Terça-feira, 2 de Agosto de 2011

Mediunidade ao encontro do sagrado


Mediunidade com entendimentos, as entidades precisam da sabedoria de cada médium, pois manipulará seu corpo e mente em concordância com seu grau de intelectualidade.
Tela búdica: Tela búdica é uma capa de átomos sub atômicos** entre o duplo etérico e o corpo astral* que serve como uma proteção, impedindo a livre comunicação consciente entre o plano físico e o astral. Isto é, impede a comunicação direta com o plano espiritual. Essa tela pode se romper em situações extremas (ira, intoxicação alcoólica, uso de drogas, chás alucinógenos, etc). Na época da 4a. raça raiz, na Atlântida, todos os homens eram médiuns porque tinham suas telas búdicas muito abertas e permeáveis, o que significa, em palavras simples, que se comunicavam com o plano espiritual de forma permanente. E faziam mal uso disso. Portanto, o médium é todo aquele que possui rombos na tela búdica, por efeito de carma acumulado em vidas passadas. Todo médium de umbanda mexeu com magia no passado. 


1 - Incorporação :
Semiconsciente: o médium cede o corpo astral.
(a entidade atua na vontade, na sabedoria e na atividade).

Inconsciente: a entidade atua também na parte motora.

A incorporação está em vias de desaparecimento, na medida que a tela búdica das pessoas está cada vez menos permeável. Está se fechando. São mais raras, hoje em dia, as pessoas que tem realmente esse tipo de mediunidade. O que acontece, às vezes, é o médium dizer que é totalmente inconsciente, como uma forma de não assumir responsabilidade pelo que diz. Essa mediunidade é mais comum naqueles médiuns mais idosos, em fim de processo mediúnico.

2- Irradiação: sempre consciente (há uma afinidade entre as mentes do médium e da entidade). Não anula a parte motora (só envia vibrações ou ondas de pensamento). O médium capta o pensamento da entidade e o coloca em palavras. O médium tem plena noção do contexto geral do que disse.

3 - Intuição : todos tem (recepção de idéias das entidades - boas ou não).

4 - Missionária : médium sem carma ativo (vibra pelo corpo mental *** entrando no mesmo plano de vibração da entidade, captando e transmitindo informações). Tela búdica integra. Vale lembrar o que foi dito sobre mediunidade não ser um dom e sim uma provação cármica.

5 - Outras : 
- efeitos físicos (é inconsciente) (uso do ectoplasma)**
- materialização (de objetos ou entidades) (uso do ectoplasma)
- cura (é consciente) (uso do ectoplasma)
- transporte (desdobramento consciente)
- psicografia mecânica (rara) (é motora)

Mediunidade Hoje

É interessante notar que neste momento da humanidade em que se está mudando a forma de comunicação das entidades, é natural que o ritual da Umbanda venha igualmente se modificando, na medida que o médium não necessita mais do necessário estímulo para entrar em transe mediúnico, como, por exemplo, o som dos atabaques, girar, etc. Isto porque já há o entendimento de que o médium não está em nenhum tipo de transe (incorporação).

Desta forma também não se pode esperar que o desenvolvimento mediúnico continue se dando como antigamente, quando o médium ficava passivo, esperando que alguma coisa mágica acontecesse com a suposta incorporação. Esperando que algo "tomasse conta de seu corpo e de sua mente. Isto provocava situações constrangedoras pois muitos médiuns se sentiam obrigados a incorporar, incentivados por dirigentes menos informados e não atualizados da evolução da mediunidade. Por conseqüência muitos médiuns em início de carreira se manifestavam através de um processo anímico*, inconscientemente, pois se sentiam obrigados a se manifestar como os demais. Isto é, o pensamento do médium se fixava na obrigação de "imitar o comportamento dos demais médiuns. Por exemplo, naquela casa onde as entidades ao subir, se jogam para trás, ou batem no peito de uma determinada forma, os novos médiuns, desinformados, ficam achando que tem que fazer a mesma coisa, até mesmo para dar credibilidade à manifestação.

