Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Como fazer seu Talismã ou Patuá



Talismã ou Patuá: confeccione e atraia boas energias

A palavra talismã é de origem árabe, talismã significa “coisa mágica”. e Patuá é de origem africana, os dois praticamente tem o mesmo significado, Os talismãs e Patuás são usados com a finalidade de atrair proteção, boa sorte, amor, prosperidade, entre outros benefícios difundidos mundo afora, independentemente do povo e da cultura. Aprenda a confeccionar o talismã ou Patuá ideal para trazer...
Leia mais em Mais Informações


Sorte e poder 
Costure à mão um saquinho de pano amarelo. Dentro dele, coloque pétalas secas de girassol e camomila, coloque 3 moedas pequenas. Amarre a boca do saquinho com uma fita de cetim dourada ou branca e passe-o pela fumaça de um incenso de sândalo. Mantenha o amuleto guardado em local onde só você mexa. Além de proporcionar sorte e poder, esse talismã promove a saúde física e ajuda a agir com sabedoria.
Prosperidade
Confeccione um saquinho de tecido e linha cor-de-rosa. Encha-o com pétalas de rosa cor-de-rosa, três cravos da índia e um fio de cabelo seu, coloque duas moedas douradas. Amarre com uma fita dourada e depois de passá-lo na fumaça de um incenso de rosas mantenha-o sempre junto a você. Esse talismã vai te ajudar a ter mais lucidez na hora de tomar decisões e garantir seu progresso, seja em relação a casa, ao trabalho, ao cargo ou modo de vida.
Autoconfiança 
Se você estiver enfrentando mudanças profundas na vida e ainda tem medo de reavaliar o passado, esse talismã pode ajudar muito. Coloque dentro de um saquinho quadrado de tecido azul-turqueza, costurado à mão, um olho de cabra. Você encontra facilmente essa semente em casas de artigos religiosos. Inclua algumas pétalas de margarida e sete gotas do seu perfume favorito. Amarre o saco com uma fita prateada e exponha-o a luz do sol e de uma lua cheia ou crescente. Leve-o com você para onde for. Você vai ver como ficará mais autoconfiante e trabalhará com mais afinco para ir além de seus limites e se tornar uma pessoa mais feliz e resolvida.
Amor 
Esse talismã além de proporcionar proteção, favorece todas as questões ligadas à vida amorosa e aos relacionamentos em geral. Pegue um tecido branco e costure à mão um saquinho. Se você for homem, coloque uma pedra de ágata e pétalas de um cravo branco. Se for mulher, troque as pétalas de cravo pelas de rosa branca. Passe o talismã pela fumaça de incenso de arruda e amarre-o com uma fita vermelha. Mantenha guardado no fundo da sua gaveta de roupas íntimas.
Vitalidade 
Providencie um pedaço de tecido e linha verde. Costure um saquinho manualmente, ponha dentro um chumaço de algodão e amarre com uma fita branca. Prepare uma forte infusão com hortelã, canela em casca e cravo-da-índia. Encharque bem o saquinho e deixe secar ao ar livre, apanhando vibrações do vento, do sol e da lua cheia. Guarde-o em um lugar discreto, onde só você tenha costume de mexer. Com grande capacidade para captar e emanar a energia do universo, o uso desse talismã é revitalizante e estimula a perfeita interação entre o corpo e a alma. Contribui para o crescimento pessoal e favorece novas conquistas e oportunidades.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 19:45
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Como fazer seu Talismã ou Patuá



Talismã ou Patuá: confeccione e atraia boas energias

A palavra talismã é de origem árabe, talismã significa “coisa mágica”. e Patuá é de origem africana, os dois praticamente tem o mesmo significado, Os talismãs e Patuás são usados com a finalidade de atrair proteção, boa sorte, amor, prosperidade, entre outros benefícios difundidos mundo afora, independentemente do povo e da cultura. Aprenda a confeccionar o talismã ou Patuá ideal para trazer...
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Sorte e poder 
Costure à mão um saquinho de pano amarelo. Dentro dele, coloque pétalas secas de girassol e camomila, coloque 3 moedas pequenas. Amarre a boca do saquinho com uma fita de cetim dourada ou branca e passe-o pela fumaça de um incenso de sândalo. Mantenha o amuleto guardado em local onde só você mexa. Além de proporcionar sorte e poder, esse talismã promove a saúde física e ajuda a agir com sabedoria.
Prosperidade
Confeccione um saquinho de tecido e linha cor-de-rosa. Encha-o com pétalas de rosa cor-de-rosa, três cravos da índia e um fio de cabelo seu, coloque duas moedas douradas. Amarre com uma fita dourada e depois de passá-lo na fumaça de um incenso de rosas mantenha-o sempre junto a você. Esse talismã vai te ajudar a ter mais lucidez na hora de tomar decisões e garantir seu progresso, seja em relação a casa, ao trabalho, ao cargo ou modo de vida.
Autoconfiança 
Se você estiver enfrentando mudanças profundas na vida e ainda tem medo de reavaliar o passado, esse talismã pode ajudar muito. Coloque dentro de um saquinho quadrado de tecido azul-turqueza, costurado à mão, um olho de cabra. Você encontra facilmente essa semente em casas de artigos religiosos. Inclua algumas pétalas de margarida e sete gotas do seu perfume favorito. Amarre o saco com uma fita prateada e exponha-o a luz do sol e de uma lua cheia ou crescente. Leve-o com você para onde for. Você vai ver como ficará mais autoconfiante e trabalhará com mais afinco para ir além de seus limites e se tornar uma pessoa mais feliz e resolvida.
Amor 
Esse talismã além de proporcionar proteção, favorece todas as questões ligadas à vida amorosa e aos relacionamentos em geral. Pegue um tecido branco e costure à mão um saquinho. Se você for homem, coloque uma pedra de ágata e pétalas de um cravo branco. Se for mulher, troque as pétalas de cravo pelas de rosa branca. Passe o talismã pela fumaça de incenso de arruda e amarre-o com uma fita vermelha. Mantenha guardado no fundo da sua gaveta de roupas íntimas.
Vitalidade 
Providencie um pedaço de tecido e linha verde. Costure um saquinho manualmente, ponha dentro um chumaço de algodão e amarre com uma fita branca. Prepare uma forte infusão com hortelã, canela em casca e cravo-da-índia. Encharque bem o saquinho e deixe secar ao ar livre, apanhando vibrações do vento, do sol e da lua cheia. Guarde-o em um lugar discreto, onde só você tenha costume de mexer. Com grande capacidade para captar e emanar a energia do universo, o uso desse talismã é revitalizante e estimula a perfeita interação entre o corpo e a alma. Contribui para o crescimento pessoal e favorece novas conquistas e oportunidades.


