Terça-feira, 21 de Junho de 2011

Perdoa Pai Oxalá



Iluminado sou vós meu pai, que seria de mim sem a sua luz?
Podes até soprar a vida quando a criança é gerada pela mãe.


Que luz pequeninha que vem do seu olhar é luz clara como a onda do mar.
falar devagar e aos poucos sorrir entre suas palavras, sentir o cheiro do campo
Deliciar os aromas da natureza, molhar os pés no rio que corre sem parar.


Nascer filho, padecer como pai e morrer como se nada acontecera com você
Querer mudar o mundo, professor de almas perdidas, incompreendido por muitos
Seu quadro não era negro, era verde pois nos campos era sua escola


Mestre do carinho, sua matemática era quantos podiam ser felizes
Sua geografia era o mundo todo, e quanto mundo poderia percorrer


Profeta e professor, alunos e aprendizes, a mudança que nunca começou
Seus livros foram escritos mas poucos se formaram, escrevia certo, e por 
linhas tortas muitos entendiam de outros ângulos, sua língua era universal
Professor de vida e almas queria um mundo melhor, mas sacrificou o seu


Seu magistério era de poucos alunos 12 por um todo, mas serviriam para
doutrinar mais doze, e por cada um doze se formariam, mas o número se
esgotou, a escola foi esquecida, as paredes ficaram feias, e os alunos sumiram


Na parede ainda esta o prego, não aquele da cruz, mas sim aquele que servira
para você pendurar o diploma, ficara amarelado pelo tempo, talvez o objetivo já 
esteja cumprido, mas se não temos nosso mestre messias, como vamos nos doutorar?


Como tolos somos: temos um livro que ele nos deixou, nele esta escrito tudo aquilo que
devemos seguir, já nos formamos, e não podemos parar, o servo virou professor e 
sacerdotes temos que continuar, continuar o que o Pai nos ensinou e novos rebanhos
vamos formar.



Senhor como um Médium emprestaste seu corpo físico não a uma entidade e sim para todos nós, sentimos a sua dor por milhares de anos e ainda não foi compreendida por muitos.


Na Umbanda damos nossos corpos para Médicos de Almas, na vida somos servos
do senhor, na Gira somos o produto do amor do senhor Deus, e como seu filho 
com guias de cristal no pescoço, ajoelhamos e pedimos perdão também, como outros 
que louvam em pianos e cordas nosso barril com couro soa nos corações, nas cabanas 
e tendas louvamos o bem e o amor, igual a todos que procuram a bondade.


Trocamos nosso tempo dado as entidades junto com nossos corpos físicos em troca 
de alimentos, não para nós médiuns e sim para saciar a fome dos mais necessitados. 


Podemos ser excluídos por todos, podemos ser mal interpretados, podemos ser julgados ainda na terra, mas não temos medo, pois  nosso Pai Oxalá sabe de tudo e nada acontece sem sua permissão, e mais uma chance será dada a aqueles que maltratarem seus irmãos, e um dia serão aceitos por médiuns que lhes estenderam aos mão, puxaram um banquinho, lhe darão um cachimbo para poder praticar o bem novamente na terra no corpo de outra pessoa. 


Perdoa meu Pai Oxalá, pois somos todos irmãos.


Que a Divina Luz esteja entre nós 
Poema de Emidio de Ogum 
http://espadadeogum.blogspot.com
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publicado por espadadeogum às 22:20
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Perdoa Pai Oxalá



Iluminado sou vós meu pai, que seria de mim sem a sua luz?
Podes até soprar a vida quando a criança é gerada pela mãe.


Que luz pequeninha que vem do seu olhar é luz clara como a onda do mar.
falar devagar e aos poucos sorrir entre suas palavras, sentir o cheiro do campo
Deliciar os aromas da natureza, molhar os pés no rio que corre sem parar.


Nascer filho, padecer como pai e morrer como se nada acontecera com você
Querer mudar o mundo, professor de almas perdidas, incompreendido por muitos
Seu quadro não era negro, era verde pois nos campos era sua escola


Mestre do carinho, sua matemática era quantos podiam ser felizes
Sua geografia era o mundo todo, e quanto mundo poderia percorrer


Profeta e professor, alunos e aprendizes, a mudança que nunca começou
Seus livros foram escritos mas poucos se formaram, escrevia certo, e por 
linhas tortas muitos entendiam de outros ângulos, sua língua era universal
Professor de vida e almas queria um mundo melhor, mas sacrificou o seu


Seu magistério era de poucos alunos 12 por um todo, mas serviriam para
doutrinar mais doze, e por cada um doze se formariam, mas o número se
esgotou, a escola foi esquecida, as paredes ficaram feias, e os alunos sumiram


Na parede ainda esta o prego, não aquele da cruz, mas sim aquele que servira
para você pendurar o diploma, ficara amarelado pelo tempo, talvez o objetivo já 
esteja cumprido, mas se não temos nosso mestre messias, como vamos nos doutorar?