Os médiuns precisam compreender que hoje em dia a manifestação das entidades se dá, em sua maioria, por um processo de irradiação (do qual falaremos a seguir). O médium não precisa nem mesmo sentir uma forte irradiação; com o tempo começa a compreender como captar o pensamento da entidade e como se concentrar no chakra relacionado àquela linha de orixá, para perceber melhor então a irradiação e facilitar a comunicação. Processo anímico: animismo, popularmente falando, é quando o médium não está de fato manifestando a entidade desejada ou até mesmo não está manifestando nenhuma entidade. É comum, no desespero do médium para "incorporar a entidade como lhe foi ordenado pelo dirigente, que ele comece a dar passagem para artificiais **, que se aproveitam do desequilíbrio gerado pela situação.

** Artificiais: são formas pensamento criadas, geralmente, por magos negros, que terminam, com o tempo, ganhando vida própria. Falaremos deles em capítulo próprio.

Incorporação Irradiação
Intuição
Missionária
Outras
Obrigações de cabeça

Observações importantes

Existem graus de iniciação de médiuns (entre eles estão as obrigações de cabeça), assim como planos de desenvolvimento. Neste momento de nosso curso não entraremos em detalhes de cada um dos sete graus de iniciação, mas é importante saber pequenas coisas, tais como:

-a iniciação é pessoal, íntima e não necessariamente hierárquica. Isto significa que nem sempre o médium mais adiantado nas iniciações ocupa um cargo mais importante dentro da corrente.

-o médium só poderia de fato aspirar a ser babalaô, pai ou mãe pequenos ou dirigente depois de ter as quatro iniciações inferiores (teria sua tela búdica fechada e não necessitaria passar mais pela mecânica da incorporação a partir daí). E somente até a 3a. iniciação elas poderiam ser determinadas pela vontade do médium.

-somente após a sétima iniciação poderia se auto determinar babalorixá ou mago branco da lei divina, pois teria comunicação direta com as entidades superiores, num contato mente a mente, além de outros atributos.

-são três os planos de desenvolvimento e o médium só poderia aspirar a ser babalorixá quando estiver no terceiro plano, quando seus compromissos cármicos estão se esgotando. É o plano do carma missionário onde não passa mais pela mecânica da incorporação.

-como se vê, o médium pode ter todas as obrigações feitas e, por exemplo, se auto-intitular "babalaô ou isto ou aquilo, mas não ter passado ainda do 3° grau das iniciações inferiores e não ter chegado ainda no 3o. plano de desenvolvimento.

-é preciso sempre distinguir babalaô de babalorixá, sendo estágios completamente diferentes de desenvolvimento do médium. É preciso que se saiba que só existem atualmente dois babalorixás vivos no Brasil, os quais não temos permissão para divulgar os nomes. Vibração original

Vibração original é que é aquela que predominava no momento de seu nascimento desenvolvimento.
Para a identificação da vibração original do médium é verificado o dia de seu nascimento e a qual orixá esta data está relacionada. Temos então a vibração original de médium. Está fórmula também é usada quando as entidades manifestadas na casa pedem que um consulente tome um banho com as ervas de sua vibração original 

Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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publicado por espadadeogum às 20:51
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Mediunidade com entendimentos, as entidades precisam da sabedoria de cada médium, pois manipulará seu corpo e mente em concordância com seu grau de intelectualidade.
Tela búdica: Tela búdica é uma capa de átomos sub atômicos** entre o duplo etérico e o corpo astral* que serve como uma proteção, impedindo a livre comunicação consciente entre o plano físico e o astral. Isto é, impede a comunicação direta com o plano espiritual. Essa tela pode se romper em situações extremas (ira, intoxicação alcoólica, uso de drogas, chás alucinógenos, etc). Na época da 4a. raça raiz, na Atlântida, todos os homens eram médiuns porque tinham suas telas búdicas muito abertas e permeáveis, o que significa, em palavras simples, que se comunicavam com o plano espiritual de forma permanente. E faziam mal uso disso. Portanto, o médium é todo aquele que possui rombos na tela búdica, por efeito de carma acumulado em vidas passadas. Todo médium de umbanda mexeu com magia no passado. 


