Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Zé Pelintra Exú, Preto Velho ou Baiano?

Zé pelintra Exú, Preto Velho ou Baiano?
Seu Zé com é chamado, antes de tudo é uma entidade de muita luz, vem nas linhas de Exú, Baiano e as vezes também na de Preto velho, é um pouco de cada, o que importa mesmo é sua presença, sua força espiritual esta na defesa, dos filhos e da casa que tem seu carisma por ele, proteje e defende todos das demandas, do olho gordo, do amor e da união da familia, tem como princípio cuidar das pessoas que atravessam problemas com bebidas e drogas, também tem como seu princípio cuidar de todos aqueles que lhe servem um bebida ou um charuto, pois quando recebe a oferenda curva-se ao pedido e procura abrir os caminhos daqueles que precisam de sua ajuda, por este motivo esta sempre curvado a espera de sua oferenda, antecipando e agradecendo antes de recebe-la.                              Pai Emidio de Ogum





Entidade de luz, carismática, chegam nos terreiros de umbanda, com seu samba no pé, seu cigarro na boca, chapéu de panamá de lado com toda a ginga de um malandro. Não é originário da umbanda, tem como sua origem, os rituais do catimbó, provenientes do Nordeste brasileiro, onde até hoje é cultuado a imagem do malandro Zé Pelintra, chefe da linha dos malandros.
Zé Pelintra nasceu no nordeste, mais provavelmente em Recife e veio para o Rio de Janeiro, onde se malandriou na Lapa e um certo dia foi assassinado a navalhadas em uma briga de bar.
Assim, Zé Pelintra formou uma bela Falange de malandros de luz, que vêm ajudar aqueles que necessitam, os malandros são entidades amigas e de muito respeito, sendo assim não aceitamos que pessoas que não respeitam as entidades e a umbanda, digam que estão incorporados com seu Zé ou qualquer outro malandro e que eles fumam maconha ou tóxicos; entidades usam cigarros e charutos, pois a fumaça funciona como defumador astral.
Podemos citar além de Seu Zé Pelintra, Seu Zé Malandrinho, Seu Malandro etc.
Os malandros vêm na linha de exú, mas malandros não são exús!
Eles ficam bravos quando são confundidos ou comparados com exú, pois malandros são entidades da rua, assim exú que com ogum são donos da rua, as emprestam para que os malandros possam malandriar.
Ao contrário dos exús que estão nas encruzilhadas, encontramos os malandros em bares, subidas de morros, festas e muito mais.

Salve seu Zé Pelintra!
Salve os Malandros!
Salve a Malandragem!

Sua comida: 7 pedaços de carne seca e carne seca com farofa, torresmo co cebola, sardinha frita e etc..
Sua Bebida: Cerveja branca bem gelada ou cachaça
Seu Habitat: Subida de Morros
Sua cor: Vermelho e Branco ou Preto e Branco

Pontos Cantados De Zé Pelintra

Ponto de exú Tranca-ruas de Imbaé e Zé pelintra
Se quiser me ver
Sobe em cima de um barranco
Ô Zé. (bis)
O homen é, Tranca-ruas de Imbaé (bis)
Tranca-ruas e zé pilintra,
São dois fiéis companheiros
Tranca-ruas no caminho e
Zé pilintra no terreiro.

Ponto de Malandro
Ai eu vim aqui malandro,
Pela sua fama, pela sua fama, pela sua fama.

Ponto de Zé Pelintra
O Zé quando vem lá de Alagoas
Toma cuidado com o balanço da canoa. (bis)
O Zé faça tudo o que quizer,
Mas não maltrate,
O coração desta mulher.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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Zé Pelintra Exú, Preto Velho ou Baiano?

Zé pelintra Exú, Preto Velho ou Baiano?
Seu Zé com é chamado, antes de tudo é uma entidade de muita luz, vem nas linhas de Exú, Baiano e as vezes também na de Preto velho, é um pouco de cada, o que importa mesmo é sua presença, sua força espiritual esta na defesa, dos filhos e da casa que tem seu carisma por ele, proteje e defende todos das demandas, do olho gordo, do amor e da união da familia, tem como princípio cuidar das pessoas que atravessam problemas com bebidas e drogas, também tem como seu princípio cuidar de todos aqueles que lhe servem um bebida ou um charuto, pois quando recebe a oferenda curva-se ao pedido e procura abrir os caminhos daqueles que precisam de sua ajuda, por este motivo esta sempre curvado a espera de sua oferenda, antecipando e agradecendo antes de recebe-la.                              Pai Emidio de Ogum





