Sábado, 15 de Maio de 2010

Tarôt e os 22 arcanos maiores






TARÔT



Os 22 arcanos maiores como a história da evolução do indivíduo

O conjunto das 7 primeiras cartas representa o desenvolvimento das qualidades do arcano O Mago, cuja culminância é o imperador vitorioso - O Carro.



O homem - O Mago - vem ao mundo tendo à sua disposição as 4 funções psíquicas representadas pelos 4 naipes: espadas-ar (faca, punhal) = pensamento; copas-água (taça, cálice, copo) = sentimento; paus-fogo (bastão, clava) = intuição; ouros-terra (moeda, roda) = sensação. É também o princípio masculino, ativo, que pode ser associado ao animus. A Sacerdotisa representa a necessidade de parar, de se tornar receptivo para se aprimorar espiritualmente, e pode ser associada à anima. Na sua trajetória inicial, o homem aprende primeiro a lidar com os pais - A Imperatriz e O Imperador. Depois, entra em contato com as instituições socializadoras - a religião e a escola - simbolizadas pelo arcano O Sumo Sacerdote. Então aprende a fazer uma escolha e o reconhecimento de sua identidade sexual, transferindo os laços edípicos para outras pessoas - O Enamorado. Se a escolha é bem feita, ele assume a persona, assume a si mesmo - O Carro - como veículo para viver em sociedade e conduzir a própria vida. Esta primeira fase representa a atitude extrovertida.


O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



O ciclo seguinte, de 4 cartas, é a conseqüência externa do anterior. A Casa de Deus (A Torre) - destruição; A Estrela - reconhecimento de que há influências cósmicas; A Lua - ilusões que impedem o homem de chegar àquilo que ele é; O Sol - a necessidade de encarar a realidade e abandonar A Lua.


As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



Paz Amor e Harmonia 
Emidio de Ogum 
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O conjunto das 7 primeiras cartas representa o desenvolvimento das qualidades do arcano O Mago, cuja culminância é o imperador vitorioso - O Carro.



O homem - O Mago - vem ao mundo tendo à sua disposição as 4 funções psíquicas representadas pelos 4 naipes: espadas-ar (faca, punhal) = pensamento; copas-água (taça, cálice, copo) = sentimento; paus-fogo (bastão, clava) = intuição; ouros-terra (moeda, roda) = sensação. É também o princípio masculino, ativo, que pode ser associado ao animus. A Sacerdotisa representa a necessidade de parar, de se tornar receptivo para se aprimorar espiritualmente, e pode ser associada à anima. Na sua trajetória inicial, o homem aprende primeiro a lidar com os pais - A Imperatriz e O Imperador. Depois, entra em contato com as instituições socializadoras - a religião e a escola - simbolizadas pelo arcano O Sumo Sacerdote. Então aprende a fazer uma escolha e o reconhecimento de sua identidade sexual, transferindo os laços edípicos para outras pessoas - O Enamorado. Se a escolha é bem feita, ele assume a persona, assume a si mesmo - O Carro - como veículo para viver em sociedade e conduzir a própria vida. Esta primeira fase representa a atitude extrovertida.


O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



O ciclo seguinte, de 4 cartas, é a conseqüência externa do anterior. A Casa de Deus (A Torre) - destruição; A Estrela - reconhecimento de que há influências cósmicas; A Lua - ilusões que impedem o homem de chegar àquilo que ele é; O Sol - a necessidade de encarar a realidade e abandonar A Lua.


As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



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O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



O ciclo seguinte, de 4 cartas, é a conseqüência externa do anterior. A Casa de Deus (A Torre) - destruição; A Estrela - reconhecimento de que há influências cósmicas; A Lua - ilusões que impedem o homem de chegar àquilo que ele é; O Sol - a necessidade de encarar a realidade e abandonar A Lua.


As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



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O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



O ciclo seguinte, de 4 cartas, é a conseqüência externa do anterior. A Casa de Deus (A Torre) - destruição; A Estrela - reconhecimento de que há influências cósmicas; A Lua - ilusões que impedem o homem de chegar àquilo que ele é; O Sol - a necessidade de encarar a realidade e abandonar A Lua.