1 - Incorporação :
Semiconsciente: o médium cede o corpo astral.
(a entidade atua na vontade, na sabedoria e na atividade).

Inconsciente: a entidade atua também na parte motora.

A incorporação está em vias de desaparecimento, na medida que a tela búdica das pessoas está cada vez menos permeável. Está se fechando. São mais raras, hoje em dia, as pessoas que tem realmente esse tipo de mediunidade. O que acontece, às vezes, é o médium dizer que é totalmente inconsciente, como uma forma de não assumir responsabilidade pelo que diz. Essa mediunidade é mais comum naqueles médiuns mais idosos, em fim de processo mediúnico.

2- Irradiação: sempre consciente (há uma afinidade entre as mentes do médium e da entidade). Não anula a parte motora (só envia vibrações ou ondas de pensamento). O médium capta o pensamento da entidade e o coloca em palavras. O médium tem plena noção do contexto geral do que disse.

3 - Intuição : todos tem (recepção de idéias das entidades - boas ou não).

4 - Missionária : médium sem carma ativo (vibra pelo corpo mental *** entrando no mesmo plano de vibração da entidade, captando e transmitindo informações). Tela búdica integra. Vale lembrar o que foi dito sobre mediunidade não ser um dom e sim uma provação cármica.

5 - Outras : 
- efeitos físicos (é inconsciente) (uso do ectoplasma)**
- materialização (de objetos ou entidades) (uso do ectoplasma)
- cura (é consciente) (uso do ectoplasma)
- transporte (desdobramento consciente)
- psicografia mecânica (rara) (é motora)

Mediunidade Hoje

É interessante notar que neste momento da humanidade em que se está mudando a forma de comunicação das entidades, é natural que o ritual da Umbanda venha igualmente se modificando, na medida que o médium não necessita mais do necessário estímulo para entrar em transe mediúnico, como, por exemplo, o som dos atabaques, girar, etc. Isto porque já há o entendimento de que o médium não está em nenhum tipo de transe (incorporação).

Desta forma também não se pode esperar que o desenvolvimento mediúnico continue se dando como antigamente, quando o médium ficava passivo, esperando que alguma coisa mágica acontecesse com a suposta incorporação. Esperando que algo "tomasse conta de seu corpo e de sua mente. Isto provocava situações constrangedoras pois muitos médiuns se sentiam obrigados a incorporar, incentivados por dirigentes menos informados e não atualizados da evolução da mediunidade. Por conseqüência muitos médiuns em início de carreira se manifestavam através de um processo anímico*, inconscientemente, pois se sentiam obrigados a se manifestar como os demais. Isto é, o pensamento do médium se fixava na obrigação de "imitar o comportamento dos demais médiuns. Por exemplo, naquela casa onde as entidades ao subir, se jogam para trás, ou batem no peito de uma determinada forma, os novos médiuns, desinformados, ficam achando que tem que fazer a mesma coisa, até mesmo para dar credibilidade à manifestação.

Os médiuns precisam compreender que hoje em dia a manifestação das entidades se dá, em sua maioria, por um processo de irradiação (do qual falaremos a seguir). O médium não precisa nem mesmo sentir uma forte irradiação; com o tempo começa a compreender como captar o pensamento da entidade e como se concentrar no chakra relacionado àquela linha de orixá, para perceber melhor então a irradiação e facilitar a comunicação. Processo anímico: animismo, popularmente falando, é quando o médium não está de fato manifestando a entidade desejada ou até mesmo não está manifestando nenhuma entidade. É comum, no desespero do médium para "incorporar a entidade como lhe foi ordenado pelo dirigente, que ele comece a dar passagem para artificiais **, que se aproveitam do desequilíbrio gerado pela situação.

