Domingo, 11 de Setembro de 2011

Regressão de Vidas Passadas


Queridos irmãos, vamos falar um pouco sobre vidas passadas, mas como entende-las se talvez você não aceite a reeencarnação, o assunto é muito complexo, pois precisamos preparar nossa mente e nosso corpo, a aceitação deve ser íntima e totalmente sem pudor, todos imaginam serem em outras vidas príncipes ou rainhas, mas escravos são poucos, alias nossas vidas, são eternas mutantes, sempre no aperfeiçoamento ou em punições de nossos carmas adqueridos então ter sido um escravo e poderia ser uma passagem de evolução, pois o aprendizado é muito grande, hoje poucas pessoas entendem de fato o espiritismo e não percebem que adquirem um carma muito grande falando ou praticando algo contra os princípios da humanidade de nosso senhor Deus.


Imagine que você é simplesmente uma casca, que dentro de você existe uma central de energias, essa central da vida ao seu corpo físico e comanda suas atitudes, essa central é sua alma, que abitará por diversas vezes algumas matérias, até que atingirá um ponto evolutivo e não mais precisará retornar em outro corpo, assim será um espírito de luz, aqueles que conhecemos nos centros espíritas e casas de Umbanda e Candomblé, mas também quando se pratica o mal, nossa alma sofre fica a espera de uma nova oportunidade, que somente será dada novamente após passar pelo Umbral, então saiba que nunca é tarde para iniciar a prática dos bons costumes, ser uma pessoa boa, pois somente com caridade se chega ao Pai.
Pai Emidio de Ogum


Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.


Francisco Cândido Xavier



A crença na reencarnação existe no Hinduísmo (Índia), Lamaísmo (Tibete) e Budismo (Ceilão, Coréia e em todo o sudoeste asiático).

Aprenda a técnica de regressão mas antes de pratica-la aprende que somente com amor ao próximo poderás amar a sí mesmo.

O conhecimento íntimo de nossas próprias reencarnações torna-se uma necessidade vital. Até mesmo os homens primitivos, como os de "Neanderthal" na pré-história da humanidade, já enterravam seus mortos na posição fetal, fato que indicava sua crença num renascimento.
A alma está diretamente ligada a um segundo corpo, um veículo energético da psiquê humana que sobrevive após a morte física, então cuida da sua alma seja uma pessoa que cultiva o amor.
O primeiro ponto é considerar que não nascemos no momento exato que julgamos tê-lo feito - somente nosso corpo físico nasce neste momento. O Eu Verdadeiro já existe em sua plenitude, no espaço-tempo, antes do nascimento.
O Eu Verdadeiro é uma entidade de potencial enorme. Ela precisa de experiências para que possa evoluir, usando um veículo, que é o corpo humano. Entretanto, o Eu Essencial jamais encarna em sua totalidade.
Quando o corpo físico morre, o Eu Essencial volta a sua origem, onde as experiências a que foi submetido são avaliadas e integradas em sua estrutura essencial, e assim, numa seqüência de encarnações através do Eu Essencial, vivenciamos as leis do universo.
Obteremos informações de nossas vidas passadas, esquecidas em parte pela dor do parto, sem lidar com estados hipnóticos.
Certas doenças físicas ou psicológicas têm origem em uma encarnação passada e que, sem o conhecimento dessa encarnação, tais enfermidades apresentam grande dificuldade de cura.
Algumas doenças estão relacionadas com vidas passadas: alergias, dores de cabeça, problemas nas costas, recuperação lenta após cirurgia etc.