As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



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O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



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As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



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O homem - O Mago - vem ao mundo tendo à sua disposição as 4 funções psíquicas representadas pelos 4 naipes: espadas-ar (faca, punhal) = pensamento; copas-água (taça, cálice, copo) = sentimento; paus-fogo (bastão, clava) = intuição; ouros-terra (moeda, roda) = sensação. É também o princípio masculino, ativo, que pode ser associado ao animus. A Sacerdotisa representa a necessidade de parar, de se tornar receptivo para se aprimorar espiritualmente, e pode ser associada à anima. Na sua trajetória inicial, o homem aprende primeiro a lidar com os pais - A Imperatriz e O Imperador. Depois, entra em contato com as instituições socializadoras - a religião e a escola - simbolizadas pelo arcano O Sumo Sacerdote. Então aprende a fazer uma escolha e o reconhecimento de sua identidade sexual, transferindo os laços edípicos para outras pessoas - O Enamorado. Se a escolha é bem feita, ele assume a persona, assume a si mesmo - O Carro - como veículo para viver em sociedade e conduzir a própria vida. Esta primeira fase representa a atitude extrovertida.


O segundo ciclo é representado pelo conjunto das 5 cartas seguintes e corresponde à segunda parte da vida, à atitude introvertida e ao início do processo de individuação. Este conjunto apoia-se no conceito de que a realidade, tal como a conhecemos, é ilusória. A Justiça é o primeiro passo para esse reconhecimento e ensina a pesar, a medir e a eliminar o que é desnecessário. O Ermitão é a volta ao passado para se iluminar - a auto-análise e a busca dos fatores que condicionaram a atitude presente. O autoconhecimento leva à constatação da evolução constante do mundo como fator dominante e dos determinismos biológicos e sociológicos - A Roda da Fortuna. Começa então e enfrentar aquilo que vem a ser a sua herança biológica, representada pela carta A Força - os instintos de agressão e sexualidade. Esta carta representa o confronto com as nossas sombras. Prosseguindo, entra em contato com seu caos interior e sua impotência básica - O Enforcado.



O conjunto das próximas 3 cartas completa o ciclo anterior e representa os elementos que deverão ser usados ou combatidos para uma evolução interna. Se supera a preguiça e desamarra o nó do Enforcado, estabelece relação com A Morte, aprendendo a cortar o que não presta, transformando-se inevitavelmente; e, se for bem sucedido, chega ao rejuvenescimento. Ingressa, então, em um novo plano mais elevado, operando uma transmutação alquímica interior, representada pelo arcano A Temperança. Feito tudo isso, pode cair na tentação de usar o que aprendeu para obter poder sobre os outros - O Diabo.



O ciclo seguinte, de 4 cartas, é a conseqüência externa do anterior. A Casa de Deus (A Torre) - destruição; A Estrela - reconhecimento de que há influências cósmicas; A Lua - ilusões que impedem o homem de chegar àquilo que ele é; O Sol - a necessidade de encarar a realidade e abandonar A Lua.


As 3 últimas cartas mostram a conclusão do processo de evolução. Após O Julgamento, o homem ou desemboca no arcano O Mundo - o homem completo que concilia extroversão e introversão, o que foi bem sucedido no processo; ou desemboca no arcano O Louco, o zero, o que falhou no processo, e começa tudo de novo.



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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

MÉTODOS DE CONSULTA DO TAROT


Aqui estão representados dois métodos de consulta ao Tarot:
    As três cartas (o mais simples) A Cruz Celta (o mais clássico) As três cartas     Comece a jogar o Tarot da maneira mais simples, enquanto aprende o significado das cartas e fortalece seu elo com elas.      Faça uma pergunta simples que possa ser respondida com “SIM” ou “NÃO” e tire três cartas. Em seguida, some os números das cartas, reduzindo-os a um número ente 1 e 22. O número encontrado é referente ao Arcano que lhe responderá como “SIM” ou “NÃO” (veja tabela após o exemplo). Neste método, tome “O Louco” como número 22. Exemplo

              

Somando as cartas temos: 21 + 19 + 22 = 62 = 6 + 2 = 8



A Justiça responde como “SIM”.
.
Veja a seguinte tabela
.


 Arcano Figura Responde como 
1O MagoSim
2A PapisaSim
3A ImperatrizSim
4O ImperadorSim
5O PapaSim
6Os AmantesDúvida, tire outra
7O CarroSim
8A JustiçaSim
9O ErmitãoSim
10A Roda da FortunaSim
11A ForçaSim
12O EnforcadoNão
13A MorteNão
14A TemperançaSim
15O DiaboNão
16A TorreNão
17A EstrelaSim
18A LuaNão
19O SolSim
20O JulgamentoDúvida, tire outra
21O MundoSim
“22”O LoucoSim