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Costure à mão um saquinho de pano amarelo. Dentro dele, coloque pétalas secas de girassol e camomila, coloque 3 moedas pequenas. Amarre a boca do saquinho com uma fita de cetim dourada ou branca e passe-o pela fumaça de um incenso de sândalo. Mantenha o amuleto guardado em local onde só você mexa. Além de proporcionar sorte e poder, esse talismã promove a saúde física e ajuda a agir com sabedoria.
Prosperidade
Confeccione um saquinho de tecido e linha cor-de-rosa. Encha-o com pétalas de rosa cor-de-rosa, três cravos da índia e um fio de cabelo seu, coloque duas moedas douradas. Amarre com uma fita dourada e depois de passá-lo na fumaça de um incenso de rosas mantenha-o sempre junto a você. Esse talismã vai te ajudar a ter mais lucidez na hora de tomar decisões e garantir seu progresso, seja em relação a casa, ao trabalho, ao cargo ou modo de vida.
Autoconfiança 
Se você estiver enfrentando mudanças profundas na vida e ainda tem medo de reavaliar o passado, esse talismã pode ajudar muito. Coloque dentro de um saquinho quadrado de tecido azul-turqueza, costurado à mão, um olho de cabra. Você encontra facilmente essa semente em casas de artigos religiosos. Inclua algumas pétalas de margarida e sete gotas do seu perfume favorito. Amarre o saco com uma fita prateada e exponha-o a luz do sol e de uma lua cheia ou crescente. Leve-o com você para onde for. Você vai ver como ficará mais autoconfiante e trabalhará com mais afinco para ir além de seus limites e se tornar uma pessoa mais feliz e resolvida.
Amor 
Esse talismã além de proporcionar proteção, favorece todas as questões ligadas à vida amorosa e aos relacionamentos em geral. Pegue um tecido branco e costure à mão um saquinho. Se você for homem, coloque uma pedra de ágata e pétalas de um cravo branco. Se for mulher, troque as pétalas de cravo pelas de rosa branca. Passe o talismã pela fumaça de incenso de arruda e amarre-o com uma fita vermelha. Mantenha guardado no fundo da sua gaveta de roupas íntimas.
Vitalidade 
Providencie um pedaço de tecido e linha verde. Costure um saquinho manualmente, ponha dentro um chumaço de algodão e amarre com uma fita branca. Prepare uma forte infusão com hortelã, canela em casca e cravo-da-índia. Encharque bem o saquinho e deixe secar ao ar livre, apanhando vibrações do vento, do sol e da lua cheia. Guarde-o em um lugar discreto, onde só você tenha costume de mexer. Com grande capacidade para captar e emanar a energia do universo, o uso desse talismã é revitalizante e estimula a perfeita interação entre o corpo e a alma. Contribui para o crescimento pessoal e favorece novas conquistas e oportunidades.


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Talismã ou Patuá: confeccione e atraia boas energias

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Sorte e poder 
Costure à mão um saquinho de pano amarelo. Dentro dele, coloque pétalas secas de girassol e camomila, coloque 3 moedas pequenas. Amarre a boca do saquinho com uma fita de cetim dourada ou branca e passe-o pela fumaça de um incenso de sândalo. Mantenha o amuleto guardado em local onde só você mexa. Além de proporcionar sorte e poder, esse talismã promove a saúde física e ajuda a agir com sabedoria.
Prosperidade
Confeccione um saquinho de tecido e linha cor-de-rosa. Encha-o com pétalas de rosa cor-de-rosa, três cravos da índia e um fio de cabelo seu, coloque duas moedas douradas. Amarre com uma fita dourada e depois de passá-lo na fumaça de um incenso de rosas mantenha-o sempre junto a você. Esse talismã vai te ajudar a ter mais lucidez na hora de tomar decisões e garantir seu progresso, seja em relação a casa, ao trabalho, ao cargo ou modo de vida.
Autoconfiança 
Se você estiver enfrentando mudanças profundas na vida e ainda tem medo de reavaliar o passado, esse talismã pode ajudar muito. Coloque dentro de um saquinho quadrado de tecido azul-turqueza, costurado à mão, um olho de cabra. Você encontra facilmente essa semente em casas de artigos religiosos. Inclua algumas pétalas de margarida e sete gotas do seu perfume favorito. Amarre o saco com uma fita prateada e exponha-o a luz do sol e de uma lua cheia ou crescente. Leve-o com você para onde for. Você vai ver como ficará mais autoconfiante e trabalhará com mais afinco para ir além de seus limites e se tornar uma pessoa mais feliz e resolvida.
Amor 
Esse talismã além de proporcionar proteção, favorece todas as questões ligadas à vida amorosa e aos relacionamentos em geral. Pegue um tecido branco e costure à mão um saquinho. Se você for homem, coloque uma pedra de ágata e pétalas de um cravo branco. Se for mulher, troque as pétalas de cravo pelas de rosa branca. Passe o talismã pela fumaça de incenso de arruda e amarre-o com uma fita vermelha. Mantenha guardado no fundo da sua gaveta de roupas íntimas.
Vitalidade 
Providencie um pedaço de tecido e linha verde. Costure um saquinho manualmente, ponha dentro um chumaço de algodão e amarre com uma fita branca. Prepare uma forte infusão com hortelã, canela em casca e cravo-da-índia. Encharque bem o saquinho e deixe secar ao ar livre, apanhando vibrações do vento, do sol e da lua cheia. Guarde-o em um lugar discreto, onde só você tenha costume de mexer. Com grande capacidade para captar e emanar a energia do universo, o uso desse talismã é revitalizante e estimula a perfeita interação entre o corpo e a alma. Contribui para o crescimento pessoal e favorece novas conquistas e oportunidades.


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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Mandingas o que fazer para se proteger

“Quem não pode com mandinga não carrega Patuá”


Mandinga só pega em pessoa frágil, pessoa que não está sintonizada com seus protetores.

Mandinga = Povo de uma tribo na costa africana onde hoje é a Etiopia

Existe uma ligeira confusão de que a palavra Mandiga trata-se de feitiço, o porque desta confusão, é em virtude da seguinte e celebre frase: “quem não pode com Mandinga Não carrega Patuá”.patua

Então vamos lá, no tempo da escravidão uma variedade de escravos de etnias diferentes foram trazidas ao nosso continente entre eles “Os mandingas”, quem eram negros do continente Africano no lado oriental da africa .

Este negros tinham como como religião a mulçumana, que se baseia no alcorão, eram instruidos e sabiam ler e escrever na lingua arábica e cumpriam a risca os mandamentos do alcorão: rezar virado pra Meca 6 vzs ao dia, etc… tambem eram submissos aos seus patrões pois entediam que deveriam cumprir o destino a eles destinado por Alá… assim ganhavam a confiança dos feitores das fazendas e tinham mais liberdades que os outros escravos e eram sempre galgados ao posto de Capitão do mato, posto este que lhe davam o direito de caçar negros fujões.

