Sábado, 31 de Outubro de 2009

Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

Fonte: Bons Fluídos

Axé a todos
Emidio de Ogum
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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

Fonte: Bons Fluídos

Axé a todos
Emidio de Ogum
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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

Fonte: Bons Fluídos

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

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Cabala Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus

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Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.


A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.

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Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).
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1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.

Fonte: Bons Fluídos

Axé a todos
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 00:38
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