Sábado, 29 de Maio de 2010

Cosme e Damião as crianças da Umbanda



Sempre que os espíritos de crianças chegam a um terreiro de Umbanda, vêm trazendo a alegria através de um comportamento que pode parecer irreverente para aqueles que senxergam o lado das brincadeiras, das cambalhotas e dos pedidos de balas e doces. Enquanto se espalham pelo terreiro, com seu jeito travesso, elas estão desfazendo magias, limpando o ambiente. São os magos da pureza e é comum dizerse: “o que os filhos das trevas fazem qualquer criança desfaz. O que a criança faz (no sentido do bem), ninguém desfaz ou interfere”.
Mas, de quais crianças estamos falando? Estamos falando dos Erês, ou da linha de Yori, ou ainda da falange de Ibeji. As designações são múltiplas para um mesmo fim, ou seja, a representação de instrutores e sábios que vestem roupagem fluídica, trazendo mensagens de grande profundidade e sabedoria. E quando falamos em crianças, na Umbanda, um nome e uma imagem se destacam em meio a essa energia de limpeza, cura e amor: Cosme e Damião, festejados no dia 27 de setembro.
Quem foram Cosme e Damião? Como dois santos católicos ganharam tamanha projeção nos trabalhos de Umbanda? Por que a distribuição de doces na data a eles consagrada? Cosme e Damião, os santos gêmeos, não se sabe exatamente se eram realmente gêmeos. Mas nasceram na Arábia, no século III, filhos de uma família nobre. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Eles estudaram medicina na Síria e, depois, foram exerce-la em Egéia. Ao tomarem contato com o Cristianismo, tornaram- se seus fieis seguidores e, confiando sempre no poder da oração e na Providência Divina, usaram a sua arte médica para curar os necessitados sem nada cobrar pelos seus serviços. Usaram a fé aliada aos conhecimentos científicos e em mutios casos os pacientes se encontravam a beira da morte e após o tratamento estavam curados. Ao serem questionados sobre suas atividades, respondiam: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder”. Os
Por volta do ano 300, por ordem de Diocleciano, Imperador Romano que perseguia os cristãos, Cosme e Damião foram presos e acusados da prática de feitiçaria, pois assim eram vistas pelos pagãos as curas que realizavam. E, por isso, foram condenados à morte. Além de terem sofrido intensas torturas, existem várias versões para a sua morte: amarrados e jogados de um despenhadeiro; na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por um anjo; foram lançados ao fogo, que não lhes causou mal algum; apedrejados, as pedras voltaram para trás sem atingilos; por fim, teriam sido decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas ocorreu no século IV em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, na Síria, onde foram sepultados. Mais tarde seu corpos foram transferidos para uma igreja dedicada a eles.
Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles. Mas na Umbanda é celebrado no dia 27 de setembro. Por serem considerados muito amigos das crianças, com o passar dos tempos estabeleceu-se popularmente a tradição de prometer doces e guloseimas quando um pedido feito a eles fosse realizado, além de se criar o costume de distribuir doces e brinquedos às crianças, no dia dedicado a eles.
No Brasil, a devoção trazida pelos portugueses misturou-se ao culto africano da tradição Yorubá dos Orixás-Crianças. Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Uma característica da representação de Cosme e Damião, na Umbanda, é que, junto à imagem dos dois irmãos, aparece a de um menino, vestido igual a eles e comumente chamado de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete anos.
Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina.


