Sábado, 1 de Maio de 2010

“Filhos do Sol”



“Filhos do Sol”

Filhos que carregam no peito o amor flamejante;
Amor que o sol alumia raios fulgentes.
A caridade nasceu em teu peito audaz, cintilante.
A caminho da paz seguimos juntos, seguimos contentes.

Desembainha a tua espada beligerante guerreiro da transformação;
Guerreia descalço, defendendo o seu irmão que no mal padece.
Se justo andas, nas veredas de Xangô, pai de ação;
Constrói a Justiça e se alegra com Oxum pelo bem que tece.

Se foste agrilhoado pelo mal que te cobre em mortalha;
Confias em Zambi, despojando-te dos vícios humanos.
Almas benditas que no anduro divino vencem batalha;
Quebra a feitiçaria, derruba o inimigo, meu Pai Cipriano.

O galo despertou as almas, chegou a hora;
Ogum tocou o seu clarim, instrumento de guerra.
Se as almas chamam seu Tranca, ele não demora.
Dissipa as larvas, arrebata o mal e devolve a Terra.

Tranca Ruas das Almas em noite de lua cheia.
Embriaga o inimigo, madrugada tão calma, noctâmbula lua.
Faz e desfaz, não é preto nem branco, carne ou areia.
Mas se é teu amigo, contigo ele está lá no meio da rua.

E tu mulher que em outrora pelas paixões foi seduzida,
Deixando assim o bem adormecer.
Hoje a terra, a água, o fogo e o ar lhe fazem guarida.
E as águas diáfanas resplandecem o ser.

Seu nome é seta que guia nossos passos
Trilhando os caminhos que a Deus conduz
Sete saias na terra, são sete degraus no espaço.
Ontem eras Molambo, hoje Maria, amanhã Luz.

E pela escada de Jacó, Seguimos a caminho do Oriente.
Estonteante luz rosa que faz da cura o seu ditame
Se tremula em sua bandeira o amor diligente,
É no amor do Pai que encontramos a morada de Zaritamy.



Paz Amor e Harmonia
Emidio de Ogum
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“Filhos do Sol”



“Filhos do Sol”

Filhos que carregam no peito o amor flamejante;
Amor que o sol alumia raios fulgentes.
A caridade nasceu em teu peito audaz, cintilante.
A caminho da paz seguimos juntos, seguimos contentes.

Desembainha a tua espada beligerante guerreiro da transformação;
Guerreia descalço, defendendo o seu irmão que no mal padece.
Se justo andas, nas veredas de Xangô, pai de ação;
Constrói a Justiça e se alegra com Oxum pelo bem que tece.

Se foste agrilhoado pelo mal que te cobre em mortalha;
Confias em Zambi, despojando-te dos vícios humanos.
Almas benditas que no anduro divino vencem batalha;
Quebra a feitiçaria, derruba o inimigo, meu Pai Cipriano.

O galo despertou as almas, chegou a hora;
Ogum tocou o seu clarim, instrumento de guerra.
Se as almas chamam seu Tranca, ele não demora.
Dissipa as larvas, arrebata o mal e devolve a Terra.

Tranca Ruas das Almas em noite de lua cheia.
Embriaga o inimigo, madrugada tão calma, noctâmbula lua.
Faz e desfaz, não é preto nem branco, carne ou areia.
Mas se é teu amigo, contigo ele está lá no meio da rua.

E tu mulher que em outrora pelas paixões foi seduzida,
Deixando assim o bem adormecer.
Hoje a terra, a água, o fogo e o ar lhe fazem guarida.
E as águas diáfanas resplandecem o ser.

Seu nome é seta que guia nossos passos
Trilhando os caminhos que a Deus conduz
Sete saias na terra, são sete degraus no espaço.
Ontem eras Molambo, hoje Maria, amanhã Luz.

E pela escada de Jacó, Seguimos a caminho do Oriente.
Estonteante luz rosa que faz da cura o seu ditame
Se tremula em sua bandeira o amor diligente,
É no amor do Pai que encontramos a morada de Zaritamy.



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Filhos que carregam no peito o amor flamejante;
Amor que o sol alumia raios fulgentes.
A caridade nasceu em teu peito audaz, cintilante.
A caminho da paz seguimos juntos, seguimos contentes.

