Domingo, 27 de Março de 2011

O que é Mesa Branca?



MESA BRANCA
Mesa Branca é a prática da mediunidade espiritualista com base nos ensinamentos de Jesus e desenvolvida a partir das orientações de um ou mais guias espirituais (espíritos ou entidades que cuidam dos trabalhos da casa). Apesar de estar presente em alguns cultos religiosos sob o nome de “Umbanda de Mesa” e “Sessão Astral”, a Mesa Branca é praticada de forma independente e normalmente não está ligada diretamente a qualquer religião.
A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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MESA BRANCA
Mesa Branca é a prática da mediunidade espiritualista com base nos ensinamentos de Jesus e desenvolvida a partir das orientações de um ou mais guias espirituais (espíritos ou entidades que cuidam dos trabalhos da casa). Apesar de estar presente em alguns cultos religiosos sob o nome de “Umbanda de Mesa” e “Sessão Astral”, a Mesa Branca é praticada de forma independente e normalmente não está ligada diretamente a qualquer religião.
A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.


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MESA BRANCA
Mesa Branca é a prática da mediunidade espiritualista com base nos ensinamentos de Jesus e desenvolvida a partir das orientações de um ou mais guias espirituais (espíritos ou entidades que cuidam dos trabalhos da casa). Apesar de estar presente em alguns cultos religiosos sob o nome de “Umbanda de Mesa” e “Sessão Astral”, a Mesa Branca é praticada de forma independente e normalmente não está ligada diretamente a qualquer religião.
A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.


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A “mesa” em si é um objeto indispensável nas sessões uma vez que serve de apoio e contato material para os trabalhos de um modo em geral. É, em volta da “mesa”, que os médiuns se reúnem para uma sessão; é a partir dela que é realizado um estudo, uma preleção, uma consulta ou uma comunicação mediúnica; é através dela, ainda, que os médiuns realizam seus trabalhos e é sobre ela que são colocadas as oferendas; é, enfim, por meio de uma mesa, que se faz o desenvolvimento e a aplicação da mediunidade espiritualista dentre os seus adeptos.
A prática de reuniões frívolas e trabalhos malfazejos que alguns realizaram no passado através do mediunismo de mesa, foi um dos motivos pelo qual se adotou largamente “a cor branca” para diferenciar e demonstrar a boa natureza das sessões promovidas pela casa. A cor branca, segundo a cromoterapia, indica claridade, pureza e iluminação; representa a inocência, a verdade e a integridade do mundo; simboliza o caminho e o esforço em direção à perfeição. É indicada para cura em geral, purificação e abertura à luz. Daí segue o motivo do nome: “mesa branca”.
MESA BRANCA E ESPIRITISMO
Existe uma confusão muito grande em relação a Mesa Branca e o Espiritismo e isso talvez seja motivado pela semelhança que existe em alguns pontos, como por exemplo a comunicação mediúnica com os espíritos e a crença na reencarnação. O Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica codificada em 1857 por Allan Kardec.
A Mesa Branca, por sua vez, é uma doutrina essencialmente religiosa, desenvolvida a partir das práticas mediúnicas do chamado moderno espiritualismo, não tem regras como no Espiritismo, as quais não permitem que seus adeptos estudem ou apliquem procedimentos que não constam em sua codificação. A Mesa Branca é uma prática livre que adota ensinos e procedimentos de outros seguimentos religiosos segundo as orientações dos seus guias. A Mesa Branca é o produto aprimorado daquilo que se conhecia por mediunismo de mesa, cuja raízes surgiram muito antes de Kardec, que até então era conhecida por “telegrafia espiritual”, e depois, por “mesa girante” ou “mesa falante”, foi a responsável por chamar a atenção de Kardec e outros pesquisadores para o fato das manifestações dos espíritos ocorrerem a partir das mesas.
O QUE A MESA BRANCA ACEITA E O ESPIRITISMO NÃO
Algumas diferenças básicas entre um e outro:
1º LIVRE PENSAMENTO e MEDIUNIDADE ABERTA. Em termos de ensino filosófico e prática mediúnica, a Mesa Branca aceita tudo o que os seus guias revelam nas sessões e as mantém como verdades e úteis a instrução de seus adeptos até que se prove o contrário pela experiência prática. O Espiritismo não, uma vez que está preso unicamente aos assuntos de sua codificação, regras estas bem definidas e das quais não se pode afastar.
2º ENERGIA dos ELEMENTOS. A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com as energias vibratórias dos quatro elementos (Terra, Ar, Fogo e Água). O Espiritismo não.
3º ENERGIA dos NÚMEROS e das CORES: A Mesa Branca crê e trabalha abertamente com a vibração dos números (numerologia) e das cores (cromoterapia) . O Espiritismo não.
4º ENERGIA das OFERENDAS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelas oferendas. O Espiritismo não.
5º INFLUÊNCIA dos ASTROS. A Mesa Branca crê e trabalha com a faixa vibratória produzida pelos Astros (Astrologia) . O Espiritismo não.
6º IMAGENS, VELAS, CRISTAIS e INCENSOS. A Mesa Branca crê e trabalha com a influência das imagens, com a força vibratória produzida pelas velas, com o poder dos cristais e com a harmonização ambiente produzida pelos incensos. O Espiritismo não.


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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

MESA BRANCA PASSES MAGNÉTICOS




PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
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MESA BRANCA PASSES MAGNÉTICOS




PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
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PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
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MESA BRANCA PASSES MAGNÉTICOS




PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 23:06
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MESA BRANCA PASSES MAGNÉTICOS




PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
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MESA BRANCA PASSES MAGNÉTICOS




PASSES MAGNÉTICOS
PASSES ESPIRIUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.


A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.


A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE 

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal:
a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos;
b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -
Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -
Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -
Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -
O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA - 
A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -
A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -
Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -
O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -
Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -
Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -
A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -
Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.


OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.


A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.


O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.


Salve todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 23:06
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