** Artificiais: são formas pensamento criadas, geralmente, por magos negros, que terminam, com o tempo, ganhando vida própria. Falaremos deles em capítulo próprio.

Incorporação Irradiação
Intuição
Missionária
Outras
Obrigações de cabeça

Observações importantes

Existem graus de iniciação de médiuns (entre eles estão as obrigações de cabeça), assim como planos de desenvolvimento. Neste momento de nosso curso não entraremos em detalhes de cada um dos sete graus de iniciação, mas é importante saber pequenas coisas, tais como:

-a iniciação é pessoal, íntima e não necessariamente hierárquica. Isto significa que nem sempre o médium mais adiantado nas iniciações ocupa um cargo mais importante dentro da corrente.

-o médium só poderia de fato aspirar a ser babalaô, pai ou mãe pequenos ou dirigente depois de ter as quatro iniciações inferiores (teria sua tela búdica fechada e não necessitaria passar mais pela mecânica da incorporação a partir daí). E somente até a 3a. iniciação elas poderiam ser determinadas pela vontade do médium.

-somente após a sétima iniciação poderia se auto determinar babalorixá ou mago branco da lei divina, pois teria comunicação direta com as entidades superiores, num contato mente a mente, além de outros atributos.

-são três os planos de desenvolvimento e o médium só poderia aspirar a ser babalorixá quando estiver no terceiro plano, quando seus compromissos cármicos estão se esgotando. É o plano do carma missionário onde não passa mais pela mecânica da incorporação.

-como se vê, o médium pode ter todas as obrigações feitas e, por exemplo, se auto-intitular "babalaô ou isto ou aquilo, mas não ter passado ainda do 3° grau das iniciações inferiores e não ter chegado ainda no 3o. plano de desenvolvimento.

-é preciso sempre distinguir babalaô de babalorixá, sendo estágios completamente diferentes de desenvolvimento do médium. É preciso que se saiba que só existem atualmente dois babalorixás vivos no Brasil, os quais não temos permissão para divulgar os nomes. Vibração original

Vibração original é que é aquela que predominava no momento de seu nascimento desenvolvimento.
Para a identificação da vibração original do médium é verificado o dia de seu nascimento e a qual orixá esta data está relacionada. Temos então a vibração original de médium. Está fórmula também é usada quando as entidades manifestadas na casa pedem que um consulente tome um banho com as ervas de sua vibração original 

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Tela búdica: Tela búdica é uma capa de átomos sub atômicos** entre o duplo etérico e o corpo astral* que serve como uma proteção, impedindo a livre comunicação consciente entre o plano físico e o astral. Isto é, impede a comunicação direta com o plano espiritual. Essa tela pode se romper em situações extremas (ira, intoxicação alcoólica, uso de drogas, chás alucinógenos, etc). Na época da 4a. raça raiz, na Atlântida, todos os homens eram médiuns porque tinham suas telas búdicas muito abertas e permeáveis, o que significa, em palavras simples, que se comunicavam com o plano espiritual de forma permanente. E faziam mal uso disso. Portanto, o médium é todo aquele que possui rombos na tela búdica, por efeito de carma acumulado em vidas passadas. Todo médium de umbanda mexeu com magia no passado. 


1 - Incorporação :
Semiconsciente: o médium cede o corpo astral.
(a entidade atua na vontade, na sabedoria e na atividade).

Inconsciente: a entidade atua também na parte motora.

A incorporação está em vias de desaparecimento, na medida que a tela búdica das pessoas está cada vez menos permeável. Está se fechando. São mais raras, hoje em dia, as pessoas que tem realmente esse tipo de mediunidade. O que acontece, às vezes, é o médium dizer que é totalmente inconsciente, como uma forma de não assumir responsabilidade pelo que diz. Essa mediunidade é mais comum naqueles médiuns mais idosos, em fim de processo mediúnico.