Como tolos somos: temos um livro que ele nos deixou, nele esta escrito tudo aquilo que
devemos seguir, já nos formamos, e não podemos parar, o servo virou professor e 
sacerdotes temos que continuar, continuar o que o Pai nos ensinou e novos rebanhos
vamos formar.



Senhor como um Médium emprestaste seu corpo físico não a uma entidade e sim para todos nós, sentimos a sua dor por milhares de anos e ainda não foi compreendida por muitos.


Na Umbanda damos nossos corpos para Médicos de Almas, na vida somos servos
do senhor, na Gira somos o produto do amor do senhor Deus, e como seu filho 
com guias de cristal no pescoço, ajoelhamos e pedimos perdão também, como outros 
que louvam em pianos e cordas nosso barril com couro soa nos corações, nas cabanas 
e tendas louvamos o bem e o amor, igual a todos que procuram a bondade.


Trocamos nosso tempo dado as entidades junto com nossos corpos físicos em troca 
de alimentos, não para nós médiuns e sim para saciar a fome dos mais necessitados. 


Podemos ser excluídos por todos, podemos ser mal interpretados, podemos ser julgados ainda na terra, mas não temos medo, pois  nosso Pai Oxalá sabe de tudo e nada acontece sem sua permissão, e mais uma chance será dada a aqueles que maltratarem seus irmãos, e um dia serão aceitos por médiuns que lhes estenderam aos mão, puxaram um banquinho, lhe darão um cachimbo para poder praticar o bem novamente na terra no corpo de outra pessoa. 


Perdoa meu Pai Oxalá, pois somos todos irmãos.


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A última festa de um Preto Velho



A última festa de um Preto Velho

Assobiaram, seu Joaquim, olhou pra trás, precisou mirar um pouco mais e viu seu Benedito acenando com a mão, já era noite na senzala e todos ainda não dormiram, tem festa hoje meu velho disse seu Joaquim ancião também mas um pouco mais novo que seu Benedito.
O Velho Benedito como muitos chamavam, parou e começou a massagear a barba branca como algodão, sabia que quando tinha festa tinha fartura nas comidas que a sinhá mandava pros escravos, talvez até um pouquinho de vinho servido nas canequinhas do café pra não levantar suspeitas, mas antes do seu Benedito aceitar o convite, vamos falar um pouquinho da sua história:

Benedito nasceu em uma cidade pobre, mas nunca falou de seus pais, nasceu e já começou a trabalhar, pois somente desta parte tenho a recordação, um dia salvou uma pessoa uma certa roda de engenho soltou-se e cairia em cima de outro homem, mas Benedito segurou-a com suas mãos e corpo, era mais que tudo isso poderia suportar, mas mesmo assim conseguiu segurar e salvar seu amigo, isto custou-lhe um problema grave na coluna e por muito tempo precisou do amparo de muletas, aposentou cedo, mas que aposentadoria preferia trabalhar pois a dor ainda se estendia em seu dorso e espinha, aos poucos tirou de baixo de suas axilas tal muletas e passou a andar livremente, mas ainda com algumas dores e puxando um pouco no seu caminhar, seu Benedito foi pessoa muito boa, tinha um sonho e era ganhar no jogo e com o dinheiro ajudar alguns amigos, assim, os números fizeram parte de seus pensamentos, seus bolsos ainda encontravam-se papeis rabiscados e amassados por jogos que não jogara por falta de dinheiro, mas seu Benedito caminhou bastante, e era o que mais gostava de fazer, pois todo dia levantava muito cedo tão cedo que o dia ainda não tinha nascido, andava sempre ao encontro de amigos e sorrindo passava e contava suas histórias, estas muitos reais pois contava sobre o passado de seus amigos, pelo tempo que conhecia cada um, e feliz sorria e voltava a caminhar, em seu bolso os números que naquela semana deveria jogar, parava sua caminhada sempre no mesmo lugar, almoçava bastante, pois sua aposentadoria não dava pra jantar, certo dia isso ocorrido a minha frente, parou-lhe uma pessoa e pediu-lhe um alimento, ele deu-lhe o que quis comer e saciado pagou com uma garrafada na cabeça que por muitos anos a dor traria-lhe a lembrança.
Não foi por isso e por nada que Benedito deixou de ser uma pessoa boa, compreendia a todos e sabia perdoar, Benedito não casou esperava um dia ter a sorte pra preparar um lar com alguém que lhe ama-se.

Agora voltamos a senzala, mas porque senzala?, Benedito era negro mas não vivera naquele tempo, mas se eu disse-se que Benedito já fora um Preto Velho, você acredita?, pois é eu conheci seu Benedito em sua última encarnação e agora é um pontinho pequenino de luz, vem as vezes e vai embora ainda triste, pois a sua festa nunca começou.