Nem sempre a doença é uma simples repressão de alguma dor emocional numa vida anterior. Pode ser a necessidade do Eu superior em se manifestar para alertar o indivíduo de fatos que ele possa estar cometendo, como: intolerância por outras pessoas, falta de vontade de ajudar os outros, preguiça para desenvolver potenciais criativos que estão lutando para serem expressos.
A lista abaixo apresenta alguns medos comuns que podem ser eliminados através da regressão de memória:





# Acarofobia: medo de coceira ou de contrair sarna
# Acrofobia: medo de lugares elevados
# Agorafobia: medo de multidões ou de espaços abertos
# Aictiofobia: medo de objetos pontudos e afiados
# Ailurofobia: medo de gatos
# Algofobia: medo de dor
# Androfobia: medo de homens
# Anemofobia: medo do vento
# Aquafobia: medo da água
# Aracnofobia: medo de aranhas
# Astrofobia: medo de trovões e relâmpagos ou do espaço celeste
# Autofobia: medo de si mesmo
# Belonafobia: medo de alfinetes e agulhas
# Caetofobia: medo de pêlo
# Cinofobia: medo de cães
# Claustrofobia: medo de espaços fechados
# Clinofobia: medo de se deitar
# Coitofobia: medo do coito sexual
# Decidofobia: medo de decisões
# Dendrofobia: medo das árvores
# Domatofobia: medo do confinamento em casa
# Estasiofobia: medo de ficar de pé
# Fobofobia: medo de ter medo
# Hermatofobia: medo de sangue
# Herpetofobia: medo de seres rastejantes
# Necrofobia: medo de cadáveres
# Nictofobia: medo da escuridão ou da noite
# Oclofobia: medo da plebe ou das multidões
# Panfobia: medo de tudo
# Pendofobia: medo de crianças
# Ponofobia: medo de dor e fadiga ou trabalho
# Pterofobia: medo de penas
# Tanatofobia: medo da morte
# Tafofobia: medo de ser enterrado vivo
# Xenofobia:medo de estrangeiros


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
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Regressão de Vidas Passadas


Queridos irmãos, vamos falar um pouco sobre vidas passadas, mas como entende-las se talvez você não aceite a reeencarnação, o assunto é muito complexo, pois precisamos preparar nossa mente e nosso corpo, a aceitação deve ser íntima e totalmente sem pudor, todos imaginam serem em outras vidas príncipes ou rainhas, mas escravos são poucos, alias nossas vidas, são eternas mutantes, sempre no aperfeiçoamento ou em punições de nossos carmas adqueridos então ter sido um escravo e poderia ser uma passagem de evolução, pois o aprendizado é muito grande, hoje poucas pessoas entendem de fato o espiritismo e não percebem que adquirem um carma muito grande falando ou praticando algo contra os princípios da humanidade de nosso senhor Deus.


Imagine que você é simplesmente uma casca, que dentro de você existe uma central de energias, essa central da vida ao seu corpo físico e comanda suas atitudes, essa central é sua alma, que abitará por diversas vezes algumas matérias, até que atingirá um ponto evolutivo e não mais precisará retornar em outro corpo, assim será um espírito de luz, aqueles que conhecemos nos centros espíritas e casas de Umbanda e Candomblé, mas também quando se pratica o mal, nossa alma sofre fica a espera de uma nova oportunidade, que somente será dada novamente após passar pelo Umbral, então saiba que nunca é tarde para iniciar a prática dos bons costumes, ser uma pessoa boa, pois somente com caridade se chega ao Pai.
Pai Emidio de Ogum


Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.


Francisco Cândido Xavier



A crença na reencarnação existe no Hinduísmo (Índia), Lamaísmo (Tibete) e Budismo (Ceilão, Coréia e em todo o sudoeste asiático).

Aprenda a técnica de regressão mas antes de pratica-la aprende que somente com amor ao próximo poderás amar a sí mesmo.