Estes “Mandingas” carregam uma pequena bolsa de pano pendurado ao pescoço que davam o nome de “Patuá”, e dentro dessa pqna bolsa havia uma página do alcorão , para que o mesmo pudesse fazer a oração diaria… os negros observam que qdo fugia um “Mandiga” e era encontrado por um capitão do mato também “Mandiga” nada acontecia com o mesmo, então esses negros passaram a fazer um pqno saco igual aos dos mandigas e carregarem ao pescoço e qdo fugiam imaginavam eles que nada lhes aconteceria, mas ledo engano… um mandiga qdo encontrava outro abria o saco retirava a folha do Alcorão e lia o texto , ai o bicho pegava… os outros negros não sabiam ler e colovavam dentro do patuá uma folha de papel qualquer, o Mandinga se revoltava e irado com o ocorrido não contava tempo matava o negro Fujão… daí advem a celebre fraze acima “quem não pode com mandinga não carrega patuá”


Faça sempre uma oração de proteção ao dormir, seus pensamentos serão imantados por toda noite e no dia seguinte peça proteção ao seu Santo ou Orixá protetor, utilize nas orações sempre um copo de agua ao qual você imantará com sua oração, depois beba e sirva a quem você ama, pode também colocar em uma jarra ou filtro, assim será protegido por seu anjo da guarda ou entidade de proteção espiritual.


Na proteção peça sempre em louvor a Oxalá pois nada acontece sem sua permissão.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
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Mandingas o que fazer para se proteger

“Quem não pode com mandinga não carrega Patuá”


Mandinga só pega em pessoa frágil, pessoa que não está sintonizada com seus protetores.

Mandinga = Povo de uma tribo na costa africana onde hoje é a Etiopia

Existe uma ligeira confusão de que a palavra Mandiga trata-se de feitiço, o porque desta confusão, é em virtude da seguinte e celebre frase: “quem não pode com Mandinga Não carrega Patuá”.patua

Então vamos lá, no tempo da escravidão uma variedade de escravos de etnias diferentes foram trazidas ao nosso continente entre eles “Os mandingas”, quem eram negros do continente Africano no lado oriental da africa .

Este negros tinham como como religião a mulçumana, que se baseia no alcorão, eram instruidos e sabiam ler e escrever na lingua arábica e cumpriam a risca os mandamentos do alcorão: rezar virado pra Meca 6 vzs ao dia, etc… tambem eram submissos aos seus patrões pois entediam que deveriam cumprir o destino a eles destinado por Alá… assim ganhavam a confiança dos feitores das fazendas e tinham mais liberdades que os outros escravos e eram sempre galgados ao posto de Capitão do mato, posto este que lhe davam o direito de caçar negros fujões.

Estes “Mandingas” carregam uma pequena bolsa de pano pendurado ao pescoço que davam o nome de “Patuá”, e dentro dessa pqna bolsa havia uma página do alcorão , para que o mesmo pudesse fazer a oração diaria… os negros observam que qdo fugia um “Mandiga” e era encontrado por um capitão do mato também “Mandiga” nada acontecia com o mesmo, então esses negros passaram a fazer um pqno saco igual aos dos mandigas e carregarem ao pescoço e qdo fugiam imaginavam eles que nada lhes aconteceria, mas ledo engano… um mandiga qdo encontrava outro abria o saco retirava a folha do Alcorão e lia o texto , ai o bicho pegava… os outros negros não sabiam ler e colovavam dentro do patuá uma folha de papel qualquer, o Mandinga se revoltava e irado com o ocorrido não contava tempo matava o negro Fujão… daí advem a celebre fraze acima “quem não pode com mandinga não carrega patuá”


Faça sempre uma oração de proteção ao dormir, seus pensamentos serão imantados por toda noite e no dia seguinte peça proteção ao seu Santo ou Orixá protetor, utilize nas orações sempre um copo de agua ao qual você imantará com sua oração, depois beba e sirva a quem você ama, pode também colocar em uma jarra ou filtro, assim será protegido por seu anjo da guarda ou entidade de proteção espiritual.


Na proteção peça sempre em louvor a Oxalá pois nada acontece sem sua permissão.


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“Quem não pode com mandinga não carrega Patuá”


Mandinga só pega em pessoa frágil, pessoa que não está sintonizada com seus protetores.

Mandinga = Povo de uma tribo na costa africana onde hoje é a Etiopia

Existe uma ligeira confusão de que a palavra Mandiga trata-se de feitiço, o porque desta confusão, é em virtude da seguinte e celebre frase: “quem não pode com Mandinga Não carrega Patuá”.patua

Então vamos lá, no tempo da escravidão uma variedade de escravos de etnias diferentes foram trazidas ao nosso continente entre eles “Os mandingas”, quem eram negros do continente Africano no lado oriental da africa .

Este negros tinham como como religião a mulçumana, que se baseia no alcorão, eram instruidos e sabiam ler e escrever na lingua arábica e cumpriam a risca os mandamentos do alcorão: rezar virado pra Meca 6 vzs ao dia, etc… tambem eram submissos aos seus patrões pois entediam que deveriam cumprir o destino a eles destinado por Alá… assim ganhavam a confiança dos feitores das fazendas e tinham mais liberdades que os outros escravos e eram sempre galgados ao posto de Capitão do mato, posto este que lhe davam o direito de caçar negros fujões.

Estes “Mandingas” carregam uma pequena bolsa de pano pendurado ao pescoço que davam o nome de “Patuá”, e dentro dessa pqna bolsa havia uma página do alcorão , para que o mesmo pudesse fazer a oração diaria… os negros observam que qdo fugia um “Mandiga” e era encontrado por um capitão do mato também “Mandiga” nada acontecia com o mesmo, então esses negros passaram a fazer um pqno saco igual aos dos mandigas e carregarem ao pescoço e qdo fugiam imaginavam eles que nada lhes aconteceria, mas ledo engano… um mandiga qdo encontrava outro abria o saco retirava a folha do Alcorão e lia o texto , ai o bicho pegava… os outros negros não sabiam ler e colovavam dentro do patuá uma folha de papel qualquer, o Mandinga se revoltava e irado com o ocorrido não contava tempo matava o negro Fujão… daí advem a celebre fraze acima “quem não pode com mandinga não carrega patuá”


Faça sempre uma oração de proteção ao dormir, seus pensamentos serão imantados por toda noite e no dia seguinte peça proteção ao seu Santo ou Orixá protetor, utilize nas orações sempre um copo de agua ao qual você imantará com sua oração, depois beba e sirva a quem você ama, pode também colocar em uma jarra ou filtro, assim será protegido por seu anjo da guarda ou entidade de proteção espiritual.