Que a Divina Luz esteja entre nós
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A última festa de um Preto Velho



A última festa de um Preto Velho

Assobiaram, seu Joaquim, olhou pra trás, precisou mirar um pouco mais e viu seu Benedito acenando com a mão, já era noite na senzala e todos ainda não dormiram, tem festa hoje meu velho disse seu Joaquim ancião também mas um pouco mais novo que seu Benedito.
O Velho Benedito como muitos chamavam, parou e começou a massagear a barba branca como algodão, sabia que quando tinha festa tinha fartura nas comidas que a sinhá mandava pros escravos, talvez até um pouquinho de vinho servido nas canequinhas do café pra não levantar suspeitas, mas antes do seu Benedito aceitar o convite, vamos falar um pouquinho da sua história:

Benedito nasceu em uma cidade pobre, mas nunca falou de seus pais, nasceu e já começou a trabalhar, pois somente desta parte tenho a recordação, um dia salvou uma pessoa uma certa roda de engenho soltou-se e cairia em cima de outro homem, mas Benedito segurou-a com suas mãos e corpo, era mais que tudo isso poderia suportar, mas mesmo assim conseguiu segurar e salvar seu amigo, isto custou-lhe um problema grave na coluna e por muito tempo precisou do amparo de muletas, aposentou cedo, mas que aposentadoria preferia trabalhar pois a dor ainda se estendia em seu dorso e espinha, aos poucos tirou de baixo de suas axilas tal muletas e passou a andar livremente, mas ainda com algumas dores e puxando um pouco no seu caminhar, seu Benedito foi pessoa muito boa, tinha um sonho e era ganhar no jogo e com o dinheiro ajudar alguns amigos, assim, os números fizeram parte de seus pensamentos, seus bolsos ainda encontravam-se papeis rabiscados e amassados por jogos que não jogara por falta de dinheiro, mas seu Benedito caminhou bastante, e era o que mais gostava de fazer, pois todo dia levantava muito cedo tão cedo que o dia ainda não tinha nascido, andava sempre ao encontro de amigos e sorrindo passava e contava suas histórias, estas muitos reais pois contava sobre o passado de seus amigos, pelo tempo que conhecia cada um, e feliz sorria e voltava a caminhar, em seu bolso os números que naquela semana deveria jogar, parava sua caminhada sempre no mesmo lugar, almoçava bastante, pois sua aposentadoria não dava pra jantar, certo dia isso ocorrido a minha frente, parou-lhe uma pessoa e pediu-lhe um alimento, ele deu-lhe o que quis comer e saciado pagou com uma garrafada na cabeça que por muitos anos a dor traria-lhe a lembrança.
Não foi por isso e por nada que Benedito deixou de ser uma pessoa boa, compreendia a todos e sabia perdoar, Benedito não casou esperava um dia ter a sorte pra preparar um lar com alguém que lhe ama-se.

Agora voltamos a senzala, mas porque senzala?, Benedito era negro mas não vivera naquele tempo, mas se eu disse-se que Benedito já fora um Preto Velho, você acredita?, pois é eu conheci seu Benedito em sua última encarnação e agora é um pontinho pequenino de luz, vem as vezes e vai embora ainda triste, pois a sua festa nunca começou.

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A última festa de um Preto Velho

Assobiaram, seu Joaquim, olhou pra trás, precisou mirar um pouco mais e viu seu Benedito acenando com a mão, já era noite na senzala e todos ainda não dormiram, tem festa hoje meu velho disse seu Joaquim ancião também mas um pouco mais novo que seu Benedito.
O Velho Benedito como muitos chamavam, parou e começou a massagear a barba branca como algodão, sabia que quando tinha festa tinha fartura nas comidas que a sinhá mandava pros escravos, talvez até um pouquinho de vinho servido nas canequinhas do café pra não levantar suspeitas, mas antes do seu Benedito aceitar o convite, vamos falar um pouquinho da sua história:

Benedito nasceu em uma cidade pobre, mas nunca falou de seus pais, nasceu e já começou a trabalhar, pois somente desta parte tenho a recordação, um dia salvou uma pessoa uma certa roda de engenho soltou-se e cairia em cima de outro homem, mas Benedito segurou-a com suas mãos e corpo, era mais que tudo isso poderia suportar, mas mesmo assim conseguiu segurar e salvar seu amigo, isto custou-lhe um problema grave na coluna e por muito tempo precisou do amparo de muletas, aposentou cedo, mas que aposentadoria preferia trabalhar pois a dor ainda se estendia em seu dorso e espinha, aos poucos tirou de baixo de suas axilas tal muletas e passou a andar livremente, mas ainda com algumas dores e puxando um pouco no seu caminhar, seu Benedito foi pessoa muito boa, tinha um sonho e era ganhar no jogo e com o dinheiro ajudar alguns amigos, assim, os números fizeram parte de seus pensamentos, seus bolsos ainda encontravam-se papeis rabiscados e amassados por jogos que não jogara por falta de dinheiro, mas seu Benedito caminhou bastante, e era o que mais gostava de fazer, pois todo dia levantava muito cedo tão cedo que o dia ainda não tinha nascido, andava sempre ao encontro de amigos e sorrindo passava e contava suas histórias, estas muitos reais pois contava sobre o passado de seus amigos, pelo tempo que conhecia cada um, e feliz sorria e voltava a caminhar, em seu bolso os números que naquela semana deveria jogar, parava sua caminhada sempre no mesmo lugar, almoçava bastante, pois sua aposentadoria não dava pra jantar, certo dia isso ocorrido a minha frente, parou-lhe uma pessoa e pediu-lhe um alimento, ele deu-lhe o que quis comer e saciado pagou com uma garrafada na cabeça que por muitos anos a dor traria-lhe a lembrança.
Não foi por isso e por nada que Benedito deixou de ser uma pessoa boa, compreendia a todos e sabia perdoar, Benedito não casou esperava um dia ter a sorte pra preparar um lar com alguém que lhe ama-se.

Agora voltamos a senzala, mas porque senzala?, Benedito era negro mas não vivera naquele tempo, mas se eu disse-se que Benedito já fora um Preto Velho, você acredita?, pois é eu conheci seu Benedito em sua última encarnação e agora é um pontinho pequenino de luz, vem as vezes e vai embora ainda triste, pois a sua festa nunca começou.

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A última festa de um Preto Velho

Assobiaram, seu Joaquim, olhou pra trás, precisou mirar um pouco mais e viu seu Benedito acenando com a mão, já era noite na senzala e todos ainda não dormiram, tem festa hoje meu velho disse seu Joaquim ancião também mas um pouco mais novo que seu Benedito.
O Velho Benedito como muitos chamavam, parou e começou a massagear a barba branca como algodão, sabia que quando tinha festa tinha fartura nas comidas que a sinhá mandava pros escravos, talvez até um pouquinho de vinho servido nas canequinhas do café pra não levantar suspeitas, mas antes do seu Benedito aceitar o convite, vamos falar um pouquinho da sua história:

Benedito nasceu em uma cidade pobre, mas nunca falou de seus pais, nasceu e já começou a trabalhar, pois somente desta parte tenho a recordação, um dia salvou uma pessoa uma certa roda de engenho soltou-se e cairia em cima de outro homem, mas Benedito segurou-a com suas mãos e corpo, era mais que tudo isso poderia suportar, mas mesmo assim conseguiu segurar e salvar seu amigo, isto custou-lhe um problema grave na coluna e por muito tempo precisou do amparo de muletas, aposentou cedo, mas que aposentadoria preferia trabalhar pois a dor ainda se estendia em seu dorso e espinha, aos poucos tirou de baixo de suas axilas tal muletas e passou a andar livremente, mas ainda com algumas dores e puxando um pouco no seu caminhar, seu Benedito foi pessoa muito boa, tinha um sonho e era ganhar no jogo e com o dinheiro ajudar alguns amigos, assim, os números fizeram parte de seus pensamentos, seus bolsos ainda encontravam-se papeis rabiscados e amassados por jogos que não jogara por falta de dinheiro, mas seu Benedito caminhou bastante, e era o que mais gostava de fazer, pois todo dia levantava muito cedo tão cedo que o dia ainda não tinha nascido, andava sempre ao encontro de amigos e sorrindo passava e contava suas histórias, estas muitos reais pois contava sobre o passado de seus amigos, pelo tempo que conhecia cada um, e feliz sorria e voltava a caminhar, em seu bolso os números que naquela semana deveria jogar, parava sua caminhada sempre no mesmo lugar, almoçava bastante, pois sua aposentadoria não dava pra jantar, certo dia isso ocorrido a minha frente, parou-lhe uma pessoa e pediu-lhe um alimento, ele deu-lhe o que quis comer e saciado pagou com uma garrafada na cabeça que por muitos anos a dor traria-lhe a lembrança.
Não foi por isso e por nada que Benedito deixou de ser uma pessoa boa, compreendia a todos e sabia perdoar, Benedito não casou esperava um dia ter a sorte pra preparar um lar com alguém que lhe ama-se.

Agora voltamos a senzala, mas porque senzala?, Benedito era negro mas não vivera naquele tempo, mas se eu disse-se que Benedito já fora um Preto Velho, você acredita?, pois é eu conheci seu Benedito em sua última encarnação e agora é um pontinho pequenino de luz, vem as vezes e vai embora ainda triste, pois a sua festa nunca começou.