Entidade de luz, carismática, chegam nos terreiros de umbanda, com seu samba no pé, seu cigarro na boca, chapéu de panamá de lado com toda a ginga de um malandro. Não é originário da umbanda, tem como sua origem, os rituais do catimbó, provenientes do Nordeste brasileiro, onde até hoje é cultuado a imagem do malandro Zé Pelintra, chefe da linha dos malandros.
Zé Pelintra nasceu no nordeste, mais provavelmente em Recife e veio para o Rio de Janeiro, onde se malandriou na Lapa e um certo dia foi assassinado a navalhadas em uma briga de bar.
Assim, Zé Pelintra formou uma bela Falange de malandros de luz, que vêm ajudar aqueles que necessitam, os malandros são entidades amigas e de muito respeito, sendo assim não aceitamos que pessoas que não respeitam as entidades e a umbanda, digam que estão incorporados com seu Zé ou qualquer outro malandro e que eles fumam maconha ou tóxicos; entidades usam cigarros e charutos, pois a fumaça funciona como defumador astral.
Podemos citar além de Seu Zé Pelintra, Seu Zé Malandrinho, Seu Malandro etc.
Os malandros vêm na linha de exú, mas malandros não são exús!
Eles ficam bravos quando são confundidos ou comparados com exú, pois malandros são entidades da rua, assim exú que com ogum são donos da rua, as emprestam para que os malandros possam malandriar.
Ao contrário dos exús que estão nas encruzilhadas, encontramos os malandros em bares, subidas de morros, festas e muito mais.

Salve seu Zé Pelintra!
Salve os Malandros!
Salve a Malandragem!

Sua comida: 7 pedaços de carne seca e carne seca com farofa, torresmo co cebola, sardinha frita e etc..
Sua Bebida: Cerveja branca bem gelada ou cachaça
Seu Habitat: Subida de Morros
Sua cor: Vermelho e Branco ou Preto e Branco

Pontos Cantados De Zé Pelintra

Ponto de exú Tranca-ruas de Imbaé e Zé pelintra
Se quiser me ver
Sobe em cima de um barranco
Ô Zé. (bis)
O homen é, Tranca-ruas de Imbaé (bis)
Tranca-ruas e zé pilintra,
São dois fiéis companheiros
Tranca-ruas no caminho e
Zé pilintra no terreiro.

Ponto de Malandro
Ai eu vim aqui malandro,
Pela sua fama, pela sua fama, pela sua fama.

Ponto de Zé Pelintra
O Zé quando vem lá de Alagoas
Toma cuidado com o balanço da canoa. (bis)
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Mas não maltrate,
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Entidade de luz, carismática, chegam nos terreiros de umbanda, com seu samba no pé, seu cigarro na boca, chapéu de panamá de lado com toda a ginga de um malandro. Não é originário da umbanda, tem como sua origem, os rituais do catimbó, provenientes do Nordeste brasileiro, onde até hoje é cultuado a imagem do malandro Zé Pelintra, chefe da linha dos malandros.
Zé Pelintra nasceu no nordeste, mais provavelmente em Recife e veio para o Rio de Janeiro, onde se malandriou na Lapa e um certo dia foi assassinado a navalhadas em uma briga de bar.
Assim, Zé Pelintra formou uma bela Falange de malandros de luz, que vêm ajudar aqueles que necessitam, os malandros são entidades amigas e de muito respeito, sendo assim não aceitamos que pessoas que não respeitam as entidades e a umbanda, digam que estão incorporados com seu Zé ou qualquer outro malandro e que eles fumam maconha ou tóxicos; entidades usam cigarros e charutos, pois a fumaça funciona como defumador astral.
Podemos citar além de Seu Zé Pelintra, Seu Zé Malandrinho, Seu Malandro etc.
Os malandros vêm na linha de exú, mas malandros não são exús!
Eles ficam bravos quando são confundidos ou comparados com exú, pois malandros são entidades da rua, assim exú que com ogum são donos da rua, as emprestam para que os malandros possam malandriar.
Ao contrário dos exús que estão nas encruzilhadas, encontramos os malandros em bares, subidas de morros, festas e muito mais.

Salve seu Zé Pelintra!
Salve os Malandros!
Salve a Malandragem!