Na proteção peça sempre em louvor a Oxalá pois nada acontece sem sua permissão.


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Mandinga só pega em pessoa frágil, pessoa que não está sintonizada com seus protetores.

Mandinga = Povo de uma tribo na costa africana onde hoje é a Etiopia

Existe uma ligeira confusão de que a palavra Mandiga trata-se de feitiço, o porque desta confusão, é em virtude da seguinte e celebre frase: “quem não pode com Mandinga Não carrega Patuá”.patua

Então vamos lá, no tempo da escravidão uma variedade de escravos de etnias diferentes foram trazidas ao nosso continente entre eles “Os mandingas”, quem eram negros do continente Africano no lado oriental da africa .

Este negros tinham como como religião a mulçumana, que se baseia no alcorão, eram instruidos e sabiam ler e escrever na lingua arábica e cumpriam a risca os mandamentos do alcorão: rezar virado pra Meca 6 vzs ao dia, etc… tambem eram submissos aos seus patrões pois entediam que deveriam cumprir o destino a eles destinado por Alá… assim ganhavam a confiança dos feitores das fazendas e tinham mais liberdades que os outros escravos e eram sempre galgados ao posto de Capitão do mato, posto este que lhe davam o direito de caçar negros fujões.

Estes “Mandingas” carregam uma pequena bolsa de pano pendurado ao pescoço que davam o nome de “Patuá”, e dentro dessa pqna bolsa havia uma página do alcorão , para que o mesmo pudesse fazer a oração diaria… os negros observam que qdo fugia um “Mandiga” e era encontrado por um capitão do mato também “Mandiga” nada acontecia com o mesmo, então esses negros passaram a fazer um pqno saco igual aos dos mandigas e carregarem ao pescoço e qdo fugiam imaginavam eles que nada lhes aconteceria, mas ledo engano… um mandiga qdo encontrava outro abria o saco retirava a folha do Alcorão e lia o texto , ai o bicho pegava… os outros negros não sabiam ler e colovavam dentro do patuá uma folha de papel qualquer, o Mandinga se revoltava e irado com o ocorrido não contava tempo matava o negro Fujão… daí advem a celebre fraze acima “quem não pode com mandinga não carrega patuá”


Faça sempre uma oração de proteção ao dormir, seus pensamentos serão imantados por toda noite e no dia seguinte peça proteção ao seu Santo ou Orixá protetor, utilize nas orações sempre um copo de agua ao qual você imantará com sua oração, depois beba e sirva a quem você ama, pode também colocar em uma jarra ou filtro, assim será protegido por seu anjo da guarda ou entidade de proteção espiritual.


Na proteção peça sempre em louvor a Oxalá pois nada acontece sem sua permissão.


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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Assentamento





Um assentamento começa a ser construído sem pressa pelo médium, peça a peça, até que ele tenha no mí nimo sete elementos do Orixá, todos já consagrados, tanto no seu ponto de forças, quanto no seu centro de Um banda.
Não é preciso esperar abrir o cen tro para começar a constituí-lo rapi da mente. Um dos primeiros elementos é o Otá ou pedra do seu Orixá.
O Otá equivale a "pedra funda men tal" das grandes construções civis ou de grandes templos erigidos no pla no material pelas mais diversas reli giões.
Cada Orixá tem a sua pedra (as) e é por ela que o médium deve come çar a constituição dos fundamentos do assentamento do seu próprio Ori xá.
Nos relatam os nossos mais velhos que, durante o período da escravidão, quando se realizava a cerimônia de ini ciação dos noviços, estes iam mata adentro à procura do seu Otá ou pedra do seu Orixá, e voltavam só ao ama nhecer, já com ela entre as mãos.