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Exú é Mojubá - Afinal quem são os Exús?


Exú é Mojubá !!!

Vamos falar um pouco sobre um tema bastante solicitado pelos nossos leitores: Exu! Não é à toa que muitos pedem para publicarmos artigos sobre Exu, afinal é a representação do maior mistério, da maior fonte de controversas e da maior força da nossa Umbanda. Costumo dizer que Exu faz a guerra para trazer a paz; que Exu é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo ouve e que sem Exu não se pode fazer absolutamente nada, conversando com muitos amigos e amigas Pais Espirituais, todos dizem a mesma coisa em dia de Gira de Exú e Pomba Gira a casa esta cheia, porque eles trazem tanta fascinação?
Ainda é um mistério para muitos mas vou dizer o que me disse um Senhor "Tata Caveira, -  Os pés de quem chega não são comandados pelas matérias, são sim comandados pelo seu interior, uma sensação e vontade de ter que ir ao encontro dos Exús é dado ao cérebro daqueles que involuntariamente pedem por uma intersecção, assim sem perceberem estão diante de nós". 

Mas, enfim, quem é Exu?

EXÚ – palavra em yorubá (Èsù) pode ser traduzida como esfera. O simbolismo do círculo é muito antigo e encontrado em várias culturas: ele representa o infinito, o que não tem começo nem fim e está em todos os lugares.

Exú é um Deus da mitologia yorubá e afro-brasileira. É a divindade mais controversa do panteão afro-brasileiro, talvez por ser o mais intrinsicamente humano de todos os Orixás. Ele é o Mensageiro dos Deuses, seu poder é o de receber e transportar os pedidos e oferendas dos seres humanos ao Orum, o mundo dos Deuses. É o Senhor dos caminhos, das encruzilhadas, das trocas comerciais e de todo tipo de comunicação. Por isso, ele é o movimento inicial e dinâmico que leva à propulsão, ao crescimento e à multiplicação.

Exu na Umbanda é Orixá, é Guardião e Guia, é força, energia e potência Divina que atua sob ação da Lei Maior, ativando e cessando nossos carmas. São espiritos iluminados que, de forma muito peculiar, conhecem nosso íntimo e nossa conduta muito mais que nós mesmos e através desse conhecer amplo é que ativam em nossa vida nossas maiores provações.

Não são duais na concepção da palavra, mas atuam vigorosamente em nossa dualidade proporcionando-nos apenas o que nos é de merecimento e, claro, que essa atuação é muitas vezes enxergada por nós como uma ação externa, como uma ação de Exu, e dificilmente como sendo nossa. Sendo assim, Exu não faz o mal, muito menos faz o que queremos ou o que pagamos, Exu não é nosso escravo ou nosso serviçal, Exu não nos deve nada, nós é que devemos a Ele.

Portanto, pedir algo a Exu, só se for proteção, proteção e proteção. Afinal, Ele já sabe o que merecemos.

DIA DA SEMANA – Segunda feira – é um dia propício para magias e rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia e meditação. A energia lunar do dia favorece novos começos e confere poder.

CONTAS – pretas (neutraliza/absorve) e vermelhas (ativa/irradia), reafirmando a energia da contradição de Exu.

PADÊ – palavra yorubá que significa ENCONTRO ou REUNIÃO, durante a qual Exu é chamado, saudado, cumprimentado e enviado ao além com a intenção de convocar outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, tem a função de afastá-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia

OGÓ – bastão de Exu, é um bastão com cabaças que representa o falo. Espécie de cetro mágico com que ele se transporta aos lugares mais longínquos, tem o poder de atrair pelo seu poder magnético. Do ioruba ògo, “porrete usado para defesa pessoal”.

FALO – representa a fertilidade da vida, o poder sexual, reprodutivo e gerativo. Nas “religiões da natureza”, o sexo é um ato sagrado. E se ele é sagrado, seus frutos também são. A noção de pecado original seria uma aberração nesse sistema religioso; além disso, um dos ideais do estilo de vida iorubano era ter uma família numerosa e, portanto, o culto a Exú fazia-se essencial.

TRIDENTE – tradicionalmente divino nas culturas pagãs anteriores ao Cristianismo, por isso a cultura católica fez questão de pregar o inverso, para facilitar a conversão de seus fiéis com que esquecessem os mistérios a que tinham acesso direto. Agora o único acesso a qualquer mistério estaria na mão de um Sacerdote Católico. Podemos citar ainda os tridentes de Netuno, Posseidon e Shiva, entre outros. Tridentes mostram o valor divino concedido a eles; a trindade; o alto, o meio e o embaixo; Céu, Mar e Terra; Luz, sombra e trevas;

ENCRUZILHADA – cruzamento vibratório, representa a dualidade, a escolha, as possibilidades e o livre arbítrio.

