogos sexuais usados pelos chefes caracterizados pela performance de mele e hula pahu.
img
Os tipos usados de ritmos de tambores eram provavelmente numerosos. Deste universo musical só dois tipos foram preservados. estes sinalizavam o nascimento dos chefes do heiau. Estes dois tipos foram preservados, graças a uma gravação feita em 1945 feita pelo Museu Bishop.


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PAHU - TAMBOR - SOM DE PODER

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É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder
Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.
A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica "literatura tradicional" do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La'amaikahiki em torno de 1250 a.C. "sounding over the oceans".
Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali'i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La'amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula
Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, "a voz". A parte superior onde se bate chama-se Waha ou "boca". Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, "a voz".
Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.img
O Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.
Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.
Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí'i (chefes) e Kahunas .
Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli'i. Palu Hula era também usado por Alli'i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.
Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanharHula'auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.
Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

A MUSICA DO PAHU

A tradição musical havaiana é essencialmente vocal. Instrumentos de percussão musical nunca são tocados sozinhos mas sempre acompanhados de cânticos e dança. OMele*- cântico em poesia era executado em uma variedade de estilos musicais, cada um com uma particularidade. eles eram escolhidos de acordo com a função apopriada para a ocasião. *Mele Pule, os cânticos de preces, eram endereçadas aos deuses e aos descendentes de Alli'i. Mele pertencia individualmente a cada um , que o recebia como uma herança passada de geração em geraçãos na família. a família e seu mele estavam associados ao lugar onde viviam e o lugar a que pertenciam.
O cântico endereçado à pessoa do chefe, particularmente aos altos chefes, guardavam genealogia, nascimento, história, descendentes e os sagrados atributos individuais. Tudo isto caracterizava o sagrado e poderoso mele pule. Os cânticos podiam ser executados em dois tipos:

  • Mele Oli, cânticos executados sem instrumentos de acompanhamento e dança.
  • Mele Hula, cânticos com instrumentos que acompanhavam as ocasiões de dança.
Mele Hula Pahu, cânticos com dança e tambor e pele de tubarão, deviam ser formais, sagrados e endereçados aos deuses e aos altos chefes. eles eram freqüentemente introduzidos por Mele Pule, acompanhado também por procissão e dança, Hula Ka'i que eram cantadas no estilo Oli, na qual o ritmo do texto dos cânticos não coincidem com as batidas do tambor. A própria Hula é cantada em um estilo muito similar ao oli, mas nele o texto e a dança coincidem com o ritmo do tambor.
Alguns tipos de Mele Pahu eram excessivamente sensuais remanescentes das antigas práticas, chamadas Ume - jogos sexuais usados pelos chefes caracterizados pela performance de mele e hula pahu.
img
Os tipos usados de ritmos de tambores eram provavelmente numerosos. Deste universo musical só dois tipos foram preservados. estes sinalizavam o nascimento dos chefes do heiau. Estes dois tipos foram preservados, graças a uma gravação feita em 1945 feita pelo Museu Bishop.


Paz Amor e Harmonia
Emidio de Ogum
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PAHU - TAMBOR - SOM DE PODER

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É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder
Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.
A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica "literatura tradicional" do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La'amaikahiki em torno de 1250 a.C. "sounding over the oceans".
Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali'i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La'amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula
Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, "a voz". A parte superior onde se bate chama-se Waha ou "boca". Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, "a voz".
Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.img
O Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.
Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.
Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí'i (chefes) e Kahunas .
Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli'i. Palu Hula era também usado por Alli'i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.
Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanharHula'auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.
Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

A MUSICA DO PAHU

A tradição musical havaiana é essencialmente vocal. Instrumentos de percussão musical nunca são tocados sozinhos mas sempre acompanhados de cânticos e dança. OMele*- cântico em poesia era executado em uma variedade de estilos musicais, cada um com uma particularidade. eles eram escolhidos de acordo com a função apopriada para a ocasião. *Mele Pule, os cânticos de preces, eram endereçadas aos deuses e aos descendentes de Alli'i. Mele pertencia individualmente a cada um , que o recebia como uma herança passada de geração em geraçãos na família. a família e seu mele estavam associados ao lugar onde viviam e o lugar a que pertenciam.
O cântico endereçado à pessoa do chefe, particularmente aos altos chefes, guardavam genealogia, nascimento, história, descendentes e os sagrados atributos individuais. Tudo isto caracterizava o sagrado e poderoso mele pule. Os cânticos podiam ser executados em dois tipos:

  • Mele Oli, cânticos executados sem instrumentos de acompanhamento e dança.
  • Mele Hula, cânticos com instrumentos que acompanhavam as ocasiões de dança.
Mele Hula Pahu, cânticos com dança e tambor e pele de tubarão, deviam ser formais, sagrados e endereçados aos deuses e aos altos chefes. eles eram freqüentemente introduzidos por Mele Pule, acompanhado também por procissão e dança, Hula Ka'i que eram cantadas no estilo Oli, na qual o ritmo do texto dos cânticos não coincidem com as batidas do tambor. A própria Hula é cantada em um estilo muito similar ao oli, mas nele o texto e a dança coincidem com o ritmo do tambor.
Alguns tipos de Mele Pahu eram excessivamente sensuais remanescentes das antigas práticas, chamadas Ume - jogos sexuais usados pelos chefes caracterizados pela performance de mele e hula pahu.
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Os tipos usados de ritmos de tambores eram provavelmente numerosos. Deste universo musical só dois tipos foram preservados. estes sinalizavam o nascimento dos chefes do heiau. Estes dois tipos foram preservados, graças a uma gravação feita em 1945 feita pelo Museu Bishop.


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É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder
Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.
A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica "literatura tradicional" do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La'amaikahiki em torno de 1250 a.C. "sounding over the oceans".
Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali'i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La'amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula
Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, "a voz". A parte superior onde se bate chama-se Waha ou "boca". Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, "a voz".
Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.img
O Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.
Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.
Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí'i (chefes) e Kahunas .
Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli'i. Palu Hula era também usado por Alli'i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.
Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanharHula'auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.
Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

A MUSICA DO PAHU

A tradição musical havaiana é essencialmente vocal. Instrumentos de percussão musical nunca são tocados sozinhos mas sempre acompanhados de cânticos e dança. OMele*- cântico em poesia era executado em uma variedade de estilos musicais, cada um com uma particularidade. eles eram escolhidos de acordo com a função apopriada para a ocasião. *Mele Pule, os cânticos de preces, eram endereçadas aos deuses e aos descendentes de Alli'i. Mele pertencia individualmente a cada um , que o recebia como uma herança passada de geração em geraçãos na família. a família e seu mele estavam associados ao lugar onde viviam e o lugar a que pertenciam.
O cântico endereçado à pessoa do chefe, particularmente aos altos chefes, guardavam genealogia, nascimento, história, descendentes e os sagrados atributos individuais. Tudo isto caracterizava o sagrado e poderoso mele pule. Os cânticos podiam ser executados em dois tipos:

  • Mele Oli, cânticos executados sem instrumentos de acompanhamento e dança.
  • Mele Hula, cânticos com instrumentos que acompanhavam as ocasiões de dança.
Mele Hula Pahu, cânticos com dança e tambor e pele de tubarão, deviam ser formais, sagrados e endereçados aos deuses e aos altos chefes. eles eram freqüentemente introduzidos por Mele Pule, acompanhado também por procissão e dança, Hula Ka'i que eram cantadas no estilo Oli, na qual o ritmo do texto dos cânticos não coincidem com as batidas do tambor. A própria Hula é cantada em um estilo muito similar ao oli, mas nele o texto e a dança coincidem com o ritmo do tambor.
Alguns tipos de Mele Pahu eram excessivamente sensuais remanescentes das antigas práticas, chamadas Ume - jogos sexuais usados pelos chefes caracterizados pela performance de mele e hula pahu.
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Os tipos usados de ritmos de tambores eram provavelmente numerosos. Deste universo musical só dois tipos foram preservados. estes sinalizavam o nascimento dos chefes do heiau. Estes dois tipos foram preservados, graças a uma gravação feita em 1945 feita pelo Museu Bishop.


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É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder
Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.
A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica "literatura tradicional" do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La'amaikahiki em torno de 1250 a.C. "sounding over the oceans".
Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali'i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La'amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula
Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, "a voz". A parte superior onde se bate chama-se Waha ou "boca". Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, "a voz".
Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.img
O Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.
Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.
Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí'i (chefes) e Kahunas .
Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli'i. Palu Hula era também usado por Alli'i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.
Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanharHula'auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.
Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

A MUSICA DO PAHU

A tradição musical havaiana é essencialmente vocal. Instrumentos de percussão musical nunca são tocados sozinhos mas sempre acompanhados de cânticos e dança. OMele*- cântico em poesia era executado em uma variedade de estilos musicais, cada um com uma particularidade. eles eram escolhidos de acordo com a função apopriada para a ocasião. *Mele Pule, os cânticos de preces, eram endereçadas aos deuses e aos descendentes de Alli'i. Mele pertencia individualmente a cada um , que o recebia como uma herança passada de geração em geraçãos na família. a família e seu mele estavam associados ao lugar onde viviam e o lugar a que pertenciam.
O cântico endereçado à pessoa do chefe, particularmente aos altos chefes, guardavam genealogia, nascimento, história, descendentes e os sagrados atributos individuais. Tudo isto caracterizava o sagrado e poderoso mele pule. Os cânticos podiam ser executados em dois tipos:

  • Mele Oli, cânticos executados sem instrumentos de acompanhamento e dança.
  • Mele Hula, cânticos com instrumentos que acompanhavam as ocasiões de dança.
Mele Hula Pahu, cânticos com dança e tambor e pele de tubarão, deviam ser formais, sagrados e endereçados aos deuses e aos altos chefes. eles eram freqüentemente introduzidos por Mele Pule, acompanhado também por procissão e dança, Hula Ka'i que eram cantadas no estilo Oli, na qual o ritmo do texto dos cânticos não coincidem com as batidas do tambor. A própria Hula é cantada em um estilo muito similar ao oli, mas nele o texto e a dança coincidem com o ritmo do tambor.
Alguns tipos de Mele Pahu eram excessivamente sensuais remanescentes das antigas práticas, chamadas Ume - jogos sexuais usados pelos chefes caracterizados pela performance de mele e hula pahu.
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Os tipos usados de ritmos de tambores eram provavelmente numerosos. Deste universo musical só dois tipos foram preservados. estes sinalizavam o nascimento dos chefes do heiau. Estes dois tipos foram preservados, graças a uma gravação feita em 1945 feita pelo Museu Bishop.


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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Ritmos do Candomblé


De modo geral, pode-se definir candomblé como uma designação dada a várias formas de expressão religiosa de origem africana que têm como base a crença em ancestrais divinizados e fazem do estado de transe mítico a forma, por excelência, de contato entre os deuses e a comunidade religiosa. Esses deuses são
chamados de “orixás”, “voduns” ou “inquices”, de acordo com a “nação” à qual a casa esteja ligada. Candomblé Jeje, Angola, Ketu-Nagô, Macumba, Xangô do Recife, Batuque e Tambor de Mina são algumas das possíveis modalidades rituais e litúrgicas encontradas pelo país.
Os diferentes toques executados pelos atabaques, por si só, podem configurar e delimitar a “nação” à qual está vinculada uma casa de santo. Assim, o que se costumou chamar de candomblé Ketu-Nagô pode ser definido “também” pelos ritmos tocados pelos tambores no contexto litúrgico-religioso
“O som é a primeira relação com o mundo, desde o ventre materno. Abre canais de comunicação que facilitam o tratamento. Além de atingir os movimentos mais primitivos, a música actua como elemento ordenador, que organiza a pessoa internamente”
O som é o condutor do Axé do Orixá, é o som do couro e da madeira vibrando que trazem os Orixás, são sinfonias africanas sem partitura.
 O ritmo é algo visto como uma expressão de diferentes domínios da vida da comunidade de santo, assumindo variadas e significativas formas de realização. Essa visão aproxima-se do modelo conceitual traçado por Kofi Agawu (African rhythm. Londres: Cambridge University Press, 1995). quando define cinco domínios básicos de “modos rítmicos de significação”:

- Domínio gestual
- Domínio oral / aural (com atributos tonais e rítmicos
- Domínio da música vocal (com ritmo livre e estrito)
- Domínio da música instrumental (linguagem dos tambores e ritmos de dança)
- Domínio coreográfico
  No espaço do terreiro, esses domínios se realizam não só durante os rituais públicos mas no dia-a-dia da comunidade. A tentativa de fazer aqui uma tipologia das linhas-guia executadas pelo agogô só fará sentido se as reconhecermos como uma expressão rítmica particularizada e circunscrita – particularmente o domínio da música instrumental – que, no entanto, se inter-relaciona com todas as outras dimensões rítmico-expressivas.
Observando esses domínios de expressão rítmica, vemos que a prática instrumental dos tambores está intimamente ligada a formas específicas de configurações gestuais e posturais; a rítmica gestual é, assim, a materialização tridimensional do fenômeno sonoro. Quando um tocador eleva o braço para executar uma batida, no atabaque ou no agogô, esse ato configura-se também como um evento rítmico dotado de temporalidade estrita. Dessa forma, a percepção da articulação instrumental do som musical passa não só por sua captação sonora, ou seja, como ele é “ouvido”, mas também pelo entendimento de que sua realização se dá num tempo e num espaço determinados; em outras palavras, a percepção de “como” ele é articulado.
Os Atabaques, são os principais instrumentos da música do Candomblé, cuja execução é da responsabilidade dos Ogãs.
São de origem africana, usados em quase todos rituais, típicos do Candomblé. De uso tradicional na música ritual e religiosa, são utilizados para convocar os Orixás.
O Atabaque maior tem o nome de Rum, o segundo tem o nome de Rumpi e o menor tem o nome de Le.