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Sempre que os espíritos de crianças chegam a um terreiro de Umbanda, vêm trazendo a alegria através de um comportamento que pode parecer irreverente para aqueles que senxergam o lado das brincadeiras, das cambalhotas e dos pedidos de balas e doces. Enquanto se espalham pelo terreiro, com seu jeito travesso, elas estão desfazendo magias, limpando o ambiente. São os magos da pureza e é comum dizerse: “o que os filhos das trevas fazem qualquer criança desfaz. O que a criança faz (no sentido do bem), ninguém desfaz ou interfere”.
Mas, de quais crianças estamos falando? Estamos falando dos Erês, ou da linha de Yori, ou ainda da falange de Ibeji. As designações são múltiplas para um mesmo fim, ou seja, a representação de instrutores e sábios que vestem roupagem fluídica, trazendo mensagens de grande profundidade e sabedoria. E quando falamos em crianças, na Umbanda, um nome e uma imagem se destacam em meio a essa energia de limpeza, cura e amor: Cosme e Damião, festejados no dia 27 de setembro.
Quem foram Cosme e Damião? Como dois santos católicos ganharam tamanha projeção nos trabalhos de Umbanda? Por que a distribuição de doces na data a eles consagrada? Cosme e Damião, os santos gêmeos, não se sabe exatamente se eram realmente gêmeos. Mas nasceram na Arábia, no século III, filhos de uma família nobre. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Eles estudaram medicina na Síria e, depois, foram exerce-la em Egéia. Ao tomarem contato com o Cristianismo, tornaram- se seus fieis seguidores e, confiando sempre no poder da oração e na Providência Divina, usaram a sua arte médica para curar os necessitados sem nada cobrar pelos seus serviços. Usaram a fé aliada aos conhecimentos científicos e em mutios casos os pacientes se encontravam a beira da morte e após o tratamento estavam curados. Ao serem questionados sobre suas atividades, respondiam: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder”. Os
Por volta do ano 300, por ordem de Diocleciano, Imperador Romano que perseguia os cristãos, Cosme e Damião foram presos e acusados da prática de feitiçaria, pois assim eram vistas pelos pagãos as curas que realizavam. E, por isso, foram condenados à morte. Além de terem sofrido intensas torturas, existem várias versões para a sua morte: amarrados e jogados de um despenhadeiro; na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por um anjo; foram lançados ao fogo, que não lhes causou mal algum; apedrejados, as pedras voltaram para trás sem atingilos; por fim, teriam sido decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas ocorreu no século IV em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, na Síria, onde foram sepultados. Mais tarde seu corpos foram transferidos para uma igreja dedicada a eles.
Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles. Mas na Umbanda é celebrado no dia 27 de setembro. Por serem considerados muito amigos das crianças, com o passar dos tempos estabeleceu-se popularmente a tradição de prometer doces e guloseimas quando um pedido feito a eles fosse realizado, além de se criar o costume de distribuir doces e brinquedos às crianças, no dia dedicado a eles.
No Brasil, a devoção trazida pelos portugueses misturou-se ao culto africano da tradição Yorubá dos Orixás-Crianças. Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Uma característica da representação de Cosme e Damião, na Umbanda, é que, junto à imagem dos dois irmãos, aparece a de um menino, vestido igual a eles e comumente chamado de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete anos.
Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina.


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Mas, de quais crianças estamos falando? Estamos falando dos Erês, ou da linha de Yori, ou ainda da falange de Ibeji. As designações são múltiplas para um mesmo fim, ou seja, a representação de instrutores e sábios que vestem roupagem fluídica, trazendo mensagens de grande profundidade e sabedoria. E quando falamos em crianças, na Umbanda, um nome e uma imagem se destacam em meio a essa energia de limpeza, cura e amor: Cosme e Damião, festejados no dia 27 de setembro.
Quem foram Cosme e Damião? Como dois santos católicos ganharam tamanha projeção nos trabalhos de Umbanda? Por que a distribuição de doces na data a eles consagrada? Cosme e Damião, os santos gêmeos, não se sabe exatamente se eram realmente gêmeos. Mas nasceram na Arábia, no século III, filhos de uma família nobre. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Eles estudaram medicina na Síria e, depois, foram exerce-la em Egéia. Ao tomarem contato com o Cristianismo, tornaram- se seus fieis seguidores e, confiando sempre no poder da oração e na Providência Divina, usaram a sua arte médica para curar os necessitados sem nada cobrar pelos seus serviços. Usaram a fé aliada aos conhecimentos científicos e em mutios casos os pacientes se encontravam a beira da morte e após o tratamento estavam curados. Ao serem questionados sobre suas atividades, respondiam: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder”. Os
Por volta do ano 300, por ordem de Diocleciano, Imperador Romano que perseguia os cristãos, Cosme e Damião foram presos e acusados da prática de feitiçaria, pois assim eram vistas pelos pagãos as curas que realizavam. E, por isso, foram condenados à morte. Além de terem sofrido intensas torturas, existem várias versões para a sua morte: amarrados e jogados de um despenhadeiro; na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por um anjo; foram lançados ao fogo, que não lhes causou mal algum; apedrejados, as pedras voltaram para trás sem atingilos; por fim, teriam sido decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas ocorreu no século IV em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, na Síria, onde foram sepultados. Mais tarde seu corpos foram transferidos para uma igreja dedicada a eles.
Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles. Mas na Umbanda é celebrado no dia 27 de setembro. Por serem considerados muito amigos das crianças, com o passar dos tempos estabeleceu-se popularmente a tradição de prometer doces e guloseimas quando um pedido feito a eles fosse realizado, além de se criar o costume de distribuir doces e brinquedos às crianças, no dia dedicado a eles.
No Brasil, a devoção trazida pelos portugueses misturou-se ao culto africano da tradição Yorubá dos Orixás-Crianças. Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Uma característica da representação de Cosme e Damião, na Umbanda, é que, junto à imagem dos dois irmãos, aparece a de um menino, vestido igual a eles e comumente chamado de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete anos.
Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina.