Que a Divina Luz esteja entre nós
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Exú é Mojubá !!!

Vamos falar um pouco sobre um tema bastante solicitado pelos nossos leitores: Exu! Não é à toa que muitos pedem para publicarmos artigos sobre Exu, afinal é a representação do maior mistério, da maior fonte de controversas e da maior força da nossa Umbanda. Costumo dizer que Exu faz a guerra para trazer a paz; que Exu é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo ouve e que sem Exu não se pode fazer absolutamente nada, conversando com muitos amigos e amigas Pais Espirituais, todos dizem a mesma coisa em dia de Gira de Exú e Pomba Gira a casa esta cheia, porque eles trazem tanta fascinação?
Ainda é um mistério para muitos mas vou dizer o que me disse um Senhor "Tata Caveira, -  Os pés de quem chega não são comandados pelas matérias, são sim comandados pelo seu interior, uma sensação e vontade de ter que ir ao encontro dos Exús é dado ao cérebro daqueles que involuntariamente pedem por uma intersecção, assim sem perceberem estão diante de nós". 

Mas, enfim, quem é Exu?

EXÚ – palavra em yorubá (Èsù) pode ser traduzida como esfera. O simbolismo do círculo é muito antigo e encontrado em várias culturas: ele representa o infinito, o que não tem começo nem fim e está em todos os lugares.

Exú é um Deus da mitologia yorubá e afro-brasileira. É a divindade mais controversa do panteão afro-brasileiro, talvez por ser o mais intrinsicamente humano de todos os Orixás. Ele é o Mensageiro dos Deuses, seu poder é o de receber e transportar os pedidos e oferendas dos seres humanos ao Orum, o mundo dos Deuses. É o Senhor dos caminhos, das encruzilhadas, das trocas comerciais e de todo tipo de comunicação. Por isso, ele é o movimento inicial e dinâmico que leva à propulsão, ao crescimento e à multiplicação.

Exu na Umbanda é Orixá, é Guardião e Guia, é força, energia e potência Divina que atua sob ação da Lei Maior, ativando e cessando nossos carmas. São espiritos iluminados que, de forma muito peculiar, conhecem nosso íntimo e nossa conduta muito mais que nós mesmos e através desse conhecer amplo é que ativam em nossa vida nossas maiores provações.

Não são duais na concepção da palavra, mas atuam vigorosamente em nossa dualidade proporcionando-nos apenas o que nos é de merecimento e, claro, que essa atuação é muitas vezes enxergada por nós como uma ação externa, como uma ação de Exu, e dificilmente como sendo nossa. Sendo assim, Exu não faz o mal, muito menos faz o que queremos ou o que pagamos, Exu não é nosso escravo ou nosso serviçal, Exu não nos deve nada, nós é que devemos a Ele.

Portanto, pedir algo a Exu, só se for proteção, proteção e proteção. Afinal, Ele já sabe o que merecemos.

DIA DA SEMANA – Segunda feira – é um dia propício para magias e rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia e meditação. A energia lunar do dia favorece novos começos e confere poder.

CONTAS – pretas (neutraliza/absorve) e vermelhas (ativa/irradia), reafirmando a energia da contradição de Exu.

PADÊ – palavra yorubá que significa ENCONTRO ou REUNIÃO, durante a qual Exu é chamado, saudado, cumprimentado e enviado ao além com a intenção de convocar outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, tem a função de afastá-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia

OGÓ – bastão de Exu, é um bastão com cabaças que representa o falo. Espécie de cetro mágico com que ele se transporta aos lugares mais longínquos, tem o poder de atrair pelo seu poder magnético. Do ioruba ògo, “porrete usado para defesa pessoal”.

FALO – representa a fertilidade da vida, o poder sexual, reprodutivo e gerativo. Nas “religiões da natureza”, o sexo é um ato sagrado. E se ele é sagrado, seus frutos também são. A noção de pecado original seria uma aberração nesse sistema religioso; além disso, um dos ideais do estilo de vida iorubano era ter uma família numerosa e, portanto, o culto a Exú fazia-se essencial.

TRIDENTE – tradicionalmente divino nas culturas pagãs anteriores ao Cristianismo, por isso a cultura católica fez questão de pregar o inverso, para facilitar a conversão de seus fiéis com que esquecessem os mistérios a que tinham acesso direto. Agora o único acesso a qualquer mistério estaria na mão de um Sacerdote Católico. Podemos citar ainda os tridentes de Netuno, Posseidon e Shiva, entre outros. Tridentes mostram o valor divino concedido a eles; a trindade; o alto, o meio e o embaixo; Céu, Mar e Terra; Luz, sombra e trevas;

ENCRUZILHADA – cruzamento vibratório, representa a dualidade, a escolha, as possibilidades e o livre arbítrio.