Sua comida: 7 pedaços de carne seca e carne seca com farofa, torresmo co cebola, sardinha frita e etc..
Sua Bebida: Cerveja branca bem gelada ou cachaça
Seu Habitat: Subida de Morros
Sua cor: Vermelho e Branco ou Preto e Branco

Pontos Cantados De Zé Pelintra

Ponto de exú Tranca-ruas de Imbaé e Zé pelintra
Se quiser me ver
Sobe em cima de um barranco
Ô Zé. (bis)
O homen é, Tranca-ruas de Imbaé (bis)
Tranca-ruas e zé pilintra,
São dois fiéis companheiros
Tranca-ruas no caminho e
Zé pilintra no terreiro.

Ponto de Malandro
Ai eu vim aqui malandro,
Pela sua fama, pela sua fama, pela sua fama.

Ponto de Zé Pelintra
O Zé quando vem lá de Alagoas
Toma cuidado com o balanço da canoa. (bis)
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Sexta-feira, 11 de Março de 2011

Zé Pilintra quem é esta esta entidade?


Sou guia, sou corrente, egrégora e proteção. Sou chapéu, sou terno, gravata e anel. Sou sertão, sertanejo, carioca, paulista, alagoano e Brasileiro. Sou Mestre, Malandro, Baiano, Catimbozeiro, Exu e Povo de Rua. Sou faca, facão e navalha. Sou armada, cabeçada e rasteira. Sou Lua cheia, sou noite clara, sou céu aberto.

Sou o suspiro dos oprimidos, sou a fé dos abandonados. Sou o pano que cobre o mendigo, sou o mulato que sobe o morro e o Doutor que desce a favela.
Sou Umbanda, Catimbó e Candomblé. Sou porta aberta e jogo fechado. Sou Angola e sou Regional.
Sou cachimbo, sou piteira, cigarro de palha e fumo de corda. Sou charuto, sou tabaco, sou fumo de ponta, sou brasa nos corações dos esquecidos.
Sou jogo de rua, sou baralho, sou dado e dominó. Sou cachetinha, sou palitinho, sou aposta rápida. Sou truco, sou buraco e carteado.
Sou proteção ao desamparado, sou o corte da demanda e a cura da doença.
Sou a porta do terreiro, sou gira aberta e gira cantada.
Sou ladainha, sou hino, sou ponto, sou samba e dou bamba.
Sou reza forte, sou benzimento, sou passe e transporte.
Sou gingado, sou bailado, sou lenço, sou cravo vermelho e sou rosas brancas.
Sou roda, sou jogo, sou fogo. Sou descarrego, sou pólvora, sou cachaça e sou Jurema.
Sou lágrima, sou sorriso, sou alegria e esperança.
Sou amigo, parceiro e companheiro.
Sou Magia, sou Feitiço, sou Kimbanda e sou demanda.
Sou irmão, sou filho, sou pai, amante e marido. Sou Maria Navalha, Sou Zé Pretinho, sou Tijuco Preto e sou Camisa Preta.
Sou sobrevivência, sou flexibilidade, sou jeito, oportunidade e sabedoria.
Sou escola, sou estudo sou pesquisa e poesia.
Sou o desconhecido, sou o homem de história duvidosa, mas sou a história de muitos homens.
Sou a vida a ser vivida, sou palma a ser batida, sou o verdadeiro jogo da vida:
Eu Sou Zé Pilintra!
Autor Jorge Scritori

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Emidio de Ogum
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Zé Pilintra quem é esta esta entidade?


Sou guia, sou corrente, egrégora e proteção. Sou chapéu, sou terno, gravata e anel. Sou sertão, sertanejo, carioca, paulista, alagoano e Brasileiro. Sou Mestre, Malandro, Baiano, Catimbozeiro, Exu e Povo de Rua. Sou faca, facão e navalha. Sou armada, cabeçada e rasteira. Sou Lua cheia, sou noite clara, sou céu aberto.