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Mas, de quais crianças estamos falando? Estamos falando dos Erês, ou da linha de Yori, ou ainda da falange de Ibeji. As designações são múltiplas para um mesmo fim, ou seja, a representação de instrutores e sábios que vestem roupagem fluídica, trazendo mensagens de grande profundidade e sabedoria. E quando falamos em crianças, na Umbanda, um nome e uma imagem se destacam em meio a essa energia de limpeza, cura e amor: Cosme e Damião, festejados no dia 27 de setembro.
Quem foram Cosme e Damião? Como dois santos católicos ganharam tamanha projeção nos trabalhos de Umbanda? Por que a distribuição de doces na data a eles consagrada? Cosme e Damião, os santos gêmeos, não se sabe exatamente se eram realmente gêmeos. Mas nasceram na Arábia, no século III, filhos de uma família nobre. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Eles estudaram medicina na Síria e, depois, foram exerce-la em Egéia. Ao tomarem contato com o Cristianismo, tornaram- se seus fieis seguidores e, confiando sempre no poder da oração e na Providência Divina, usaram a sua arte médica para curar os necessitados sem nada cobrar pelos seus serviços. Usaram a fé aliada aos conhecimentos científicos e em mutios casos os pacientes se encontravam a beira da morte e após o tratamento estavam curados. Ao serem questionados sobre suas atividades, respondiam: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder”. Os
Por volta do ano 300, por ordem de Diocleciano, Imperador Romano que perseguia os cristãos, Cosme e Damião foram presos e acusados da prática de feitiçaria, pois assim eram vistas pelos pagãos as curas que realizavam. E, por isso, foram condenados à morte. Além de terem sofrido intensas torturas, existem várias versões para a sua morte: amarrados e jogados de um despenhadeiro; na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por um anjo; foram lançados ao fogo, que não lhes causou mal algum; apedrejados, as pedras voltaram para trás sem atingilos; por fim, teriam sido decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas ocorreu no século IV em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, na Síria, onde foram sepultados. Mais tarde seu corpos foram transferidos para uma igreja dedicada a eles.
Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles. Mas na Umbanda é celebrado no dia 27 de setembro. Por serem considerados muito amigos das crianças, com o passar dos tempos estabeleceu-se popularmente a tradição de prometer doces e guloseimas quando um pedido feito a eles fosse realizado, além de se criar o costume de distribuir doces e brinquedos às crianças, no dia dedicado a eles.
No Brasil, a devoção trazida pelos portugueses misturou-se ao culto africano da tradição Yorubá dos Orixás-Crianças. Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Uma característica da representação de Cosme e Damião, na Umbanda, é que, junto à imagem dos dois irmãos, aparece a de um menino, vestido igual a eles e comumente chamado de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete anos.
Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina.