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Exú é Mojubá !!!

Vamos falar um pouco sobre um tema bastante solicitado pelos nossos leitores: Exu! Não é à toa que muitos pedem para publicarmos artigos sobre Exu, afinal é a representação do maior mistério, da maior fonte de controversas e da maior força da nossa Umbanda. Costumo dizer que Exu faz a guerra para trazer a paz; que Exu é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo ouve e que sem Exu não se pode fazer absolutamente nada, conversando com muitos amigos e amigas Pais Espirituais, todos dizem a mesma coisa em dia de Gira de Exú e Pomba Gira a casa esta cheia, porque eles trazem tanta fascinação?
Ainda é um mistério para muitos mas vou dizer o que me disse um Senhor "Tata Caveira, -  Os pés de quem chega não são comandados pelas matérias, são sim comandados pelo seu interior, uma sensação e vontade de ter que ir ao encontro dos Exús é dado ao cérebro daqueles que involuntariamente pedem por uma intersecção, assim sem perceberem estão diante de nós". 

Mas, enfim, quem é Exu?

EXÚ – palavra em yorubá (Èsù) pode ser traduzida como esfera. O simbolismo do círculo é muito antigo e encontrado em várias culturas: ele representa o infinito, o que não tem começo nem fim e está em todos os lugares.

Exú é um Deus da mitologia yorubá e afro-brasileira. É a divindade mais controversa do panteão afro-brasileiro, talvez por ser o mais intrinsicamente humano de todos os Orixás. Ele é o Mensageiro dos Deuses, seu poder é o de receber e transportar os pedidos e oferendas dos seres humanos ao Orum, o mundo dos Deuses. É o Senhor dos caminhos, das encruzilhadas, das trocas comerciais e de todo tipo de comunicação. Por isso, ele é o movimento inicial e dinâmico que leva à propulsão, ao crescimento e à multiplicação.

Exu na Umbanda é Orixá, é Guardião e Guia, é força, energia e potência Divina que atua sob ação da Lei Maior, ativando e cessando nossos carmas. São espiritos iluminados que, de forma muito peculiar, conhecem nosso íntimo e nossa conduta muito mais que nós mesmos e através desse conhecer amplo é que ativam em nossa vida nossas maiores provações.

Não são duais na concepção da palavra, mas atuam vigorosamente em nossa dualidade proporcionando-nos apenas o que nos é de merecimento e, claro, que essa atuação é muitas vezes enxergada por nós como uma ação externa, como uma ação de Exu, e dificilmente como sendo nossa. Sendo assim, Exu não faz o mal, muito menos faz o que queremos ou o que pagamos, Exu não é nosso escravo ou nosso serviçal, Exu não nos deve nada, nós é que devemos a Ele.

Portanto, pedir algo a Exu, só se for proteção, proteção e proteção. Afinal, Ele já sabe o que merecemos.

DIA DA SEMANA – Segunda feira – é um dia propício para magias e rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia e meditação. A energia lunar do dia favorece novos começos e confere poder.

CONTAS – pretas (neutraliza/absorve) e vermelhas (ativa/irradia), reafirmando a energia da contradição de Exu.

PADÊ – palavra yorubá que significa ENCONTRO ou REUNIÃO, durante a qual Exu é chamado, saudado, cumprimentado e enviado ao além com a intenção de convocar outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, tem a função de afastá-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia

OGÓ – bastão de Exu, é um bastão com cabaças que representa o falo. Espécie de cetro mágico com que ele se transporta aos lugares mais longínquos, tem o poder de atrair pelo seu poder magnético. Do ioruba ògo, “porrete usado para defesa pessoal”.

FALO – representa a fertilidade da vida, o poder sexual, reprodutivo e gerativo. Nas “religiões da natureza”, o sexo é um ato sagrado. E se ele é sagrado, seus frutos também são. A noção de pecado original seria uma aberração nesse sistema religioso; além disso, um dos ideais do estilo de vida iorubano era ter uma família numerosa e, portanto, o culto a Exú fazia-se essencial.

TRIDENTE – tradicionalmente divino nas culturas pagãs anteriores ao Cristianismo, por isso a cultura católica fez questão de pregar o inverso, para facilitar a conversão de seus fiéis com que esquecessem os mistérios a que tinham acesso direto. Agora o único acesso a qualquer mistério estaria na mão de um Sacerdote Católico. Podemos citar ainda os tridentes de Netuno, Posseidon e Shiva, entre outros. Tridentes mostram o valor divino concedido a eles; a trindade; o alto, o meio e o embaixo; Céu, Mar e Terra; Luz, sombra e trevas;

ENCRUZILHADA – cruzamento vibratório, representa a dualidade, a escolha, as possibilidades e o livre arbítrio.

Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
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Exú é Mojubá - Afinal quem são os Exús?