Sou o suspiro dos oprimidos, sou a fé dos abandonados. Sou o pano que cobre o mendigo, sou o mulato que sobe o morro e o Doutor que desce a favela.
Sou Umbanda, Catimbó e Candomblé. Sou porta aberta e jogo fechado. Sou Angola e sou Regional.
Sou cachimbo, sou piteira, cigarro de palha e fumo de corda. Sou charuto, sou tabaco, sou fumo de ponta, sou brasa nos corações dos esquecidos.
Sou jogo de rua, sou baralho, sou dado e dominó. Sou cachetinha, sou palitinho, sou aposta rápida. Sou truco, sou buraco e carteado.
Sou proteção ao desamparado, sou o corte da demanda e a cura da doença.
Sou a porta do terreiro, sou gira aberta e gira cantada.
Sou ladainha, sou hino, sou ponto, sou samba e dou bamba.
Sou reza forte, sou benzimento, sou passe e transporte.
Sou gingado, sou bailado, sou lenço, sou cravo vermelho e sou rosas brancas.
Sou roda, sou jogo, sou fogo. Sou descarrego, sou pólvora, sou cachaça e sou Jurema.
Sou lágrima, sou sorriso, sou alegria e esperança.
Sou amigo, parceiro e companheiro.
Sou Magia, sou Feitiço, sou Kimbanda e sou demanda.
Sou irmão, sou filho, sou pai, amante e marido. Sou Maria Navalha, Sou Zé Pretinho, sou Tijuco Preto e sou Camisa Preta.
Sou sobrevivência, sou flexibilidade, sou jeito, oportunidade e sabedoria.
Sou escola, sou estudo sou pesquisa e poesia.
Sou o desconhecido, sou o homem de história duvidosa, mas sou a história de muitos homens.
Sou a vida a ser vivida, sou palma a ser batida, sou o verdadeiro jogo da vida:
Eu Sou Zé Pilintra!
Autor Jorge Scritori

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Sou guia, sou corrente, egrégora e proteção. Sou chapéu, sou terno, gravata e anel. Sou sertão, sertanejo, carioca, paulista, alagoano e Brasileiro. Sou Mestre, Malandro, Baiano, Catimbozeiro, Exu e Povo de Rua. Sou faca, facão e navalha. Sou armada, cabeçada e rasteira. Sou Lua cheia, sou noite clara, sou céu aberto.

Sou o suspiro dos oprimidos, sou a fé dos abandonados. Sou o pano que cobre o mendigo, sou o mulato que sobe o morro e o Doutor que desce a favela.
Sou Umbanda, Catimbó e Candomblé. Sou porta aberta e jogo fechado. Sou Angola e sou Regional.
Sou cachimbo, sou piteira, cigarro de palha e fumo de corda. Sou charuto, sou tabaco, sou fumo de ponta, sou brasa nos corações dos esquecidos.
Sou jogo de rua, sou baralho, sou dado e dominó. Sou cachetinha, sou palitinho, sou aposta rápida. Sou truco, sou buraco e carteado.
Sou proteção ao desamparado, sou o corte da demanda e a cura da doença.
Sou a porta do terreiro, sou gira aberta e gira cantada.
Sou ladainha, sou hino, sou ponto, sou samba e dou bamba.
Sou reza forte, sou benzimento, sou passe e transporte.
Sou gingado, sou bailado, sou lenço, sou cravo vermelho e sou rosas brancas.
Sou roda, sou jogo, sou fogo. Sou descarrego, sou pólvora, sou cachaça e sou Jurema.
Sou lágrima, sou sorriso, sou alegria e esperança.
Sou amigo, parceiro e companheiro.
Sou Magia, sou Feitiço, sou Kimbanda e sou demanda.
Sou irmão, sou filho, sou pai, amante e marido. Sou Maria Navalha, Sou Zé Pretinho, sou Tijuco Preto e sou Camisa Preta.
Sou sobrevivência, sou flexibilidade, sou jeito, oportunidade e sabedoria.
Sou escola, sou estudo sou pesquisa e poesia.
Sou o desconhecido, sou o homem de história duvidosa, mas sou a história de muitos homens.
Sou a vida a ser vivida, sou palma a ser batida, sou o verdadeiro jogo da vida:
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Sou guia, sou corrente, egrégora e proteção. Sou chapéu, sou terno, gravata e anel. Sou sertão, sertanejo, carioca, paulista, alagoano e Brasileiro. Sou Mestre, Malandro, Baiano, Catimbozeiro, Exu e Povo de Rua. Sou faca, facão e navalha. Sou armada, cabeçada e rasteira. Sou Lua cheia, sou noite clara, sou céu aberto.