Os atabaques no candomblé são objectos sagrados e renovam anualmente esse Axé. São usados unicamente nas dependências do terreiro, não saem para a rua como os que são usados nos Afoxés, estes são preparados exclusivamente para esse fim.
As membranas dos atabaques são feitas com os couros dos animais que são oferecidos aos Orixás: independente da cerimónia que é feita para consagração dos mesmos quando são comprados (o couro que veio da loja geralmente é descartado), só depois de passar pelos rituais é que poderão ser usados no terreiro
Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo) e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo Rum (o atabaque maior), e pelos Ogãs nos atabaques menores sob o seu comando
É o Alagbê que começa o toque, e é através do seu desempenho no Rum que o Orixá vai executar a sua coreografia de dança, sempre acompanhando o floreio do Rum.
O Rum é que comanda o Rumpi e o Le.
Fonte: vários sites

AGOGO/GAN

Do iorubá agogô, que significa 'sino'. Instrumento de percussão introduzido no Brasil por africanos, presente em várias manifestações musicais afro-brasileira, como a capoeira, o maculelê e o candomblé. O instrumento é composto de uma ou mais campânulas, de tamanho e sonoridade diferentes, geralmente de ferro, percutidas por uma vareta, geralmente de metal. Chama-se também gonguê, gan ou gã e xeré. 
Texto: http://www.iluobademin.com.br







Aguidavis/ Akidavis/ D’avenin: Aguidavis são varetas feitas de madeira, aqui no Sul é costume utilizar Cambuim ou na falta a goiabeira como matéria prima para confecção dos aguidavis, e com essas varetas e com a mão é que são tocados os tambores. Sendo essas varetas diferentes das utilizadas no Candomblé de Keto, tanto no tamanho, quanto na espessura e comprimento, os aguidavis de Jeje são mais curtos de espessura grossa e não são retos, sendo algumas tortos na ponta que são chamadas de aguidavis de volta, o que redobra.
No antigo Daome Existem três tipos de akidavis: o primeiro é D’ele, que é uma vareta longa cortada angularmente, e que normalmente, é usada com os tambores menores e posicionados entre as pernas com o couro para frente e a ressonância para trás; o segundo é o D’humpi que são as varetas arredondadas, normalmente tiradas de árvores sagradas como a gameleira branca, baobá ou árvore de cola, que são utilizadas com diversos diâmetros para os tambores de médio a grande porte; o terceiro, o D’Avenin, são varetas com a ponta curvada e que são tocadas com os tambores cujo couros estão em ambos os lados Segundo os velhos bokonos do Daome, o grande tambor é tocado com par de D’avenin tirado da árvore sagrada do kwe, especialmente feitos por vodunsis virgens.Também se utiliza ainda o Xequerê.
Texto de Pai Leo de Oxalá- http://leodeoxala.blogspot.com

Xequerê
Instrumento feito de cabaça, que é um fruto da família do melão e da abóbora, portanto pode ser encontrado em diferentes formatos e tamanhos, já que são feitos a partir de um material natural. A cabaça é envolta por contas que, ao deslizarem, produzem acentos e ritmos. O xequerê é muito usado em ritmos afro-brasileiros.
Nomes dos Toques dos Orixás na Nação Ketu:

ADABI AGABI ou EGO  -  Utilizado no Jeje ou Nagô – Bater para nascer é seu significado. Ritmo sincopado dedicado a Exú/Ogum.

ADARRUM – Ritmo evocatório de todos os Orixás. Rápido, forte e contínuo marcado junto com o Agôgô. Pode ser acompanhado de canto especialmente para Ogum. Utilizado no Jeje.

AGUERE – Em Yorubá significa “lentidão”. Ritmo cadenciado para Oxóssi com andamento mais rápido para Iansã. Quando executado para Iansã é chamado de “quebra-pratos” ou Abata (tipo de Ilu). Utilizado no ketu. Pode ser utilizado para todos os orixás.

ALUJÁ OU ELUJÁ (divide-se em roli e pani-pani) – Significa orifício ou perfuração. Toque rápido com características guerreiras. É dedicado a Xangô. Utilizado no Ketu.