Exú é Mojubá !!!

Vamos falar um pouco sobre um tema bastante solicitado pelos nossos leitores: Exu! Não é à toa que muitos pedem para publicarmos artigos sobre Exu, afinal é a representação do maior mistério, da maior fonte de controversas e da maior força da nossa Umbanda. Costumo dizer que Exu faz a guerra para trazer a paz; que Exu é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo ouve e que sem Exu não se pode fazer absolutamente nada, conversando com muitos amigos e amigas Pais Espirituais, todos dizem a mesma coisa em dia de Gira de Exú e Pomba Gira a casa esta cheia, porque eles trazem tanta fascinação?
Ainda é um mistério para muitos mas vou dizer o que me disse um Senhor "Tata Caveira, -  Os pés de quem chega não são comandados pelas matérias, são sim comandados pelo seu interior, uma sensação e vontade de ter que ir ao encontro dos Exús é dado ao cérebro daqueles que involuntariamente pedem por uma intersecção, assim sem perceberem estão diante de nós". 

Mas, enfim, quem é Exu?

EXÚ – palavra em yorubá (Èsù) pode ser traduzida como esfera. O simbolismo do círculo é muito antigo e encontrado em várias culturas: ele representa o infinito, o que não tem começo nem fim e está em todos os lugares.

Exú é um Deus da mitologia yorubá e afro-brasileira. É a divindade mais controversa do panteão afro-brasileiro, talvez por ser o mais intrinsicamente humano de todos os Orixás. Ele é o Mensageiro dos Deuses, seu poder é o de receber e transportar os pedidos e oferendas dos seres humanos ao Orum, o mundo dos Deuses. É o Senhor dos caminhos, das encruzilhadas, das trocas comerciais e de todo tipo de comunicação. Por isso, ele é o movimento inicial e dinâmico que leva à propulsão, ao crescimento e à multiplicação.

Exu na Umbanda é Orixá, é Guardião e Guia, é força, energia e potência Divina que atua sob ação da Lei Maior, ativando e cessando nossos carmas. São espiritos iluminados que, de forma muito peculiar, conhecem nosso íntimo e nossa conduta muito mais que nós mesmos e através desse conhecer amplo é que ativam em nossa vida nossas maiores provações.

Não são duais na concepção da palavra, mas atuam vigorosamente em nossa dualidade proporcionando-nos apenas o que nos é de merecimento e, claro, que essa atuação é muitas vezes enxergada por nós como uma ação externa, como uma ação de Exu, e dificilmente como sendo nossa. Sendo assim, Exu não faz o mal, muito menos faz o que queremos ou o que pagamos, Exu não é nosso escravo ou nosso serviçal, Exu não nos deve nada, nós é que devemos a Ele.

Portanto, pedir algo a Exu, só se for proteção, proteção e proteção. Afinal, Ele já sabe o que merecemos.

DIA DA SEMANA – Segunda feira – é um dia propício para magias e rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia e meditação. A energia lunar do dia favorece novos começos e confere poder.

CONTAS – pretas (neutraliza/absorve) e vermelhas (ativa/irradia), reafirmando a energia da contradição de Exu.

PADÊ – palavra yorubá que significa ENCONTRO ou REUNIÃO, durante a qual Exu é chamado, saudado, cumprimentado e enviado ao além com a intenção de convocar outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, tem a função de afastá-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia

OGÓ – bastão de Exu, é um bastão com cabaças que representa o falo. Espécie de cetro mágico com que ele se transporta aos lugares mais longínquos, tem o poder de atrair pelo seu poder magnético. Do ioruba ògo, “porrete usado para defesa pessoal”.

FALO – representa a fertilidade da vida, o poder sexual, reprodutivo e gerativo. Nas “religiões da natureza”, o sexo é um ato sagrado. E se ele é sagrado, seus frutos também são. A noção de pecado original seria uma aberração nesse sistema religioso; além disso, um dos ideais do estilo de vida iorubano era ter uma família numerosa e, portanto, o culto a Exú fazia-se essencial.

TRIDENTE – tradicionalmente divino nas culturas pagãs anteriores ao Cristianismo, por isso a cultura católica fez questão de pregar o inverso, para facilitar a conversão de seus fiéis com que esquecessem os mistérios a que tinham acesso direto. Agora o único acesso a qualquer mistério estaria na mão de um Sacerdote Católico. Podemos citar ainda os tridentes de Netuno, Posseidon e Shiva, entre outros. Tridentes mostram o valor divino concedido a eles; a trindade; o alto, o meio e o embaixo; Céu, Mar e Terra; Luz, sombra e trevas;

ENCRUZILHADA – cruzamento vibratório, representa a dualidade, a escolha, as possibilidades e o livre arbítrio.

Que a Divina Luz esteja entre nós
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