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Dali em diante, ela seria o mais po deroso elo de ligação com seu Orixá. Seria conservada com zelo e ali men tan da periodicamente para manter integralmente seu axé (poder).
Normalmente ela era condicionada em uma quartinha de barro, pois a lou ça era um artigo raro e caro, ina cessível às classes menos favorecidas. Panelas, vasos, tigelas, canecos, e ou tros utensílios feitos de bar ro cozido, eram comuns e de uso cotidiano, não só pe los in­dígenas, uma vez que os co lo nizadores mais po bres tam bém usa vam uten sílios de bar ro cozido. Eram os vasi lhames e uten sílios mais po pulares e mais baratos na quela época, cer to?
Hoje, quando você tem os mesmos utensílios em lou ça, pode usá-los à vontade. Até porque as quartinhas de barro precisam passar por um envernizamento externo e por um revestimento oleoso in terno, para que a água ou outra bebida colocada dentro dela não seja absorvida pelo barro e, sob temperaturas elevadas evapore completamente.
Então, como atualmente você não precisa sair às escondidas e em altas horas da noite para encontrar na es curidão o seu Otá ou pedra do seu Ori xá, recomendamos que a encontre num rio ou cachoeira pedregosa e ali, calmamente, escolha-o e assim, reco lha-o levando-o para casa já envolto em um pedaço de pano com a cor do seu Orixá.
Mas lembre-se: Não é só chegar até o leito pedregoso do rio, catar uma pedra rolada, envolvê-la num pa no e ir embora. Não mesmo!
Há todo um ritual que deve ser cumprido à risca se quiserem que seus Otás tenham axé ou poder de reali zação. Abaixo vamos descrevê-lo:
1- Encontrar um trecho de rio de águas limpas que seja pedregoso;
2-  Numa margem dele, oferendar nossa mãe Oxum e pedir-lhe licença para recolher dos seus domínios o Otá do seu Orixá.
3 - Depois, oferende o seu Orixá na outra margem ou, se for na mesma, faça-a mais abaixo da oferenda que fez para a Senhora Oxum.
4 - Já com a oferenda feita, der rame no rio uma garrafa de cham pag ne ou outra bebida doce e 7 punhados de açúcar, oferecendo-os aos Seres das Águas, pedindo-lhes licença para entrar no rio e recolher seu Otá.
5 -  Isto feito, o mé dium deve en trar no leito do rio e pro curar uma pedra rolada que o atraia mais que as outras e, quando encon trá-la, deve pedir licença à Mãe e aos Seres da Àgua para pegá-la para si.
6 - Após pegá-la, de ve elevá-la com as duas mãos acima da cabeça e, como numa oração, dizer estas palavras: "Meu Pai (ou Mãe) Orixá tal, eis a pe dra de axé, o meu Otá! Abençoe-o com tua luz, com teu manto divino e com teu axé, tornando-a, a partir de agora, minha pedra sagrada!"
7 - Após fazer essa primeira con sa gração a pessoa deve ir até onde está a oferenda da Mãe Oxum e apre sentá-la segurando-a na palma das mãos unidas em concha, dizendo-lhe es tas palavras: "Minha Mãe Oxum, apre sento-lhe meu Otá. Abençoe-o, minha amada Mãe!"
8 - Após receber a benção da Mãe Oxum, a pessoa deve dirigir-se até onde está a oferenda do seu Orixá, colocá-la dentro dela e fazer esse pe dido: "Meu Pai (minha Mãe) Orixá tal, peço-lhe que aqui, dentro da sua oferenda, consagres essa pedra de forças, esse meu Otá".
9 -  Após esse pedido, a pessoa de ve aguardar uns 10 minutos para recolhê-la e envolvê-la no pedaço de pano na cor do Orixá. Mas antes, deve dizer estas palavras: "Meu Pai (minha Mãe), peço-lhe licença para recolher meu Otá com seu axé, e envolvê-lo nesse pedaço de pano que simboliza seu manto protetor para que eu possa levá-la para minha casa protegida e ocultada dos olhares alheios".
10 - Recolha-a e embrulhe-a com o pano. Então peça licença e vá para casa.
Chegando em casa, risque um símbolo do seu Orixá, coloque-o dentro dele; acenda uma vela de 7 dias e co loque-a dentro dele. Invoque seu Orixá, pedindo-lhe que alimente-a com sua luz viva, só recolhendo-a e guar dando-a em um local adequado quan do a vela for toda queimada.
Caso queira, poderá pegar uma tigela de louça colocar dentro dela um pouco de água e macerar um punhado de folhas do Orixá para, em seguida co locar dentro o seu Otá, iluminar com uma vela de sete dias e pedir-lhe que incor pore-lhe seu axé vegetal.
Após sete dias com o Otá imerso no caldo vegetal poderá lavá-lo em água corrente que o axé vegetal do Orixá terá sido incorporado a ele.
Só então, a pessoa poderá ali mentá-lo com a bebida do Orixá. Para alimentá-lo poderá fazê-lo derra man do-a na mesma tigela usada para as ervas. O procedimento é idêntico:
• Coloca-se a bebida; a seguir co loca-se o Otá; cobre-se a tigela com o pano na cor do orixá; ilumina-se com uma vela de 7 dias e faz-se uma ora ção para que o Orixá alimente-o com o axé da sua bebida.
• Após sete dias, retire o Otá, lave-o em água corrente e coloque-o dentro de uma quartinha de louça ou de barro cerâmico;
• Encha-a com água engarrafada adquirida no comércio pois não contêm cloro e coloque-a, já tampada, em seu altar, oratório ou em um local onde só você mexa.
 • Então, periodicamente, troque a água ou complete-a, que seu Otá passará a atuar em seu benefício, atuan do como um ponto de força do seu Orixá.
• Quando vier a fazer o assenta mento dele, coloque nele a sua quar tinha com seu Otá dentro dela, passan do a alimentá-la com ela já assentada em definitivo. Aí está seu verdadeiro e genuíno "Otá"!
Temos ouvido relatos de que al guns dirigentes espirituais adquirem no comércio algumas pedras roladas ou pedregulhos, já manuseados por ou tras pessoas e, num ritual simples co­locam-nos dentro da quartinha dos se us filhos espirituais onde, daí em diante estes passarão a alimentá-la periodicamente como se tivessem de fa to o axé dos Orixás deles.
Mas isto não é verdadeiro e sim, assemelha-se a uma simpatia, que tanto pode funcionar como não.
Um Otá genuíno só deve ter a mão do seu dono e só deve ter a vibração do seu Orixá. Qualquer outra vibração  incorporada ao Otá de uma pes soa influirá negativamente sobre ele e sobre o seu dono, assim como sobre o próprio Orixá.
Isto acontece quando quem par ticipou da consagra ção do Otá fica de mal humor; com rai va; com ódio dele; com antipatia por ele, etc.
Um Otá é algo pessoal e não deve ser manipulado por mais ninguém além do seu dono e só de ve conter suas vi bra ções e as do seu Orixá.
Além do mais, caso a quartinha com o Otá fique nas dependências do Templo que a pessoa freqüenta, várias coi sas podem influir sobre ela e ele tais como:
- Caso o Templo esteja sendo de mandado os donos dos Otás também serão atingidos.
- Caso virem as forças assentadas ou firmadas no Templo, as dos donos dos Otás também serão viradas.
- Caso prendam as forças assen tadas ou firmadas no Templo, as dos donos dos Otás também serão presas.
- Caso o dirigente fique com ódio de um médium seu, poderá atin gí-lo atra vés do seu Otá, e qual quer outros elementos pessoais colo cados dentro da quartinha (pois há os que colocam um chumaço de cabelo, retirado do ori do seu filho de santo).