2- Irradiação: sempre consciente (há uma afinidade entre as mentes do médium e da entidade). Não anula a parte motora (só envia vibrações ou ondas de pensamento). O médium capta o pensamento da entidade e o coloca em palavras. O médium tem plena noção do contexto geral do que disse.

3 - Intuição : todos tem (recepção de idéias das entidades - boas ou não).

4 - Missionária : médium sem carma ativo (vibra pelo corpo mental *** entrando no mesmo plano de vibração da entidade, captando e transmitindo informações). Tela búdica integra. Vale lembrar o que foi dito sobre mediunidade não ser um dom e sim uma provação cármica.

5 - Outras : 
- efeitos físicos (é inconsciente) (uso do ectoplasma)**
- materialização (de objetos ou entidades) (uso do ectoplasma)
- cura (é consciente) (uso do ectoplasma)
- transporte (desdobramento consciente)
- psicografia mecânica (rara) (é motora)

Mediunidade Hoje

É interessante notar que neste momento da humanidade em que se está mudando a forma de comunicação das entidades, é natural que o ritual da Umbanda venha igualmente se modificando, na medida que o médium não necessita mais do necessário estímulo para entrar em transe mediúnico, como, por exemplo, o som dos atabaques, girar, etc. Isto porque já há o entendimento de que o médium não está em nenhum tipo de transe (incorporação).

Desta forma também não se pode esperar que o desenvolvimento mediúnico continue se dando como antigamente, quando o médium ficava passivo, esperando que alguma coisa mágica acontecesse com a suposta incorporação. Esperando que algo "tomasse conta de seu corpo e de sua mente. Isto provocava situações constrangedoras pois muitos médiuns se sentiam obrigados a incorporar, incentivados por dirigentes menos informados e não atualizados da evolução da mediunidade. Por conseqüência muitos médiuns em início de carreira se manifestavam através de um processo anímico*, inconscientemente, pois se sentiam obrigados a se manifestar como os demais. Isto é, o pensamento do médium se fixava na obrigação de "imitar o comportamento dos demais médiuns. Por exemplo, naquela casa onde as entidades ao subir, se jogam para trás, ou batem no peito de uma determinada forma, os novos médiuns, desinformados, ficam achando que tem que fazer a mesma coisa, até mesmo para dar credibilidade à manifestação.

Os médiuns precisam compreender que hoje em dia a manifestação das entidades se dá, em sua maioria, por um processo de irradiação (do qual falaremos a seguir). O médium não precisa nem mesmo sentir uma forte irradiação; com o tempo começa a compreender como captar o pensamento da entidade e como se concentrar no chakra relacionado àquela linha de orixá, para perceber melhor então a irradiação e facilitar a comunicação. Processo anímico: animismo, popularmente falando, é quando o médium não está de fato manifestando a entidade desejada ou até mesmo não está manifestando nenhuma entidade. É comum, no desespero do médium para "incorporar a entidade como lhe foi ordenado pelo dirigente, que ele comece a dar passagem para artificiais **, que se aproveitam do desequilíbrio gerado pela situação.

** Artificiais: são formas pensamento criadas, geralmente, por magos negros, que terminam, com o tempo, ganhando vida própria. Falaremos deles em capítulo próprio.

Incorporação Irradiação
Intuição
Missionária
Outras
Obrigações de cabeça

Observações importantes

Existem graus de iniciação de médiuns (entre eles estão as obrigações de cabeça), assim como planos de desenvolvimento. Neste momento de nosso curso não entraremos em detalhes de cada um dos sete graus de iniciação, mas é importante saber pequenas coisas, tais como:

-a iniciação é pessoal, íntima e não necessariamente hierárquica. Isto significa que nem sempre o médium mais adiantado nas iniciações ocupa um cargo mais importante dentro da corrente.