Sou o suspiro dos oprimidos, sou a fé dos abandonados. Sou o pano que cobre o mendigo, sou o mulato que sobe o morro e o Doutor que desce a favela.
Sou Umbanda, Catimbó e Candomblé. Sou porta aberta e jogo fechado. Sou Angola e sou Regional.
Sou cachimbo, sou piteira, cigarro de palha e fumo de corda. Sou charuto, sou tabaco, sou fumo de ponta, sou brasa nos corações dos esquecidos.
Sou jogo de rua, sou baralho, sou dado e dominó. Sou cachetinha, sou palitinho, sou aposta rápida. Sou truco, sou buraco e carteado.
Sou proteção ao desamparado, sou o corte da demanda e a cura da doença.
Sou a porta do terreiro, sou gira aberta e gira cantada.
Sou ladainha, sou hino, sou ponto, sou samba e dou bamba.
Sou reza forte, sou benzimento, sou passe e transporte.
Sou gingado, sou bailado, sou lenço, sou cravo vermelho e sou rosas brancas.
Sou roda, sou jogo, sou fogo. Sou descarrego, sou pólvora, sou cachaça e sou Jurema.
Sou lágrima, sou sorriso, sou alegria e esperança.
Sou amigo, parceiro e companheiro.
Sou Magia, sou Feitiço, sou Kimbanda e sou demanda.
Sou irmão, sou filho, sou pai, amante e marido. Sou Maria Navalha, Sou Zé Pretinho, sou Tijuco Preto e sou Camisa Preta.
Sou sobrevivência, sou flexibilidade, sou jeito, oportunidade e sabedoria.
Sou escola, sou estudo sou pesquisa e poesia.
Sou o desconhecido, sou o homem de história duvidosa, mas sou a história de muitos homens.
Sou a vida a ser vivida, sou palma a ser batida, sou o verdadeiro jogo da vida:
Eu Sou Zé Pilintra!
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Domingo, 17 de Outubro de 2010

Zé Pilintra uma adorável entidade

Esta adorável entidade, normalmente comparece nas giras de baianos, mas quando necessário também vem nas de Exús, uma entidade com jeito de malandro, mas somente tem esse jeito, pois de malandro não tem nada, atua nas demandas, e seus conselhos são de grande valia, quando um filho pede sua ajuda está sempre pronto para atender, mas não esqueça que seu Zé gosta de filhos dedicados e praticantes do bem.



De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá

Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer



Leia mais um pouco da sua história em Mais Informações







Jose Emerenciano nasceu em Pernambuco. Filho de uma escrava forra com seu ex-dono, teve algumas oportunidades na vida. Trabalhou em serviços de gabinete, mas não suportava a rotina. Estudou, pouco, pois não tinha paciência para isso. Gostava mesmo era de farra, bebida e mulheres, não uma ou duas, mas muitas. Houve uma época em que estava tão encrencado em sua cidade natal que teve que fugir e tentar novos ares. Foi assim que Emerenciano surgiu na Cidade Maravilhosa. Sempre fiel aos seus princípios, está claro que o lugar escolhido havia de ser a Lapa, reduto dos marginais e mulheres de vida fácil na época. Em pouco tempo passou a viver do dinheiro arrecadado por suas "meninas", que apaixonadas pela bela estampa do negro, dividiam o pouco que ganhavam com o suor de seus corpos. Não foram poucas as vezes que Emerenciano teve que enfrentar marginais em defesa daquelas que lhe davam o pão de cada dia. E que defesa! Era impiedoso com quem ousasse atravessar seu caminho. Carregava sempre consigo um punhal de cabo de osso, que dizia ser seu amuleto, e com ele rasgara muita carne de bandido atrevido, como gostava de dizer entre gargalhadas, quando nas mesas dos botecos de sua preferência. Bebia muito, adorava o álcool, desde a cachaça mais humilde até o isque mais requintado. E em diversas ocasiões suas meninas o arrastaram praticamente inconsciente para o quarto de uma delas. Contudo, era feliz, ou dizia que era, o que dá quase no mesmo. Até que conheceu Amparo, mulher do sargento Savério. Era a visão mais linda que tivera em sua existência. A bela loura de olhos claros, deixava-o em êxtase apenas por passar em sua frente. Resolveu mudar de vida e partiu para a conquista da deusa loura, como costumava chama-la. Parou de beber, em demasia, claro! Não era homem também de ser afrouxado por ninguém, e uns golezinhos aqui e ali não faziam mal a ninguém. Dispensou duas de suas meninas, precisava ficar com pelo menos uma, o dinheiro tinha que entrar, não é? Julgava-se então o homem perfeito para a bela Amparo. Começou então a cercar a mulher, que jamais lhe lançara um olhar. Aos amigos dizia que ambos estavam apaixonados e já tinha tudo preparado para levá-la para Pernambuco, onde viveriam de amor. Aos poucos a história foi correndo, apostas se fizeram, uns garantiam que Emerenciano, porreta como era, ia conseguir seu intento. Outros duvidavam Amparo nunca demonstrara nenhuma intimidade por menor que fosse que justificasse a fanfarronice do homem. O pior tinha que acontecer, cedo ou tarde. O Sargento foi informado pela mulher da insistente pressão a que estava submetida. Disposto a defender a honra da esposa marcou um encontro com o rival. Emerenciano ria, enquanto dizia aos amigos: - É claro que vou, ele quer me dar a mulher? Eu aceito! Vou aqui com meu amigo... - E mostrava seu punhal para quem quisesse ver. Na noite marcada vestiu-se com seu melhor terno e dirigiu-se ao botequim onde aconteceria a conversa. Pediu uísque, não era noite para cachaça, e começou a bebericar mansamente. Confiava em seu taco e muito mais em seu punhal. Se fosse briga o que ele queria, ia ter. Ao esvaziar o copo ouviu um grito atrás de si: - Safado! - Levantou-se rapidamente e virou-se para o chamado. O tiro foi certeiro. O rosto de Emerenciano foi destroçado e seu corpo caiu num baque surdo. Recebido no astral por espíritos em missão evolutiva, logo se mostrou arrependido de seus atos e tomou seu lugar junto a falange de Zé Pelintra. Com a história tão parecida com a do mestre em questão, outra linha não lhe seria adequada. Hoje, trabalhador nos terreiros na qualidade de Zé Pelintra do Cabo, diverte e orienta com firmeza a quem o procura. Não perdeu, porém a picardia dos tempos de José Emerenciano. Sarava Seu Zé Pelintra!