O conhecimento íntimo de nossas próprias reencarnações torna-se uma necessidade vital. Até mesmo os homens primitivos, como os de "Neanderthal" na pré-história da humanidade, já enterravam seus mortos na posição fetal, fato que indicava sua crença num renascimento.
A alma está diretamente ligada a um segundo corpo, um veículo energético da psiquê humana que sobrevive após a morte física, então cuida da sua alma seja uma pessoa que cultiva o amor.
O primeiro ponto é considerar que não nascemos no momento exato que julgamos tê-lo feito - somente nosso corpo físico nasce neste momento. O Eu Verdadeiro já existe em sua plenitude, no espaço-tempo, antes do nascimento.
O Eu Verdadeiro é uma entidade de potencial enorme. Ela precisa de experiências para que possa evoluir, usando um veículo, que é o corpo humano. Entretanto, o Eu Essencial jamais encarna em sua totalidade.
Quando o corpo físico morre, o Eu Essencial volta a sua origem, onde as experiências a que foi submetido são avaliadas e integradas em sua estrutura essencial, e assim, numa seqüência de encarnações através do Eu Essencial, vivenciamos as leis do universo.
Obteremos informações de nossas vidas passadas, esquecidas em parte pela dor do parto, sem lidar com estados hipnóticos.
Certas doenças físicas ou psicológicas têm origem em uma encarnação passada e que, sem o conhecimento dessa encarnação, tais enfermidades apresentam grande dificuldade de cura.
Algumas doenças estão relacionadas com vidas passadas: alergias, dores de cabeça, problemas nas costas, recuperação lenta após cirurgia etc.

Nem sempre a doença é uma simples repressão de alguma dor emocional numa vida anterior. Pode ser a necessidade do Eu superior em se manifestar para alertar o indivíduo de fatos que ele possa estar cometendo, como: intolerância por outras pessoas, falta de vontade de ajudar os outros, preguiça para desenvolver potenciais criativos que estão lutando para serem expressos.
A lista abaixo apresenta alguns medos comuns que podem ser eliminados através da regressão de memória:





# Acarofobia: medo de coceira ou de contrair sarna
# Acrofobia: medo de lugares elevados
# Agorafobia: medo de multidões ou de espaços abertos
# Aictiofobia: medo de objetos pontudos e afiados
# Ailurofobia: medo de gatos
# Algofobia: medo de dor
# Androfobia: medo de homens
# Anemofobia: medo do vento
# Aquafobia: medo da água
# Aracnofobia: medo de aranhas
# Astrofobia: medo de trovões e relâmpagos ou do espaço celeste
# Autofobia: medo de si mesmo
# Belonafobia: medo de alfinetes e agulhas
# Caetofobia: medo de pêlo
# Cinofobia: medo de cães
# Claustrofobia: medo de espaços fechados
# Clinofobia: medo de se deitar
# Coitofobia: medo do coito sexual
# Decidofobia: medo de decisões
# Dendrofobia: medo das árvores
# Domatofobia: medo do confinamento em casa
# Estasiofobia: medo de ficar de pé
# Fobofobia: medo de ter medo
# Hermatofobia: medo de sangue
# Herpetofobia: medo de seres rastejantes
# Necrofobia: medo de cadáveres
# Nictofobia: medo da escuridão ou da noite
# Oclofobia: medo da plebe ou das multidões
# Panfobia: medo de tudo
# Pendofobia: medo de crianças
# Ponofobia: medo de dor e fadiga ou trabalho
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Imagine que você é simplesmente uma casca, que dentro de você existe uma central de energias, essa central da vida ao seu corpo físico e comanda suas atitudes, essa central é sua alma, que abitará por diversas vezes algumas matérias, até que atingirá um ponto evolutivo e não mais precisará retornar em outro corpo, assim será um espírito de luz, aqueles que conhecemos nos centros espíritas e casas de Umbanda e Candomblé, mas também quando se pratica o mal, nossa alma sofre fica a espera de uma nova oportunidade, que somente será dada novamente após passar pelo Umbral, então saiba que nunca é tarde para iniciar a prática dos bons costumes, ser uma pessoa boa, pois somente com caridade se chega ao Pai.
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Francisco Cândido Xavier



A crença na reencarnação existe no Hinduísmo (Índia), Lamaísmo (Tibete) e Budismo (Ceilão, Coréia e em todo o sudoeste asiático).

Aprenda a técnica de regressão mas antes de pratica-la aprende que somente com amor ao próximo poderás amar a sí mesmo.