-o médium só poderia de fato aspirar a ser babalaô, pai ou mãe pequenos ou dirigente depois de ter as quatro iniciações inferiores (teria sua tela búdica fechada e não necessitaria passar mais pela mecânica da incorporação a partir daí). E somente até a 3a. iniciação elas poderiam ser determinadas pela vontade do médium.

-somente após a sétima iniciação poderia se auto determinar babalorixá ou mago branco da lei divina, pois teria comunicação direta com as entidades superiores, num contato mente a mente, além de outros atributos.

-são três os planos de desenvolvimento e o médium só poderia aspirar a ser babalorixá quando estiver no terceiro plano, quando seus compromissos cármicos estão se esgotando. É o plano do carma missionário onde não passa mais pela mecânica da incorporação.

-como se vê, o médium pode ter todas as obrigações feitas e, por exemplo, se auto-intitular "babalaô ou isto ou aquilo, mas não ter passado ainda do 3° grau das iniciações inferiores e não ter chegado ainda no 3o. plano de desenvolvimento.

-é preciso sempre distinguir babalaô de babalorixá, sendo estágios completamente diferentes de desenvolvimento do médium. É preciso que se saiba que só existem atualmente dois babalorixás vivos no Brasil, os quais não temos permissão para divulgar os nomes. Vibração original

Vibração original é que é aquela que predominava no momento de seu nascimento desenvolvimento.
Para a identificação da vibração original do médium é verificado o dia de seu nascimento e a qual orixá esta data está relacionada. Temos então a vibração original de médium. Está fórmula também é usada quando as entidades manifestadas na casa pedem que um consulente tome um banho com as ervas de sua vibração original 

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Tela búdica: Tela búdica é uma capa de átomos sub atômicos** entre o duplo etérico e o corpo astral* que serve como uma proteção, impedindo a livre comunicação consciente entre o plano físico e o astral. Isto é, impede a comunicação direta com o plano espiritual. Essa tela pode se romper em situações extremas (ira, intoxicação alcoólica, uso de drogas, chás alucinógenos, etc). Na época da 4a. raça raiz, na Atlântida, todos os homens eram médiuns porque tinham suas telas búdicas muito abertas e permeáveis, o que significa, em palavras simples, que se comunicavam com o plano espiritual de forma permanente. E faziam mal uso disso. Portanto, o médium é todo aquele que possui rombos na tela búdica, por efeito de carma acumulado em vidas passadas. Todo médium de umbanda mexeu com magia no passado. 


1 - Incorporação :
Semiconsciente: o médium cede o corpo astral.
(a entidade atua na vontade, na sabedoria e na atividade).

Inconsciente: a entidade atua também na parte motora.

A incorporação está em vias de desaparecimento, na medida que a tela búdica das pessoas está cada vez menos permeável. Está se fechando. São mais raras, hoje em dia, as pessoas que tem realmente esse tipo de mediunidade. O que acontece, às vezes, é o médium dizer que é totalmente inconsciente, como uma forma de não assumir responsabilidade pelo que diz. Essa mediunidade é mais comum naqueles médiuns mais idosos, em fim de processo mediúnico.

2- Irradiação: sempre consciente (há uma afinidade entre as mentes do médium e da entidade). Não anula a parte motora (só envia vibrações ou ondas de pensamento). O médium capta o pensamento da entidade e o coloca em palavras. O médium tem plena noção do contexto geral do que disse.

3 - Intuição : todos tem (recepção de idéias das entidades - boas ou não).

4 - Missionária : médium sem carma ativo (vibra pelo corpo mental *** entrando no mesmo plano de vibração da entidade, captando e transmitindo informações). Tela búdica integra. Vale lembrar o que foi dito sobre mediunidade não ser um dom e sim uma provação cármica.