  • A Cruz Celta
        O método mais usado para a leitura do Tarot é a Cruz Celta.
        Enquanto mentaliza a pergunta, o consulente deve embaralhar bem as cartas, arrumar o maço e cortá-lo com a mão direita. A partir desse momento, ele não deve mais mexer com o baralho. Ao leitor compete agora juntar os dois montes separados e começar a pôr as cartas - as dez primeiras que ficaram por cima do maço - e que devem ser colocadas, viradas para baixo, de acordo com o seguinte diagrama (onde já aparecem viradas):

        Nessa arrumação, cada uma das posições, ou casas, tem seu valor específico, abrangendo os diferentes aspectos que envolvem a consulta. CASA 1 - A situação presente     Indica a atmosfera física e espiritual que envolve o consulente nesse momento. Também pode representar a pessoa (ou as pessoas) sobre a qual o consulente pergunta. CASA 2 - A influência imediata     Esta carta corta a anterior, significando assim os obstáculos imediatos, as situações ou pessoas que estão afetando diretamente a vida do consulente. Em geral, indica a natureza real do problema que motivou a consulta. CASA 3 - O consulente perante o problema     Mostra como o consulente se coloca frente ao problema, ou seja, como sente e reage à situação na qual está envolvido. CASA 4 - As determinações do passado     Assinala os acontecimentos, as pessoas e as emoções do passado que resultaram diretamente na atual situação. CASA 5 - O que o consulente desconhece     Indica aqueles aspectos relacionados com a situação ou com o problema que o consulente ignora. Há casos em que esta carta revela elementos muito importantes, cujo desconhecimento impede o consulente de chegar a uma solução favorável do conflito. CASA 6 - As influências do futuro     Antecipa quais são os fatores que vão se manifestar no futuro próximo e que, inevitavelmente, terão influência na situação. CASA 7 - O consulente     Representa o consulente: sua personalidade, sua estrutura emocional, seus traços de caráter e seus sentimentos. CASA 8 - Fatores ambientais     Mostra os diversos aspectos externos e as pessoas que estão diretamente relacionadas com a situação do consulente. De certa maneira, esta carta esclarece ou confirma a da CASA 1. CASA 9 - O caminho do destino     A carta que aparece nesta casa é muito importante para a leitura, pois ela indica o caminho a ser seguido para alcançar o sucesso. Às vezes, ela pode indicar mais de uma via. CASA 10 - Resultado final     Mostra a culminação de todo o processo, quais serão os resultados e o desfecho da situação.


Axé a todos Irmãos de Fé
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Somando as cartas temos: 21 + 19 + 22 = 62 = 6 + 2 = 8



A Justiça responde como “SIM”.
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Veja a seguinte tabela
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 Arcano Figura Responde como 
1O MagoSim
2A PapisaSim
3A ImperatrizSim
4O ImperadorSim
5O PapaSim
6Os AmantesDúvida, tire outra
7O CarroSim
8A JustiçaSim
9O ErmitãoSim
10A Roda da FortunaSim
11A ForçaSim
12O EnforcadoNão
13A MorteNão
14A TemperançaSim
15O DiaboNão
16A TorreNão
17A EstrelaSim
18A LuaNão
19O SolSim
20O JulgamentoDúvida, tire outra
21O MundoSim
“22”O LoucoSim






  • A Cruz Celta
        O método mais usado para a leitura do Tarot é a Cruz Celta.
        Enquanto mentaliza a pergunta, o consulente deve embaralhar bem as cartas, arrumar o maço e cortá-lo com a mão direita. A partir desse momento, ele não deve mais mexer com o baralho. Ao leitor compete agora juntar os dois montes separados e começar a pôr as cartas - as dez primeiras que ficaram por cima do maço - e que devem ser colocadas, viradas para baixo, de acordo com o seguinte diagrama (onde já aparecem viradas):