Recomendamos às pessoas que fo rem prejudicadas dessa forma que com prem 7 quartinhas de louça; con sigam 7 líquidos diferentes, tais como: mel, bebida do seu Orixá, água doce, água salgada, água com ervas ma ceradas, água com pemba branca rala da misturada e água de côco.
Com esses sete líquidos engarra fados separadamente, devem ir até uma cachoeira e nela fazer uma ofe renda a Mãe Oxum.
Após fazer a oferenda devem pe dir-lhe licença para colher 7 pedras no leito da cachoeira. Após colhê-las colo cá-las dentro das 7 quartinhas e acres centar um pouco de água da ca­choeira.
A seguir, colocar as quartinhas em círculo e derramar dentro de cada uma o líquido de uma garrafa. Acender 7 velas amarelas juntas no centro do círculo das quartinhas; acender 7 ver­melhas do lado de fora do círculo de quar tinhas, uma para cada uma.
Na seqüência, fazer essa oração po derosa ajoelhado diante do círculo de quartinhas: "Minha amada e miseri cordiosa Mãe Oxum, clamo-lhe nesse momento em que sofro um ato de in­justiça, que a Senhora ative o seu Sa grado Mistério das Sete Quartinhas e, em nome do Divino Criador Olorum, de Oxalá, da Lei Maior e da Justiça Di vina, que essa injustiça seja cor tada, anulada e retardada, e que, quem a fez contra mim seja rigoro sa mente punido por Olorum, por Oxalá pela Lei Maior e pela Justiça Divina, as sim como pelo Orixá, pelo Exu Guardião, e pela Pombagira Guardiã dela, que assim, punida rigorosa men te, nunca mais use do seu conheci mento para prejudicar-me e a ninguém mais.
Peço-lhe também, que tudo o que essa pessoa fez e desejou contra mim, contra minhas forças espirituais e con tra meu Orixá, que na Lei do Retorno seja voltado integralmente contra ela, punindo-a rigorosamente por ter me faltado com o respeito e com a fraternidade humana que deve reinar em nossa vida.
Peço-lhe também que essa pessoa seja punida com a retirada dos seus poderes e conhecimentos pessoais, assim como, que dela sejam afastados todos os seus filhos espirituais e seus amigos, para que não venham a ser vítimas da perfídia, da traição e do ódio dela por quem a desagrada.
Peço-lhe também que os Orixás e os Guias Espirituais de todos os filhos espirituais dessa pessoa maligna sejam alertados da perfídia dela e tomem as devidas providências para protege rem-se, e aos seus filhos, da traição e da falsidade dessa pessoa indigna perante os Sagrados Orixás, o Divino Criador, Olorum, a Lei Maior e a Justiça Divina, e todos os umbandistas.
Que a Lei Maior e a Justiça Divina comecem a atuar e só cessem suas atua ções quando ela pedir-lhes per dão pela injustiça cometida. Ou, caso ela não o faça, então atuem pondo-a para fora da Umbanda para que nunca mais manche-a com sua per fídia, traição e falsidade.
Peço-lhe e peço a todos os po deres invocados aqui, que me prote jam de todos os atos negativos que essa pessoa traiçoeira e perfídia venha a intentar contra mim, minhas forças, meu Orixá, minha vida e família, assim como vos peço que cada ato dela feito contra mim de agora em diante seja virado e seja revertido contra ela, punindo-a ainda mais.
  Amém"!
Essa oração é tão poderosa, que imediatamente a pessoa que cometeu o ato indigno de atingir um filho espi ritual, as suas forças espirituais e ao seu Orixá, começa a ser punida de tal forma, que em pouco tempo, ou ela desfaz o mal feito e pede perdão ao atraiçoado ou sua vida terá uma revi ravolta tão grande que acabará afun dando em sua maldade.
É a justa punição para quem ousa atingir o orixá alheio.
Essa magia e essa oração forte não deve ser usada para futricas e intrigas pessoais pois nossa amada Mãe Oxum não está à nossa dispo sição para essas coisas e sim, ela nos concede a ativação do seu Sagrado Mistério das Sete Quartinhas para que atos indignos cometidos contra nossos Guias e Orixás sejam punidos rigoro samente.
Bem, após essa magia para a defesa de vítimas de trabalhos para atin gí-las a partir do seu Otá, conti nue mos com os comentários sobre a "pedra fundamental" dos médiuns umbandistas.
Saibam que um Otá (ou pedra de força) também pode ser encontrado e recolhido em outros lugares além do leito dos rios. Pedras são encontradas na terra, no sopé das montanhas, em pedreiras, etc.
• Se a sua pedra de forças (aque la que o atraiu) for encontrada dentro de uma mata ou bosque, aí você deve pedir licença ao Orixá Oxóssi para recolhê-la e consagrá-la ao seu Orixá.
• Se ela foi encontrada na terra, em algum campo aberto, peça licença ao Orixá da terra, Omulú.
• Se ela for encontrada no sopé de uma montanha, ou mesmo nela, peça licença ao Orixá Xangô.
• Se ela for encontrada em uma pedreira, peça licença ao Orixá Yansã.
• Se ela for encontrada nas mar gens de um lago ou do estuário de um rio, peça licença ao Orixá Nanã Bu ruquê.
• Se ela for encontrada nas margens ou no fundo de uma lagoa, peça licença ao Orixá Obá.
• Se ela for encontrada a beira mar ou mesmo dentro das suas águas, peça licença ao Orixá Iemanjá.
• Se for "encontrada" no comércio de pedras, aí é problema seu, certo?
  Afinal, um Otá genuíno não é uma pedra semi-preciosa e sim, é um eixo rolado ou um pequeno geodo ain da na natureza e que não passou de mão em mão.
  Quando a "pedra ideal" é encon trada, como que por acaso, e o médium não estava ali com a finalidade de encontrar seu Otá, mas deseja reco lhê-la e levá-la para sua casa porque "sente" que ela tem algum poder ou finalidade mágica, este deve ajoelhar-se perto dela e, dependendo do cam po vibratório em que ela se encontra, ali deve fazer uma oração ao Orixá regente dele e pedir-lhe permissão para recolhê-la e levá-la para sua casa pois já se esta­beleceu uma afinidade entre ambos.
 Se você ainda não souber que tipo de afinidade se criou, recolha-a, e leve-a embora. Guarde-a e aguar de, porque pode ser que mais adiante um guia espiritual manifeste-se e lhe dê orientações sobre ela e como tratá-la dali em diante.
Agora, se em todo o lugar da natu reza que você for, encontrar uma ou mais pedras que o atraiam inten sa mente, aí já se trata de uma coisa pes soal e o melhor a fazer é tornar-se um colecionador de pedras ornamen tais ou raras.


obs. Texto inédito do Escritor Rubens Saraceni publicado no mês de fevereiro pelo Jornal de Umbanda Sagrada.
Pertencente ao livro "Oferendas e Assentamentos na Umbanda"  ainda não publicado.


Paz Amor e Harmonia
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 22:14
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Assentamento





Um assentamento começa a ser construído sem pressa pelo médium, peça a peça, até que ele tenha no mí nimo sete elementos do Orixá, todos já consagrados, tanto no seu ponto de forças, quanto no seu centro de Um banda.
Não é preciso esperar abrir o cen tro para começar a constituí-lo rapi da mente. Um dos primeiros elementos é o Otá ou pedra do seu Orixá.
O Otá equivale a "pedra funda men tal" das grandes construções civis ou de grandes templos erigidos no pla no material pelas mais diversas reli giões.
Cada Orixá tem a sua pedra (as) e é por ela que o médium deve come çar a constituição dos fundamentos do assentamento do seu próprio Ori xá.
Nos relatam os nossos mais velhos que, durante o período da escravidão, quando se realizava a cerimônia de ini ciação dos noviços, estes iam mata adentro à procura do seu Otá ou pedra do seu Orixá, e voltavam só ao ama nhecer, já com ela entre as mãos.