5 - Outras : 
- efeitos físicos (é inconsciente) (uso do ectoplasma)**
- materialização (de objetos ou entidades) (uso do ectoplasma)
- cura (é consciente) (uso do ectoplasma)
- transporte (desdobramento consciente)
- psicografia mecânica (rara) (é motora)

Mediunidade Hoje

É interessante notar que neste momento da humanidade em que se está mudando a forma de comunicação das entidades, é natural que o ritual da Umbanda venha igualmente se modificando, na medida que o médium não necessita mais do necessário estímulo para entrar em transe mediúnico, como, por exemplo, o som dos atabaques, girar, etc. Isto porque já há o entendimento de que o médium não está em nenhum tipo de transe (incorporação).

Desta forma também não se pode esperar que o desenvolvimento mediúnico continue se dando como antigamente, quando o médium ficava passivo, esperando que alguma coisa mágica acontecesse com a suposta incorporação. Esperando que algo "tomasse conta de seu corpo e de sua mente. Isto provocava situações constrangedoras pois muitos médiuns se sentiam obrigados a incorporar, incentivados por dirigentes menos informados e não atualizados da evolução da mediunidade. Por conseqüência muitos médiuns em início de carreira se manifestavam através de um processo anímico*, inconscientemente, pois se sentiam obrigados a se manifestar como os demais. Isto é, o pensamento do médium se fixava na obrigação de "imitar o comportamento dos demais médiuns. Por exemplo, naquela casa onde as entidades ao subir, se jogam para trás, ou batem no peito de uma determinada forma, os novos médiuns, desinformados, ficam achando que tem que fazer a mesma coisa, até mesmo para dar credibilidade à manifestação.

Os médiuns precisam compreender que hoje em dia a manifestação das entidades se dá, em sua maioria, por um processo de irradiação (do qual falaremos a seguir). O médium não precisa nem mesmo sentir uma forte irradiação; com o tempo começa a compreender como captar o pensamento da entidade e como se concentrar no chakra relacionado àquela linha de orixá, para perceber melhor então a irradiação e facilitar a comunicação. Processo anímico: animismo, popularmente falando, é quando o médium não está de fato manifestando a entidade desejada ou até mesmo não está manifestando nenhuma entidade. É comum, no desespero do médium para "incorporar a entidade como lhe foi ordenado pelo dirigente, que ele comece a dar passagem para artificiais **, que se aproveitam do desequilíbrio gerado pela situação.

** Artificiais: são formas pensamento criadas, geralmente, por magos negros, que terminam, com o tempo, ganhando vida própria. Falaremos deles em capítulo próprio.

Incorporação Irradiação
Intuição
Missionária
Outras
Obrigações de cabeça

Observações importantes

Existem graus de iniciação de médiuns (entre eles estão as obrigações de cabeça), assim como planos de desenvolvimento. Neste momento de nosso curso não entraremos em detalhes de cada um dos sete graus de iniciação, mas é importante saber pequenas coisas, tais como:

-a iniciação é pessoal, íntima e não necessariamente hierárquica. Isto significa que nem sempre o médium mais adiantado nas iniciações ocupa um cargo mais importante dentro da corrente.

-o médium só poderia de fato aspirar a ser babalaô, pai ou mãe pequenos ou dirigente depois de ter as quatro iniciações inferiores (teria sua tela búdica fechada e não necessitaria passar mais pela mecânica da incorporação a partir daí). E somente até a 3a. iniciação elas poderiam ser determinadas pela vontade do médium.

-somente após a sétima iniciação poderia se auto determinar babalorixá ou mago branco da lei divina, pois teria comunicação direta com as entidades superiores, num contato mente a mente, além de outros atributos.

-são três os planos de desenvolvimento e o médium só poderia aspirar a ser babalorixá quando estiver no terceiro plano, quando seus compromissos cármicos estão se esgotando. É o plano do carma missionário onde não passa mais pela mecânica da incorporação.

-como se vê, o médium pode ter todas as obrigações feitas e, por exemplo, se auto-intitular "babalaô ou isto ou aquilo, mas não ter passado ainda do 3° grau das iniciações inferiores e não ter chegado ainda no 3o. plano de desenvolvimento.