        Nessa arrumação, cada uma das posições, ou casas, tem seu valor específico, abrangendo os diferentes aspectos que envolvem a consulta. CASA 1 - A situação presente     Indica a atmosfera física e espiritual que envolve o consulente nesse momento. Também pode representar a pessoa (ou as pessoas) sobre a qual o consulente pergunta. CASA 2 - A influência imediata     Esta carta corta a anterior, significando assim os obstáculos imediatos, as situações ou pessoas que estão afetando diretamente a vida do consulente. Em geral, indica a natureza real do problema que motivou a consulta. CASA 3 - O consulente perante o problema     Mostra como o consulente se coloca frente ao problema, ou seja, como sente e reage à situação na qual está envolvido. CASA 4 - As determinações do passado     Assinala os acontecimentos, as pessoas e as emoções do passado que resultaram diretamente na atual situação. CASA 5 - O que o consulente desconhece     Indica aqueles aspectos relacionados com a situação ou com o problema que o consulente ignora. Há casos em que esta carta revela elementos muito importantes, cujo desconhecimento impede o consulente de chegar a uma solução favorável do conflito. CASA 6 - As influências do futuro     Antecipa quais são os fatores que vão se manifestar no futuro próximo e que, inevitavelmente, terão influência na situação. CASA 7 - O consulente     Representa o consulente: sua personalidade, sua estrutura emocional, seus traços de caráter e seus sentimentos. CASA 8 - Fatores ambientais     Mostra os diversos aspectos externos e as pessoas que estão diretamente relacionadas com a situação do consulente. De certa maneira, esta carta esclarece ou confirma a da CASA 1. CASA 9 - O caminho do destino     A carta que aparece nesta casa é muito importante para a leitura, pois ela indica o caminho a ser seguido para alcançar o sucesso. Às vezes, ela pode indicar mais de uma via. CASA 10 - Resultado final     Mostra a culminação de todo o processo, quais serão os resultados e o desfecho da situação.


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MÉTODOS DE CONSULTA DO TAROT


Aqui estão representados dois métodos de consulta ao Tarot:
    As três cartas (o mais simples) A Cruz Celta (o mais clássico) As três cartas     Comece a jogar o Tarot da maneira mais simples, enquanto aprende o significado das cartas e fortalece seu elo com elas.      Faça uma pergunta simples que possa ser respondida com “SIM” ou “NÃO” e tire três cartas. Em seguida, some os números das cartas, reduzindo-os a um número ente 1 e 22. O número encontrado é referente ao Arcano que lhe responderá como “SIM” ou “NÃO” (veja tabela após o exemplo). Neste método, tome “O Louco” como número 22. Exemplo

              

Somando as cartas temos: 21 + 19 + 22 = 62 = 6 + 2 = 8



A Justiça responde como “SIM”.
.
Veja a seguinte tabela
.


 Arcano Figura Responde como 
1O MagoSim
2A PapisaSim
3A ImperatrizSim
4O ImperadorSim
5O PapaSim
6Os AmantesDúvida, tire outra
7O CarroSim
8A JustiçaSim
9O ErmitãoSim
10A Roda da FortunaSim
11A ForçaSim
12O EnforcadoNão
13A MorteNão
14A TemperançaSim
15O DiaboNão
16A TorreNão
17A EstrelaSim
18A LuaNão
19O SolSim
20O JulgamentoDúvida, tire outra
21O MundoSim
“22”O LoucoSim






  • A Cruz Celta
        O método mais usado para a leitura do Tarot é a Cruz Celta.
        Enquanto mentaliza a pergunta, o consulente deve embaralhar bem as cartas, arrumar o maço e cortá-lo com a mão direita. A partir desse momento, ele não deve mais mexer com o baralho. Ao leitor compete agora juntar os dois montes separados e começar a pôr as cartas - as dez primeiras que ficaram por cima do maço - e que devem ser colocadas, viradas para baixo, de acordo com o seguinte diagrama (onde já aparecem viradas):

        Nessa arrumação, cada uma das posições, ou casas, tem seu valor específico, abrangendo os diferentes aspectos que envolvem a consulta. CASA 1 - A situação presente     Indica a atmosfera física e espiritual que envolve o consulente nesse momento. Também pode representar a pessoa (ou as pessoas) sobre a qual o consulente pergunta. CASA 2 - A influência imediata     Esta carta corta a anterior, significando assim os obstáculos imediatos, as situações ou pessoas que estão afetando diretamente a vida do consulente. Em geral, indica a natureza real do problema que motivou a consulta. CASA 3 - O consulente perante o problema     Mostra como o consulente se coloca frente ao problema, ou seja, como sente e reage à situação na qual está envolvido. CASA 4 - As determinações do passado     Assinala os acontecimentos, as pessoas e as emoções do passado que resultaram diretamente na atual situação. CASA 5 - O que o consulente desconhece     Indica aqueles aspectos relacionados com a situação ou com o problema que o consulente ignora. Há casos em que esta carta revela elementos muito importantes, cujo desconhecimento impede o consulente de chegar a uma solução favorável do conflito. CASA 6 - As influências do futuro     Antecipa quais são os fatores que vão se manifestar no futuro próximo e que, inevitavelmente, terão influência na situação. CASA 7 - O consulente     Representa o consulente: sua personalidade, sua estrutura emocional, seus traços de caráter e seus sentimentos. CASA 8 - Fatores ambientais     Mostra os diversos aspectos externos e as pessoas que estão diretamente relacionadas com a situação do consulente. De certa maneira, esta carta esclarece ou confirma a da CASA 1. CASA 9 - O caminho do destino     A carta que aparece nesta casa é muito importante para a leitura, pois ela indica o caminho a ser seguido para alcançar o sucesso. Às vezes, ela pode indicar mais de uma via. CASA 10 - Resultado final     Mostra a culminação de todo o processo, quais serão os resultados e o desfecho da situação.