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Mas, de quais crianças estamos falando? Estamos falando dos Erês, ou da linha de Yori, ou ainda da falange de Ibeji. As designações são múltiplas para um mesmo fim, ou seja, a representação de instrutores e sábios que vestem roupagem fluídica, trazendo mensagens de grande profundidade e sabedoria. E quando falamos em crianças, na Umbanda, um nome e uma imagem se destacam em meio a essa energia de limpeza, cura e amor: Cosme e Damião, festejados no dia 27 de setembro.
Quem foram Cosme e Damião? Como dois santos católicos ganharam tamanha projeção nos trabalhos de Umbanda? Por que a distribuição de doces na data a eles consagrada? Cosme e Damião, os santos gêmeos, não se sabe exatamente se eram realmente gêmeos. Mas nasceram na Arábia, no século III, filhos de uma família nobre. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio.
Eles estudaram medicina na Síria e, depois, foram exerce-la em Egéia. Ao tomarem contato com o Cristianismo, tornaram- se seus fieis seguidores e, confiando sempre no poder da oração e na Providência Divina, usaram a sua arte médica para curar os necessitados sem nada cobrar pelos seus serviços. Usaram a fé aliada aos conhecimentos científicos e em mutios casos os pacientes se encontravam a beira da morte e após o tratamento estavam curados. Ao serem questionados sobre suas atividades, respondiam: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder”. Os
Por volta do ano 300, por ordem de Diocleciano, Imperador Romano que perseguia os cristãos, Cosme e Damião foram presos e acusados da prática de feitiçaria, pois assim eram vistas pelos pagãos as curas que realizavam. E, por isso, foram condenados à morte. Além de terem sofrido intensas torturas, existem várias versões para a sua morte: amarrados e jogados de um despenhadeiro; na primeira tentativa de matá-los, foram afogados, mas salvos por um anjo; foram lançados ao fogo, que não lhes causou mal algum; apedrejados, as pedras voltaram para trás sem atingilos; por fim, teriam sido decapitados. O ano não pode ser confirmado, mas ocorreu no século IV em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, na Síria, onde foram sepultados. Mais tarde seu corpos foram transferidos para uma igreja dedicada a eles.
Quando o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra dos seus protetores. Mas a fama dos dois correu rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles, construída, a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu num dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data. Inúmeros milagres se deram na sepultura deles. Mas na Umbanda é celebrado no dia 27 de setembro. Por serem considerados muito amigos das crianças, com o passar dos tempos estabeleceu-se popularmente a tradição de prometer doces e guloseimas quando um pedido feito a eles fosse realizado, além de se criar o costume de distribuir doces e brinquedos às crianças, no dia dedicado a eles.
No Brasil, a devoção trazida pelos portugueses misturou-se ao culto africano da tradição Yorubá dos Orixás-Crianças. Segundo a lenda africana, os Orixás-Crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Uma característica da representação de Cosme e Damião, na Umbanda, é que, junto à imagem dos dois irmãos, aparece a de um menino, vestido igual a eles e comumente chamado de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete anos.
Os nomes de são Cosme e são Damião, entretanto, são pronunciados infinitas vezes, todos os dias, no mundo inteiro, porque, a partir do século VI, eles foram incluídos no cânone da missa, fechando o elenco dos mártires citados. Os santos Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina.


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Sábado, 15 de Maio de 2010

Umbanda e as Linhas D'águas


Linha D'água


A linha D'água, nas giras de Umbanda, geralmente se manifesta para purificar e energizar os filhos de santo e assistência.
A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d'água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d'água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
Por isso, quando fizer alguma oferenda no mar, lembre-se: O mar leva, mas também trás, portanto se quiser receber flores, antes de mandá-las ao mar, tire os espinhos.



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Linha D'água


A linha D'água, nas giras de Umbanda, geralmente se manifesta para purificar e energizar os filhos de santo e assistência.
A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d'água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d'água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
Por isso, quando fizer alguma oferenda no mar, lembre-se: O mar leva, mas também trás, portanto se quiser receber flores, antes de mandá-las ao mar, tire os espinhos.



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Linha D'água


A linha D'água, nas giras de Umbanda, geralmente se manifesta para purificar e energizar os filhos de santo e assistência.
A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d'água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d'água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
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A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d'água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d'água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
Por isso, quando fizer alguma oferenda no mar, lembre-se: O mar leva, mas também trás, portanto se quiser receber flores, antes de mandá-las ao mar, tire os espinhos.



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A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d'água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d'água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
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