AVAMUNHA,AVANINHA, AVANIA, REBATE OU ARREBATE - Utilizado no Jeje para todos.

BATA – Batá significa tambor para culto de Egun e Sangô . Ritmo cadenciado especialmente para Xangô. Pode ser tocado para outros Orixás. Tocado com as mãos.

BRAVUM – Dedicado a Oxumaré,Ogum  e Nanã .Ritmo marcado por golpes fortes do Run.Utilizado no Jeje.

CORRIDO, MASSÁ - Nagô  - Todos

FORIBALE -  “Dobrar o Couro” Nagô - ´Pessoas Notáveis

HUNTÓ ou RUNTÓ – Ritmo de origem Fon executado para Oxumaré. Pode ser executado com cânticos para Obaluaiê e Xangô

IGBIN – Significa Caracol. Execução lenta com batidas fortes. Descreve a viagem de um Ancião. É dedicada a Oxalufã.

IJESA – Ritmo cadenciado tocado só com as mãos. É dedicado a Oxum quando sua execução é só instrumental.  Usado também para Ogum, Oxalá e Exu

ILU – Termo da língua Yorubá que também significa atabaque ou tambor. Ritmo dedicado a Oya/Iansã

KAKAKA-Umbó ou Batá-Cotô  - Ketu  -  Xangô, Oxaguiã

KORIN- EWE ou AGUERÉ DE OSSAIN – Originário de Irawo, cidade onde é cultuado Ossain na Nigéria. O seu significado é “Canção das Folhas”.

OGUELE – Ritmo atribuído a Obá. Executado com cânticos para Ewá.

OPANIJE – Dedicado a Obaluaiê, Onile e Xapanã. Andamento lento marcado por batidas fortes do Run. Significa “o que mata e come”

SATÓ – A sua execução lembra o ritmo Bata com um andamento mais rápido e marcado pelas batidas do Run. Dedicado a Yemanja ,Oxumaré ou Nanã. Significa a manifestação de algo sagrado.

TONIBOBÉ – Pedir e adorar com justiça é o seu significado. Tocado para Xangô
BARRAVENTO: Toque de Angola e Congo

CONGO DE OURO: Toque de Angola e Congo

MUZENZA : Toque de Angola e Congo

KABULA : Toque de Angola e Congo
Texto: vários sites

          Tambores do Nordeste
Aqui vemos três Ilus, tembores muito utilizados nos cultos de Tambor de Mina, no sítio de Pai Adão e na Casa de Xambá. E alguns atabaques, de uso clássico dos Candomblés da Bahia. Seu uso se expalhou para o resto do país devido à facilidade de sua confecção e transporte. O tambor gigante é um tambor jeje de dois metros de altura - as tradições Fon se utilizam de tambores Rwm gigantescos de até quatro metros da altura, onde repetem a lenda da serpente Damballawedo, que se enrosca na árvore para guardar o segredo do mundo. Reparem no desenho da cobra no casco do tambor. Ao lado, um Lé e um Rumpi especial (apear de estar aqui na foto como um tambor do nordeste, é um tambor do Rio de Janeiro. Este é um atabaque consagrado a Exu e é um tambor com quase cem anos de idade, podendo ser considerado o "primeiro" atabaque da Umbanda.

Foto e texto: http://acervoayom.blogspot.com/2009/12/ayom-sai-pelo-mundo.html

Tambores da região sudeste
Vemos aqui duas Ngomas com cravelhas, datadas de quase 50 anos, uma outra Ngoma com sistema de cordas que pertenceu a um Xicarangome de Joãozinho da Gomea. É um tambor que tem, no mínimo, 150 anos. Uma outra Ngoma com sistema de cravelhas em pé, do Paraná; Ao fundo, um tambor de Congada. E duas congas clássicas, que são o correspondente moderno das antigas Ngomas, os tambores originais da região sudeste, que mais tarde foram substituídos pelos atabaques, mais fáceis de fabricar e transportar. Coisas da indústria.

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Tambores do Sul

No meio, vemos o raríssimo tambor Inhã, tambor dedicado a Xangô. Ao lado dois tambores de batuque, um bem antigo, feito de latão, dedicado a Oxum e a Ogum; O outro feito de madeira, dedicado a Exu. Ao lado, o raríssimo tambor Nanico, usado em pouquíssimos templos nos dias de hoje, de origem Jeje. E um Abê, conhecido também como Xequerê. Repare que a Inhã, assim como os batás é um tambor que não pode tocar diretamente o solo, por isso está sobre um banquinho.

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Paz Amor e Harmonia
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