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Dali em diante, ela seria o mais po deroso elo de ligação com seu Orixá. Seria conservada com zelo e ali men tan da periodicamente para manter integralmente seu axé (poder).
Normalmente ela era condicionada em uma quartinha de barro, pois a lou ça era um artigo raro e caro, ina cessível às classes menos favorecidas. Panelas, vasos, tigelas, canecos, e ou tros utensílios feitos de bar ro cozido, eram comuns e de uso cotidiano, não só pe los in­dígenas, uma vez que os co lo nizadores mais po bres tam bém usa vam uten sílios de bar ro cozido. Eram os vasi lhames e uten sílios mais po pulares e mais baratos na quela época, cer to?
Hoje, quando você tem os mesmos utensílios em lou ça, pode usá-los à vontade. Até porque as quartinhas de barro precisam passar por um envernizamento externo e por um revestimento oleoso in terno, para que a água ou outra bebida colocada dentro dela não seja absorvida pelo barro e, sob temperaturas elevadas evapore completamente.
Então, como atualmente você não precisa sair às escondidas e em altas horas da noite para encontrar na es curidão o seu Otá ou pedra do seu Ori xá, recomendamos que a encontre num rio ou cachoeira pedregosa e ali, calmamente, escolha-o e assim, reco lha-o levando-o para casa já envolto em um pedaço de pano com a cor do seu Orixá.
Mas lembre-se: Não é só chegar até o leito pedregoso do rio, catar uma pedra rolada, envolvê-la num pa no e ir embora. Não mesmo!
Há todo um ritual que deve ser cumprido à risca se quiserem que seus Otás tenham axé ou poder de reali zação. Abaixo vamos descrevê-lo:
1- Encontrar um trecho de rio de águas limpas que seja pedregoso;
2-  Numa margem dele, oferendar nossa mãe Oxum e pedir-lhe licença para recolher dos seus domínios o Otá do seu Orixá.
3 - Depois, oferende o seu Orixá na outra margem ou, se for na mesma, faça-a mais abaixo da oferenda que fez para a Senhora Oxum.
4 - Já com a oferenda feita, der rame no rio uma garrafa de cham pag ne ou outra bebida doce e 7 punhados de açúcar, oferecendo-os aos Seres das Águas, pedindo-lhes licença para entrar no rio e recolher seu Otá.
5 -  Isto feito, o mé dium deve en trar no leito do rio e pro curar uma pedra rolada que o atraia mais que as outras e, quando encon trá-la, deve pedir licença à Mãe e aos Seres da Àgua para pegá-la para si.
6 - Após pegá-la, de ve elevá-la com as duas mãos acima da cabeça e, como numa oração, dizer estas palavras: "Meu Pai (ou Mãe) Orixá tal, eis a pe dra de axé, o meu Otá! Abençoe-o com tua luz, com teu manto divino e com teu axé, tornando-a, a partir de agora, minha pedra sagrada!"
7 - Após fazer essa primeira con sa gração a pessoa deve ir até onde está a oferenda da Mãe Oxum e apre sentá-la segurando-a na palma das mãos unidas em concha, dizendo-lhe es tas palavras: "Minha Mãe Oxum, apre sento-lhe meu Otá. Abençoe-o, minha amada Mãe!"
8 - Após receber a benção da Mãe Oxum, a pessoa deve dirigir-se até onde está a oferenda do seu Orixá, colocá-la dentro dela e fazer esse pe dido: "Meu Pai (minha Mãe) Orixá tal, peço-lhe que aqui, dentro da sua oferenda, consagres essa pedra de forças, esse meu Otá".
9 -  Após esse pedido, a pessoa de ve aguardar uns 10 minutos para recolhê-la e envolvê-la no pedaço de pano na cor do Orixá. Mas antes, deve dizer estas palavras: "Meu Pai (minha Mãe), peço-lhe licença para recolher meu Otá com seu axé, e envolvê-lo nesse pedaço de pano que simboliza seu manto protetor para que eu possa levá-la para minha casa protegida e ocultada dos olhares alheios".
10 - Recolha-a e embrulhe-a com o pano. Então peça licença e vá para casa.
Chegando em casa, risque um símbolo do seu Orixá, coloque-o dentro dele; acenda uma vela de 7 dias e co loque-a dentro dele. Invoque seu Orixá, pedindo-lhe que alimente-a com sua luz viva, só recolhendo-a e guar dando-a em um local adequado quan do a vela for toda queimada.
Caso queira, poderá pegar uma tigela de louça colocar dentro dela um pouco de água e macerar um punhado de folhas do Orixá para, em seguida co locar dentro o seu Otá, iluminar com uma vela de sete dias e pedir-lhe que incor pore-lhe seu axé vegetal.
Após sete dias com o Otá imerso no caldo vegetal poderá lavá-lo em água corrente que o axé vegetal do Orixá terá sido incorporado a ele.
Só então, a pessoa poderá ali mentá-lo com a bebida do Orixá. Para alimentá-lo poderá fazê-lo derra man do-a na mesma tigela usada para as ervas. O procedimento é idêntico:
• Coloca-se a bebida; a seguir co loca-se o Otá; cobre-se a tigela com o pano na cor do orixá; ilumina-se com uma vela de 7 dias e faz-se uma ora ção para que o Orixá alimente-o com o axé da sua bebida.
• Após sete dias, retire o Otá, lave-o em água corrente e coloque-o dentro de uma quartinha de louça ou de barro cerâmico;
• Encha-a com água engarrafada adquirida no comércio pois não contêm cloro e coloque-a, já tampada, em seu altar, oratório ou em um local onde só você mexa.
 • Então, periodicamente, troque a água ou complete-a, que seu Otá passará a atuar em seu benefício, atuan do como um ponto de força do seu Orixá.
• Quando vier a fazer o assenta mento dele, coloque nele a sua quar tinha com seu Otá dentro dela, passan do a alimentá-la com ela já assentada em definitivo. Aí está seu verdadeiro e genuíno "Otá"!
Temos ouvido relatos de que al guns dirigentes espirituais adquirem no comércio algumas pedras roladas ou pedregulhos, já manuseados por ou tras pessoas e, num ritual simples co­locam-nos dentro da quartinha dos se us filhos espirituais onde, daí em diante estes passarão a alimentá-la periodicamente como se tivessem de fa to o axé dos Orixás deles.
Mas isto não é verdadeiro e sim, assemelha-se a uma simpatia, que tanto pode funcionar como não.
Um Otá genuíno só deve ter a mão do seu dono e só deve ter a vibração do seu Orixá. Qualquer outra vibração  incorporada ao Otá de uma pes soa influirá negativamente sobre ele e sobre o seu dono, assim como sobre o próprio Orixá.
Isto acontece quando quem par ticipou da consagra ção do Otá fica de mal humor; com rai va; com ódio dele; com antipatia por ele, etc.
Um Otá é algo pessoal e não deve ser manipulado por mais ninguém além do seu dono e só de ve conter suas vi bra ções e as do seu Orixá.
Além do mais, caso a quartinha com o Otá fique nas dependências do Templo que a pessoa freqüenta, várias coi sas podem influir sobre ela e ele tais como:
- Caso o Templo esteja sendo de mandado os donos dos Otás também serão atingidos.
- Caso virem as forças assentadas ou firmadas no Templo, as dos donos dos Otás também serão viradas.
- Caso prendam as forças assen tadas ou firmadas no Templo, as dos donos dos Otás também serão presas.
- Caso o dirigente fique com ódio de um médium seu, poderá atin gí-lo atra vés do seu Otá, e qual quer outros elementos pessoais colo cados dentro da quartinha (pois há os que colocam um chumaço de cabelo, retirado do ori do seu filho de santo).