O conhecimento íntimo de nossas próprias reencarnações torna-se uma necessidade vital. Até mesmo os homens primitivos, como os de "Neanderthal" na pré-história da humanidade, já enterravam seus mortos na posição fetal, fato que indicava sua crença num renascimento.
A alma está diretamente ligada a um segundo corpo, um veículo energético da psiquê humana que sobrevive após a morte física, então cuida da sua alma seja uma pessoa que cultiva o amor.
O primeiro ponto é considerar que não nascemos no momento exato que julgamos tê-lo feito - somente nosso corpo físico nasce neste momento. O Eu Verdadeiro já existe em sua plenitude, no espaço-tempo, antes do nascimento.
O Eu Verdadeiro é uma entidade de potencial enorme. Ela precisa de experiências para que possa evoluir, usando um veículo, que é o corpo humano. Entretanto, o Eu Essencial jamais encarna em sua totalidade.
Quando o corpo físico morre, o Eu Essencial volta a sua origem, onde as experiências a que foi submetido são avaliadas e integradas em sua estrutura essencial, e assim, numa seqüência de encarnações através do Eu Essencial, vivenciamos as leis do universo.
Obteremos informações de nossas vidas passadas, esquecidas em parte pela dor do parto, sem lidar com estados hipnóticos.
Certas doenças físicas ou psicológicas têm origem em uma encarnação passada e que, sem o conhecimento dessa encarnação, tais enfermidades apresentam grande dificuldade de cura.
Algumas doenças estão relacionadas com vidas passadas: alergias, dores de cabeça, problemas nas costas, recuperação lenta após cirurgia etc.

Nem sempre a doença é uma simples repressão de alguma dor emocional numa vida anterior. Pode ser a necessidade do Eu superior em se manifestar para alertar o indivíduo de fatos que ele possa estar cometendo, como: intolerância por outras pessoas, falta de vontade de ajudar os outros, preguiça para desenvolver potenciais criativos que estão lutando para serem expressos.
A lista abaixo apresenta alguns medos comuns que podem ser eliminados através da regressão de memória:





# Acarofobia: medo de coceira ou de contrair sarna
# Acrofobia: medo de lugares elevados
# Agorafobia: medo de multidões ou de espaços abertos
# Aictiofobia: medo de objetos pontudos e afiados
# Ailurofobia: medo de gatos
# Algofobia: medo de dor
# Androfobia: medo de homens
# Anemofobia: medo do vento
# Aquafobia: medo da água
# Aracnofobia: medo de aranhas
# Astrofobia: medo de trovões e relâmpagos ou do espaço celeste
# Autofobia: medo de si mesmo
# Belonafobia: medo de alfinetes e agulhas
# Caetofobia: medo de pêlo
# Cinofobia: medo de cães
# Claustrofobia: medo de espaços fechados
# Clinofobia: medo de se deitar
# Coitofobia: medo do coito sexual
# Decidofobia: medo de decisões
# Dendrofobia: medo das árvores
# Domatofobia: medo do confinamento em casa
# Estasiofobia: medo de ficar de pé
# Fobofobia: medo de ter medo
# Hermatofobia: medo de sangue
# Herpetofobia: medo de seres rastejantes
# Necrofobia: medo de cadáveres
# Nictofobia: medo da escuridão ou da noite
# Oclofobia: medo da plebe ou das multidões
# Panfobia: medo de tudo
# Pendofobia: medo de crianças
# Ponofobia: medo de dor e fadiga ou trabalho
# Pterofobia: medo de penas
# Tanatofobia: medo da morte
# Tafofobia: medo de ser enterrado vivo
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Imagine que você é simplesmente uma casca, que dentro de você existe uma central de energias, essa central da vida ao seu corpo físico e comanda suas atitudes, essa central é sua alma, que abitará por diversas vezes algumas matérias, até que atingirá um ponto evolutivo e não mais precisará retornar em outro corpo, assim será um espírito de luz, aqueles que conhecemos nos centros espíritas e casas de Umbanda e Candomblé, mas também quando se pratica o mal, nossa alma sofre fica a espera de uma nova oportunidade, que somente será dada novamente após passar pelo Umbral, então saiba que nunca é tarde para iniciar a prática dos bons costumes, ser uma pessoa boa, pois somente com caridade se chega ao Pai.
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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.


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A crença na reencarnação existe no Hinduísmo (Índia), Lamaísmo (Tibete) e Budismo (Ceilão, Coréia e em todo o sudoeste asiático).