Pontos do seu Zé Pilintra
______________________
Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
________________________
De terno branco
Seu punhal de aço puro
Seu ponto é seguro
Quando vem pra trabalhar
Segura o "nêgo"
Que esse "nêgo" é Zé Pelintra
Na descida do morro
Ele vem trabalhar
________________________
Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Que não me deixa escorregar
Vence demenda, quebra feitiço
Ele é o mestre lá da Encruza
________________________
Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Se ele é bom na faca, eu sou no facão
Ele é bom na reza, e eu na oração
Ele diz que sim, eu digo que não
Eu sou Zé Pretinho, ele é lampião


Paz Amor e Harmonia
Emidio de Ogum
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Zé Pilintra uma adorável entidade

Esta adorável entidade, normalmente comparece nas giras de baianos, mas quando necessário também vem nas de Exús, uma entidade com jeito de malandro, mas somente tem esse jeito, pois de malandro não tem nada, atua nas demandas, e seus conselhos são de grande valia, quando um filho pede sua ajuda está sempre pronto para atender, mas não esqueça que seu Zé gosta de filhos dedicados e praticantes do bem.



De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá

Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer



Leia mais um pouco da sua história em Mais Informações







Jose Emerenciano nasceu em Pernambuco. Filho de uma escrava forra com seu ex-dono, teve algumas oportunidades na vida. Trabalhou em serviços de gabinete, mas não suportava a rotina. Estudou, pouco, pois não tinha paciência para isso. Gostava mesmo era de farra, bebida e mulheres, não uma ou duas, mas muitas. Houve uma época em que estava tão encrencado em sua cidade natal que teve que fugir e tentar novos ares. Foi assim que Emerenciano surgiu na Cidade Maravilhosa. Sempre fiel aos seus princípios, está claro que o lugar escolhido havia de ser a Lapa, reduto dos marginais e mulheres de vida fácil na época. Em pouco tempo passou a viver do dinheiro arrecadado por suas "meninas", que apaixonadas pela bela estampa do negro, dividiam o pouco que ganhavam com o suor de seus corpos. Não foram poucas as vezes que Emerenciano teve que enfrentar marginais em defesa daquelas que lhe davam o pão de cada dia. E que defesa! Era impiedoso com quem ousasse atravessar seu caminho. Carregava sempre consigo um punhal de cabo de osso, que dizia ser seu amuleto, e com ele rasgara muita carne de bandido atrevido, como gostava de dizer entre gargalhadas, quando nas mesas dos botecos de sua preferência. Bebia muito, adorava o álcool, desde a cachaça mais humilde até o isque mais requintado. E em diversas ocasiões suas meninas o arrastaram praticamente inconsciente para o quarto de uma delas. Contudo, era feliz, ou dizia que era, o que dá quase no mesmo. Até que conheceu Amparo, mulher do sargento Savério. Era a visão mais linda que tivera em sua existência. A bela loura de olhos claros, deixava-o em êxtase apenas por passar em sua frente. Resolveu mudar de vida e partiu para a conquista da deusa loura, como costumava chama-la. Parou de beber, em demasia, claro! Não era homem também de ser afrouxado por ninguém, e uns golezinhos aqui e ali não faziam mal a ninguém. Dispensou duas de suas meninas, precisava ficar com pelo menos uma, o dinheiro tinha que entrar, não é? Julgava-se então o homem perfeito