Axé a todos Irmãos de Fé
Emidio de Ogum
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Aqui estão representados dois métodos de consulta ao Tarot:
    As três cartas (o mais simples) A Cruz Celta (o mais clássico) As três cartas     Comece a jogar o Tarot da maneira mais simples, enquanto aprende o significado das cartas e fortalece seu elo com elas.      Faça uma pergunta simples que possa ser respondida com “SIM” ou “NÃO” e tire três cartas. Em seguida, some os números das cartas, reduzindo-os a um número ente 1 e 22. O número encontrado é referente ao Arcano que lhe responderá como “SIM” ou “NÃO” (veja tabela após o exemplo). Neste método, tome “O Louco” como número 22. Exemplo

              

Somando as cartas temos: 21 + 19 + 22 = 62 = 6 + 2 = 8



A Justiça responde como “SIM”.
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 Arcano Figura Responde como 
1O MagoSim
2A PapisaSim
3A ImperatrizSim
4O ImperadorSim
5O PapaSim
6Os AmantesDúvida, tire outra
7O CarroSim
8A JustiçaSim
9O ErmitãoSim
10A Roda da FortunaSim
11A ForçaSim
12O EnforcadoNão
13A MorteNão
14A TemperançaSim
15O DiaboNão
16A TorreNão
17A EstrelaSim
18A LuaNão
19O SolSim
20O JulgamentoDúvida, tire outra
21O MundoSim
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  • A Cruz Celta
        O método mais usado para a leitura do Tarot é a Cruz Celta.
        Enquanto mentaliza a pergunta, o consulente deve embaralhar bem as cartas, arrumar o maço e cortá-lo com a mão direita. A partir desse momento, ele não deve mais mexer com o baralho. Ao leitor compete agora juntar os dois montes separados e começar a pôr as cartas - as dez primeiras que ficaram por cima do maço - e que devem ser colocadas, viradas para baixo, de acordo com o seguinte diagrama (onde já aparecem viradas):

        Nessa arrumação, cada uma das posições, ou casas, tem seu valor específico, abrangendo os diferentes aspectos que envolvem a consulta. CASA 1 - A situação presente     Indica a atmosfera física e espiritual que envolve o consulente nesse momento. Também pode representar a pessoa (ou as pessoas) sobre a qual o consulente pergunta. CASA 2 - A influência imediata     Esta carta corta a anterior, significando assim os obstáculos imediatos, as situações ou pessoas que estão afetando diretamente a vida do consulente. Em geral, indica a natureza real do problema que motivou a consulta. CASA 3 - O consulente perante o problema     Mostra como o consulente se coloca frente ao problema, ou seja, como sente e reage à situação na qual está envolvido. CASA 4 - As determinações do passado     Assinala os acontecimentos, as pessoas e as emoções do passado que resultaram diretamente na atual situação. CASA 5 - O que o consulente desconhece     Indica aqueles aspectos relacionados com a situação ou com o problema que o consulente ignora. Há casos em que esta carta revela elementos muito importantes, cujo desconhecimento impede o consulente de chegar a uma solução favorável do conflito. CASA 6 - As influências do futuro     Antecipa quais são os fatores que vão se manifestar no futuro próximo e que, inevitavelmente, terão influência na situação. CASA 7 - O consulente     Representa o consulente: sua personalidade, sua estrutura emocional, seus traços de caráter e seus sentimentos. CASA 8 - Fatores ambientais     Mostra os diversos aspectos externos e as pessoas que estão diretamente relacionadas com a situação do consulente. De certa maneira, esta carta esclarece ou confirma a da CASA 1. CASA 9 - O caminho do destino     A carta que aparece nesta casa é muito importante para a leitura, pois ela indica o caminho a ser seguido para alcançar o sucesso. Às vezes, ela pode indicar mais de uma via. CASA 10 - Resultado final     Mostra a culminação de todo o processo, quais serão os resultados e o desfecho da situação.


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