Recomendamos às pessoas que fo rem prejudicadas dessa forma que com prem 7 quartinhas de louça; con sigam 7 líquidos diferentes, tais como: mel, bebida do seu Orixá, água doce, água salgada, água com ervas ma ceradas, água com pemba branca rala da misturada e água de côco.
Com esses sete líquidos engarra fados separadamente, devem ir até uma cachoeira e nela fazer uma ofe renda a Mãe Oxum.
Após fazer a oferenda devem pe dir-lhe licença para colher 7 pedras no leito da cachoeira. Após colhê-las colo cá-las dentro das 7 quartinhas e acres centar um pouco de água da ca­choeira.
A seguir, colocar as quartinhas em círculo e derramar dentro de cada uma o líquido de uma garrafa. Acender 7 velas amarelas juntas no centro do círculo das quartinhas; acender 7 ver­melhas do lado de fora do círculo de quar tinhas, uma para cada uma.
Na seqüência, fazer essa oração po derosa ajoelhado diante do círculo de quartinhas: "Minha amada e miseri cordiosa Mãe Oxum, clamo-lhe nesse momento em que sofro um ato de in­justiça, que a Senhora ative o seu Sa grado Mistério das Sete Quartinhas e, em nome do Divino Criador Olorum, de Oxalá, da Lei Maior e da Justiça Di vina, que essa injustiça seja cor tada, anulada e retardada, e que, quem a fez contra mim seja rigoro sa mente punido por Olorum, por Oxalá pela Lei Maior e pela Justiça Divina, as sim como pelo Orixá, pelo Exu Guardião, e pela Pombagira Guardiã dela, que assim, punida rigorosa men te, nunca mais use do seu conheci mento para prejudicar-me e a ninguém mais.
Peço-lhe também, que tudo o que essa pessoa fez e desejou contra mim, contra minhas forças espirituais e con tra meu Orixá, que na Lei do Retorno seja voltado integralmente contra ela, punindo-a rigorosamente por ter me faltado com o respeito e com a fraternidade humana que deve reinar em nossa vida.
Peço-lhe também que essa pessoa seja punida com a retirada dos seus poderes e conhecimentos pessoais, assim como, que dela sejam afastados todos os seus filhos espirituais e seus amigos, para que não venham a ser vítimas da perfídia, da traição e do ódio dela por quem a desagrada.
Peço-lhe também que os Orixás e os Guias Espirituais de todos os filhos espirituais dessa pessoa maligna sejam alertados da perfídia dela e tomem as devidas providências para protege rem-se, e aos seus filhos, da traição e da falsidade dessa pessoa indigna perante os Sagrados Orixás, o Divino Criador, Olorum, a Lei Maior e a Justiça Divina, e todos os umbandistas.
Que a Lei Maior e a Justiça Divina comecem a atuar e só cessem suas atua ções quando ela pedir-lhes per dão pela injustiça cometida. Ou, caso ela não o faça, então atuem pondo-a para fora da Umbanda para que nunca mais manche-a com sua per fídia, traição e falsidade.
Peço-lhe e peço a todos os po deres invocados aqui, que me prote jam de todos os atos negativos que essa pessoa traiçoeira e perfídia venha a intentar contra mim, minhas forças, meu Orixá, minha vida e família, assim como vos peço que cada ato dela feito contra mim de agora em diante seja virado e seja revertido contra ela, punindo-a ainda mais.
  Amém"!
Essa oração é tão poderosa, que imediatamente a pessoa que cometeu o ato indigno de atingir um filho espi ritual, as suas forças espirituais e ao seu Orixá, começa a ser punida de tal forma, que em pouco tempo, ou ela desfaz o mal feito e pede perdão ao atraiçoado ou sua vida terá uma revi ravolta tão grande que acabará afun dando em sua maldade.
É a justa punição para quem ousa atingir o orixá alheio.
Essa magia e essa oração forte não deve ser usada para futricas e intrigas pessoais pois nossa amada Mãe Oxum não está à nossa dispo sição para essas coisas e sim, ela nos concede a ativação do seu Sagrado Mistério das Sete Quartinhas para que atos indignos cometidos contra nossos Guias e Orixás sejam punidos rigoro samente.
Bem, após essa magia para a defesa de vítimas de trabalhos para atin gí-las a partir do seu Otá, conti nue mos com os comentários sobre a "pedra fundamental" dos médiuns umbandistas.
Saibam que um Otá (ou pedra de força) também pode ser encontrado e recolhido em outros lugares além do leito dos rios. Pedras são encontradas na terra, no sopé das montanhas, em pedreiras, etc.
• Se a sua pedra de forças (aque la que o atraiu) for encontrada dentro de uma mata ou bosque, aí você deve pedir licença ao Orixá Oxóssi para recolhê-la e consagrá-la ao seu Orixá.
• Se ela foi encontrada na terra, em algum campo aberto, peça licença ao Orixá da terra, Omulú.
• Se ela for encontrada no sopé de uma montanha, ou mesmo nela, peça licença ao Orixá Xangô.
• Se ela for encontrada em uma pedreira, peça licença ao Orixá Yansã.
• Se ela for encontrada nas mar gens de um lago ou do estuário de um rio, peça licença ao Orixá Nanã Bu ruquê.
• Se ela for encontrada nas margens ou no fundo de uma lagoa, peça licença ao Orixá Obá.
• Se ela for encontrada a beira mar ou mesmo dentro das suas águas, peça licença ao Orixá Iemanjá.
• Se for "encontrada" no comércio de pedras, aí é problema seu, certo?
  Afinal, um Otá genuíno não é uma pedra semi-preciosa e sim, é um eixo rolado ou um pequeno geodo ain da na natureza e que não passou de mão em mão.
  Quando a "pedra ideal" é encon trada, como que por acaso, e o médium não estava ali com a finalidade de encontrar seu Otá, mas deseja reco lhê-la e levá-la para sua casa porque "sente" que ela tem algum poder ou finalidade mágica, este deve ajoelhar-se perto dela e, dependendo do cam po vibratório em que ela se encontra, ali deve fazer uma oração ao Orixá regente dele e pedir-lhe permissão para recolhê-la e levá-la para sua casa pois já se esta­beleceu uma afinidade entre ambos.
 Se você ainda não souber que tipo de afinidade se criou, recolha-a, e leve-a embora. Guarde-a e aguar de, porque pode ser que mais adiante um guia espiritual manifeste-se e lhe dê orientações sobre ela e como tratá-la dali em diante.
Agora, se em todo o lugar da natu reza que você for, encontrar uma ou mais pedras que o atraiam inten sa mente, aí já se trata de uma coisa pes soal e o melhor a fazer é tornar-se um colecionador de pedras ornamen tais ou raras.


obs. Texto inédito do Escritor Rubens Saraceni publicado no mês de fevereiro pelo Jornal de Umbanda Sagrada.
Pertencente ao livro "Oferendas e Assentamentos na Umbanda"  ainda não publicado.


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