para a bela Amparo. Começou então a cercar a mulher, que jamais lhe lançara um olhar. Aos amigos dizia que ambos estavam apaixonados e já tinha tudo preparado para levá-la para Pernambuco, onde viveriam de amor. Aos poucos a história foi correndo, apostas se fizeram, uns garantiam que Emerenciano, porreta como era, ia conseguir seu intento. Outros duvidavam Amparo nunca demonstrara nenhuma intimidade por menor que fosse que justificasse a fanfarronice do homem. O pior tinha que acontecer, cedo ou tarde. O Sargento foi informado pela mulher da insistente pressão a que estava submetida. Disposto a defender a honra da esposa marcou um encontro com o rival. Emerenciano ria, enquanto dizia aos amigos: - É claro que vou, ele quer me dar a mulher? Eu aceito! Vou aqui com meu amigo... - E mostrava seu punhal para quem quisesse ver. Na noite marcada vestiu-se com seu melhor terno e dirigiu-se ao botequim onde aconteceria a conversa. Pediu uísque, não era noite para cachaça, e começou a bebericar mansamente. Confiava em seu taco e muito mais em seu punhal. Se fosse briga o que ele queria, ia ter. Ao esvaziar o copo ouviu um grito atrás de si: - Safado! - Levantou-se rapidamente e virou-se para o chamado. O tiro foi certeiro. O rosto de Emerenciano foi destroçado e seu corpo caiu num baque surdo. Recebido no astral por espíritos em missão evolutiva, logo se mostrou arrependido de seus atos e tomou seu lugar junto a falange de Zé Pelintra. Com a história tão parecida com a do mestre em questão, outra linha não lhe seria adequada. Hoje, trabalhador nos terreiros na qualidade de Zé Pelintra do Cabo, diverte e orienta com firmeza a quem o procura. Não perdeu, porém a picardia dos tempos de José Emerenciano. Sarava Seu Zé Pelintra!



Pontos do seu Zé Pilintra
______________________
Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
________________________
De terno branco
Seu punhal de aço puro
Seu ponto é seguro
Quando vem pra trabalhar
Segura o "nêgo"
Que esse "nêgo" é Zé Pelintra
Na descida do morro
Ele vem trabalhar
________________________
Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Que não me deixa escorregar
Vence demenda, quebra feitiço
Ele é o mestre lá da Encruza
________________________
Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Se ele é bom na faca, eu sou no facão
Ele é bom na reza, e eu na oração
Ele diz que sim, eu digo que não
Eu sou Zé Pretinho, ele é lampião


Paz Amor e Harmonia
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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Zé Pilintra uma adorável entidade

Esta adorável entidade, normalmente comparece nas giras de baianos, mas quando necessário também vem nas de Exús, uma entidade com jeito de malandro, mas somente tem esse jeito, pois de malandro não tem nada, atua nas demandas, e seus conselhos são de grande valia, quando um filho pede sua ajuda está sempre pronto para atender, mas não esqueça que seu Zé gosta de filhos dedicados e praticantes do bem.



De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
De manhã, quando eu vou descendo o morro
A "nêga" pensa que eu vou trabalhar
Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá

Eu boto o cachecol no pescoço
Boto o baralho no bolso
E vou pra Barão de Mauá
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer
Trabalhar, trabalhar...
Trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer



Leia mais um pouco da sua história em Mais Informações







Jose Emerenciano nasceu em Pernambuco. Filho de uma escrava forra com seu ex-dono, teve algumas oportunidades na vida. Trabalhou em serviços de gabinete, mas não suportava a rotina. Estudou, pouco, pois não tinha paciência para isso. Gostava mesmo era de farra, bebida e mulheres, não uma ou duas, mas muitas. Houve uma época em que estava tão encrencado em sua cidade natal que teve que fugir e tentar novos ares. Foi assim que Emerenciano surgiu na Cidade Maravilhosa. Sempre fiel aos seus princípios, está claro que o lugar escolhido havia de ser a Lapa, reduto dos marginais e mulheres de vida fácil na época. Em pouco tempo passou a viver do dinheiro arrecadado por suas "meninas", que apaixonadas pela bela estampa do negro, dividiam o pouco que ganhavam com o suor de seus corpos. Não foram poucas as vezes que Emerenciano teve que enfrentar marginais em defesa daquelas que lhe davam o pão de cada dia. E que defesa! Era impiedoso com quem ousasse atravessar seu caminho. Carregava sempre consigo um punhal de cabo de osso, que dizia ser seu amuleto, e com ele rasgara muita carne de bandido atrevido, como gostava de dizer entre gargalhadas, quando nas mesas dos botecos de sua preferência. Bebia muito, adorava o álcool, desde a cachaça mais humilde até o isque mais requintado. E em diversas ocasiões suas meninas o arrastaram praticamente inconsciente para o quarto de uma delas. Contudo, era feliz, ou dizia que era, o que dá quase no mesmo. Até que conheceu Amparo, mulher do sargento Savério. Era a visão mais linda que tivera em sua existência. A bela loura de olhos claros, deixava-o em êxtase apenas por passar em sua frente. Resolveu mudar de vida e partiu para a conquista da deusa loura, como costumava chama-la. Parou de beber, em demasia, claro! Não era homem também de ser afrouxado por ninguém, e uns golezinhos aqui e ali não faziam mal a ninguém. Dispensou duas de suas meninas, precisava ficar com pelo menos uma, o dinheiro tinha que entrar, não é? Julgava-se então o homem perfeito para a bela Amparo. Começou então a cercar a mulher, que jamais lhe lançara um olhar. Aos amigos dizia que ambos estavam apaixonados e já tinha tudo preparado para levá-la para Pernambuco, onde viveriam de amor. Aos poucos a história foi correndo, apostas se fizeram, uns garantiam que Emerenciano, porreta como era, ia conseguir seu intento. Outros duvidavam Amparo nunca demonstrara nenhuma intimidade por menor que fosse que justificasse a fanfarronice do homem. O pior tinha que acontecer, cedo ou tarde. O Sargento foi informado pela mulher da insistente pressão a que estava submetida. Disposto a defender a honra da esposa marcou um encontro com o rival. Emerenciano ria, enquanto dizia aos amigos: - É claro que vou, ele quer me dar a mulher? Eu aceito! Vou aqui com meu amigo... - E mostrava seu punhal para quem quisesse ver. Na noite marcada vestiu-se com seu melhor terno e dirigiu-se ao botequim onde aconteceria a conversa. Pediu uísque, não era noite para cachaça, e começou a bebericar mansamente. Confiava em seu taco e muito mais em seu punhal. Se fosse briga o que ele queria, ia ter. Ao esvaziar o copo ouviu um grito atrás de si: - Safado! - Levantou-se rapidamente e virou-se para o chamado. O tiro foi certeiro. O rosto de Emerenciano foi destroçado e seu corpo caiu num baque surdo. Recebido no astral por espíritos em missão evolutiva, logo se mostrou arrependido de seus atos e tomou seu lugar junto a falange de Zé Pelintra. Com a história tão parecida com a do mestre em questão, outra linha não lhe seria adequada. Hoje, trabalhador nos terreiros na qualidade de Zé Pelintra do Cabo, diverte e orienta com firmeza a quem o procura. Não perdeu, porém a picardia dos tempos de José Emerenciano. Sarava Seu Zé Pelintra!



Pontos do seu Zé Pilintra
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Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Seu Zé tá bêbado por quê?
Ainda não vi Seu Zé beber
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
Bota no copo que a caneca tá furada
Seu Zé não bebeu nada
________________________
De terno branco
Seu punhal de aço puro
Seu ponto é seguro
Quando vem pra trabalhar
Segura o "nêgo"
Que esse "nêgo" é Zé Pelintra
Na descida do morro
Ele vem trabalhar
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Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Seu Zé Pelintra é um cabra bom
Que não me deixa escorregar
Vence demenda, quebra feitiço
Ele é o mestre lá da Encruza
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Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Mulher, mulher
Não tenha medo do seu marido
Se ele é bom na faca, eu sou no facão
Ele é bom na reza, e eu na oração
Ele diz que sim, eu digo que não
Eu sou Zé Pretinho, ele é lampião


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