Desembainha a tua espada beligerante guerreiro da transformação;
Guerreia descalço, defendendo o seu irmão que no mal padece.
Se justo andas, nas veredas de Xangô, pai de ação;
Constrói a Justiça e se alegra com Oxum pelo bem que tece.

Se foste agrilhoado pelo mal que te cobre em mortalha;
Confias em Zambi, despojando-te dos vícios humanos.
Almas benditas que no anduro divino vencem batalha;
Quebra a feitiçaria, derruba o inimigo, meu Pai Cipriano.

O galo despertou as almas, chegou a hora;
Ogum tocou o seu clarim, instrumento de guerra.
Se as almas chamam seu Tranca, ele não demora.
Dissipa as larvas, arrebata o mal e devolve a Terra.

Tranca Ruas das Almas em noite de lua cheia.
Embriaga o inimigo, madrugada tão calma, noctâmbula lua.
Faz e desfaz, não é preto nem branco, carne ou areia.
Mas se é teu amigo, contigo ele está lá no meio da rua.

E tu mulher que em outrora pelas paixões foi seduzida,
Deixando assim o bem adormecer.
Hoje a terra, a água, o fogo e o ar lhe fazem guarida.
E as águas diáfanas resplandecem o ser.

Seu nome é seta que guia nossos passos
Trilhando os caminhos que a Deus conduz
Sete saias na terra, são sete degraus no espaço.
Ontem eras Molambo, hoje Maria, amanhã Luz.

E pela escada de Jacó, Seguimos a caminho do Oriente.
Estonteante luz rosa que faz da cura o seu ditame
Se tremula em sua bandeira o amor diligente,
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A caridade nasceu em teu peito audaz, cintilante.
A caminho da paz seguimos juntos, seguimos contentes.

Desembainha a tua espada beligerante guerreiro da transformação;
Guerreia descalço, defendendo o seu irmão que no mal padece.
Se justo andas, nas veredas de Xangô, pai de ação;
Constrói a Justiça e se alegra com Oxum pelo bem que tece.

Se foste agrilhoado pelo mal que te cobre em mortalha;
Confias em Zambi, despojando-te dos vícios humanos.
Almas benditas que no anduro divino vencem batalha;
Quebra a feitiçaria, derruba o inimigo, meu Pai Cipriano.

O galo despertou as almas, chegou a hora;
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Se as almas chamam seu Tranca, ele não demora.
Dissipa as larvas, arrebata o mal e devolve a Terra.

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Embriaga o inimigo, madrugada tão calma, noctâmbula lua.
Faz e desfaz, não é preto nem branco, carne ou areia.
Mas se é teu amigo, contigo ele está lá no meio da rua.

E tu mulher que em outrora pelas paixões foi seduzida,
Deixando assim o bem adormecer.
Hoje a terra, a água, o fogo e o ar lhe fazem guarida.
E as águas diáfanas resplandecem o ser.

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Trilhando os caminhos que a Deus conduz
Sete saias na terra, são sete degraus no espaço.
Ontem eras Molambo, hoje Maria, amanhã Luz.

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Desembainha a tua espada beligerante guerreiro da transformação;
Guerreia descalço, defendendo o seu irmão que no mal padece.
Se justo andas, nas veredas de Xangô, pai de ação;
Constrói a Justiça e se alegra com Oxum pelo bem que tece.

Se foste agrilhoado pelo mal que te cobre em mortalha;
Confias em Zambi, despojando-te dos vícios humanos.
Almas benditas que no anduro divino vencem batalha;
Quebra a feitiçaria, derruba o inimigo, meu Pai Cipriano.

O galo despertou as almas, chegou a hora;
Ogum tocou o seu clarim, instrumento de guerra.
Se as almas chamam seu Tranca, ele não demora.
Dissipa as larvas, arrebata o mal e devolve a Terra.

Tranca Ruas das Almas em noite de lua cheia.
Embriaga o inimigo, madrugada tão calma, noctâmbula lua.
Faz e desfaz, não é preto nem branco, carne ou areia.
Mas se é teu amigo, contigo ele está lá no meio da rua.

E tu mulher que em outrora pelas paixões foi seduzida,
Deixando assim o bem adormecer.
Hoje a terra, a água, o fogo e o ar lhe fazem guarida.
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