Aprenda a técnica de regressão mas antes de pratica-la aprende que somente com amor ao próximo poderás amar a sí mesmo.

O conhecimento íntimo de nossas próprias reencarnações torna-se uma necessidade vital. Até mesmo os homens primitivos, como os de "Neanderthal" na pré-história da humanidade, já enterravam seus mortos na posição fetal, fato que indicava sua crença num renascimento.
A alma está diretamente ligada a um segundo corpo, um veículo energético da psiquê humana que sobrevive após a morte física, então cuida da sua alma seja uma pessoa que cultiva o amor.
O primeiro ponto é considerar que não nascemos no momento exato que julgamos tê-lo feito - somente nosso corpo físico nasce neste momento. O Eu Verdadeiro já existe em sua plenitude, no espaço-tempo, antes do nascimento.
O Eu Verdadeiro é uma entidade de potencial enorme. Ela precisa de experiências para que possa evoluir, usando um veículo, que é o corpo humano. Entretanto, o Eu Essencial jamais encarna em sua totalidade.
Quando o corpo físico morre, o Eu Essencial volta a sua origem, onde as experiências a que foi submetido são avaliadas e integradas em sua estrutura essencial, e assim, numa seqüência de encarnações através do Eu Essencial, vivenciamos as leis do universo.
Obteremos informações de nossas vidas passadas, esquecidas em parte pela dor do parto, sem lidar com estados hipnóticos.
Certas doenças físicas ou psicológicas têm origem em uma encarnação passada e que, sem o conhecimento dessa encarnação, tais enfermidades apresentam grande dificuldade de cura.
Algumas doenças estão relacionadas com vidas passadas: alergias, dores de cabeça, problemas nas costas, recuperação lenta após cirurgia etc.

Nem sempre a doença é uma simples repressão de alguma dor emocional numa vida anterior. Pode ser a necessidade do Eu superior em se manifestar para alertar o indivíduo de fatos que ele possa estar cometendo, como: intolerância por outras pessoas, falta de vontade de ajudar os outros, preguiça para desenvolver potenciais criativos que estão lutando para serem expressos.
A lista abaixo apresenta alguns medos comuns que podem ser eliminados através da regressão de memória:





# Acarofobia: medo de coceira ou de contrair sarna
# Acrofobia: medo de lugares elevados
# Agorafobia: medo de multidões ou de espaços abertos
# Aictiofobia: medo de objetos pontudos e afiados
# Ailurofobia: medo de gatos
# Algofobia: medo de dor
# Androfobia: medo de homens
# Anemofobia: medo do vento
# Aquafobia: medo da água
# Aracnofobia: medo de aranhas
# Astrofobia: medo de trovões e relâmpagos ou do espaço celeste
# Autofobia: medo de si mesmo
# Belonafobia: medo de alfinetes e agulhas
# Caetofobia: medo de pêlo
# Cinofobia: medo de cães
# Claustrofobia: medo de espaços fechados
# Clinofobia: medo de se deitar
# Coitofobia: medo do coito sexual
# Decidofobia: medo de decisões
# Dendrofobia: medo das árvores
# Domatofobia: medo do confinamento em casa
# Estasiofobia: medo de ficar de pé
# Fobofobia: medo de ter medo
# Hermatofobia: medo de sangue
# Herpetofobia: medo de seres rastejantes
# Necrofobia: medo de cadáveres
# Nictofobia: medo da escuridão ou da noite
# Oclofobia: medo da plebe ou das multidões
# Panfobia: medo de tudo
# Pendofobia: medo de crianças
# Ponofobia: medo de dor e fadiga ou trabalho
# Pterofobia: medo de penas
# Tanatofobia: medo da morte
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# Xenofobia:medo de estrangeiros


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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Reencarnação


Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
publicado por espadadeogum às 19:07
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Reencarnação


Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
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Reencarnação


Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
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Reencarnação


Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
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Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
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Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e justiça de quem a instituiu?
Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”
Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.
Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.
Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)
Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.
Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.
Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.
Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.
Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.
No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.
Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”
A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?
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