-é preciso sempre distinguir babalaô de babalorixá, sendo estágios completamente diferentes de desenvolvimento do médium. É preciso que se saiba que só existem atualmente dois babalorixás vivos no Brasil, os quais não temos permissão para divulgar os nomes. Vibração original

Vibração original é que é aquela que predominava no momento de seu nascimento desenvolvimento.
Para a identificação da vibração original do médium é verificado o dia de seu nascimento e a qual orixá esta data está relacionada. Temos então a vibração original de médium. Está fórmula também é usada quando as entidades manifestadas na casa pedem que um consulente tome um banho com as ervas de sua vibração original 

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Domingo, 31 de Julho de 2011

O que é Mediunidade?



Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.
Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.

Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

PERGUNTA FREQÜENTE

Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.






Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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O que é Mediunidade?



Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.
Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.

Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

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Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.






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Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.
Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.

Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

PERGUNTA FREQÜENTE

Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.






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Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.
Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.

Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

PERGUNTA FREQÜENTE

Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.






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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

Mediunidade como conviver com este dom?

Mediunidade conviver com este dom, é estar presente no mundo e ser um pastor do rebanho de Deus.

Queridos irmãos, não se chega a Deus se não for pela caridade, muitas vezes somos chamados por nomes que não somos, acreditam que fazemos o mal e caminhamos em estradas erradas, usam a nós médiuns como o produto final das coisas que aconteceram de errado com as pessoas, e o pior para retirar nossas "macumbas", pedem dinheiro, coisa que nós médiuns repugnamos, pois não existem moedas de trocas para os erros espirituais, e acreditem será conosco que viram aqueles que devem pagar seus erros no mundo espiritual.
Pai Emidio de Ogum

Leia mais em Mais Informações


A mediunidade é um canal entre nós
e a dimensão espiritual.
Ele pode ser de luz ou de sombras...
 Cabe ao médium iluminar esse canal com os valores mais
nobres da vida, utilizando-o para a prática do bem...
 ... ou torná-lo em instrumento de interesses
 rasteiros, gerando sofrimentos para si mesmo,
nesta mesma vida e em futuras reencarnações.
 Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.

Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.
Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

PERGUNTA FREQÜENTE

Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.

Nos meios espíritas é onde o médium poderá
encontrar maior segurança para suas atividades,
porque  é onde melhor se conhece e mais
seguramente se trabalha no
campo mediúnico.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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Mediunidade como conviver com este dom?

Mediunidade conviver com este dom, é estar presente no mundo e ser um pastor do rebanho de Deus.

Queridos irmãos, não se chega a Deus se não for pela caridade, muitas vezes somos chamados por nomes que não somos, acreditam que fazemos o mal e caminhamos em estradas erradas, usam a nós médiuns como o produto final das coisas que aconteceram de errado com as pessoas, e o pior para retirar nossas "macumbas", pedem dinheiro, coisa que nós médiuns repugnamos, pois não existem moedas de trocas para os erros espirituais, e acreditem será conosco que viram aqueles que devem pagar seus erros no mundo espiritual.
Pai Emidio de Ogum

Leia mais em Mais Informações


A mediunidade é um canal entre nós
e a dimensão espiritual.
Ele pode ser de luz ou de sombras...
 Cabe ao médium iluminar esse canal com os valores mais
nobres da vida, utilizando-o para a prática do bem...
 ... ou torná-lo em instrumento de interesses
 rasteiros, gerando sofrimentos para si mesmo,
nesta mesma vida e em futuras reencarnações.
 Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.
Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.

Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.
Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.
Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.
Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.
Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.
Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.
Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.
O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.
Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.
Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.
E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.
Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.
Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE

É possível que todas as pessoas sejam médiuns?

De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.
Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.
Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.
Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

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Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?

As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.
Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.

Nos meios espíritas é onde o médium poderá
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porque  é onde melhor se conhece e mais
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