Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

Pomba Gira Maria Padilha


Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha Maria Padilha

A homenagem é à Pomba-Gira mais conhecida, Dona Maria Padilha. Esta falange é muito conhecida e há vários espiritos que trabalham sob esta falange, algumas vertented são:

Maria Padilha da Encruzilhada
Maria Padilha do Cemitério
Maria Padilha Mulambo
Rainha Maria Padilha
Maria Padilha do Fogo
Maria Padilha da Praia
Maria Padilha do Oriente
Maria Padillha das Almas
entre outras.

Em homenagem a essas grandes Guardiãs, hoje falaremos um pouco da história da uma das Maria Padilha das Almas.

Maria Padilha que não autorizou usar seu nome em vida foi uma mulher que vivia num retiro cigano na espanha perto de Barcelona. Ela era filha dos chefes daquele retiro que sempre foi muito perseguido pela inquisição. Numa de suas idas a cidade ela se enamorou por um padre perdidamente, mas ele nem ao menos a olhava então esta moça começou a se vestir de outra maneira até que conseguiu se aproximar, o padre nem imaginava sua descendência, e por ela sentia um sentimento, porém não dava atenção pois seu trabalho era o principal objetivo, e por mais que quisesse nunca deixaria sua posse pontifica por um amor.
Mesmo assim se sentia feliz ao vê-la ao seu lado por mais que não quisesse alimentar este amor que ele achava não ser correspondido.
Quando o pai deste padre adoeceu em leito de morte este ficou a saber que era de descendência cigana e logo que poderia ter mandado à guilhotina um de seus familiares. em volto a revolta ele deixou a batina e foi viver junto com os ciganos fora da cidade, ao chegar encontrou Maria Padilha que lhe deu todo amor porém este amor não pode durar muito devido ele ter deixado a igreja foi condenado e morto na guilhotina antes que seu amor pudesse fluir. Padilha então sofreu sua morte e comandou uma revolta contra igreja gerando a morte do bispo, mas foi em vão foi queimada na praça pública. E assim no plano espiritual vive hoje ao lado de seu companheiro.

Todas as Padilhas são entidades finas, que gostam de boas bebidas e bom cigarros, se portam como madames e não como alguns dizem mulheres da vida. Suas cores principais são vermelho e preto, sempre usando mais o vermelho. São diretas e educadas nas consultas e adoram trabalhar em desmanches de amarrações e trabalhos ligados ao amor.



Que Oxalá nos abençoe sempre


Saravá  .'.


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Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
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Maria Padilha da Encruzilhada
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Maria Padilha que não autorizou usar seu nome em vida foi uma mulher que vivia num retiro cigano na espanha perto de Barcelona. Ela era filha dos chefes daquele retiro que sempre foi muito perseguido pela inquisição. Numa de suas idas a cidade ela se enamorou por um padre perdidamente, mas ele nem ao menos a olhava então esta moça começou a se vestir de outra maneira até que conseguiu se aproximar, o padre nem imaginava sua descendência, e por ela sentia um sentimento, porém não dava atenção pois seu trabalho era o principal objetivo, e por mais que quisesse nunca deixaria sua posse pontifica por um amor.
Mesmo assim se sentia feliz ao vê-la ao seu lado por mais que não quisesse alimentar este amor que ele achava não ser correspondido.
Quando o pai deste padre adoeceu em leito de morte este ficou a saber que era de descendência cigana e logo que poderia ter mandado à guilhotina um de seus familiares. em volto a revolta ele deixou a batina e foi viver junto com os ciganos fora da cidade, ao chegar encontrou Maria Padilha que lhe deu todo amor porém este amor não pode durar muito devido ele ter deixado a igreja foi condenado e morto na guilhotina antes que seu amor pudesse fluir. Padilha então sofreu sua morte e comandou uma revolta contra igreja gerando a morte do bispo, mas foi em vão foi queimada na praça pública. E assim no plano espiritual vive hoje ao lado de seu companheiro.

Todas as Padilhas são entidades finas, que gostam de boas bebidas e bom cigarros, se portam como madames e não como alguns dizem mulheres da vida. Suas cores principais são vermelho e preto, sempre usando mais o vermelho. São diretas e educadas nas consultas e adoram trabalhar em desmanches de amarrações e trabalhos ligados ao amor.



Que Oxalá nos abençoe sempre


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Terça-feira, 5 de Julho de 2011

Filhos de Nanã Buruquê

Dia da Semana: Terça-feira
Cores: Violeta, azul e branco rajado
Comida: Feijão fradinho cozido com mel
Saudação: Saluba Nanan, Axé!
Domínio: Pântanos, igapós, charcos, lama

Divindade exclusiva da cultura Fanti-Ashanti, adotada posteriormente pela cultura yorubana. É a mais antiga Ayabá, originária da cidade de Late, em Gana. Nanan conserva consigo o segredo da criação do homem e da própria essência da vida, representando a memória transcedental do ser humano e seus antepassados. Sua origem lendária parece estar ligada aos povos que habitaram a África antes da chegada de Oduduwá. Por isso ela é a dona das águas paradas e dos pântanos, numa referencia às águas primordiais de onde Orunmilá criou a Terra. Nanan detêm o poder sobre os Eguns juntamente com Oyá e é a mãe de Xapanan.




OS FILHOS DE NANÃ NO AMOR

O HOMEM DE NANÃ

De cada 500 homens que nascem, apenas um é filho de Nanã. Esta "estatística" já mostra que este é um tipo de pessoa especial do ponto de vista sentimental. É um homem bom, carinhoso,  amigo e mão aberta quando se trata de cercar seu amor de cuidados. E isso é coerente com ele que gosta do que é belo, principalmente no que diz respeito à produção visual e é fã de uma vida social movimentada. Sexualmente, prefere parceiras passionais e precisa se sentir bastante desejado. Gosta de perceber se a pessoa amada sente ciúme dele mas não costuma ser feliz no primeiro amor, geralmente por culpa da pessoa com quem viveu. É certo também que tentará de tudo para conservar seu relacionamento e só desistirá dele quando sentir que não há mais saída.

A MULHER DE NANÃ

Capaz de tudo por um amor, embora na maior parte das vezes não demonstre isso à primeira vista, a filha de Nanan esconde também o seu lado erótico e sensual. Quem a vê, com aparência tranquila e distraída não imagina que  para ela, sexo é uma prática sem limites. Seus pontos fracos são o ventre e os quadris, mas ela só revelará estes e outros segredos íntimos a um homem em quem confiar. E ele deverá preencher alguns requisitos: ser inteligente como ela, delicado, educado e um bom papo. Ela odeia o gênero machão, que a fará extremamente infeliz. O homem que a conquistar não terá do que se queixar: a mulher de Nanan é cúmplice e companheira em tudo e o fará muito feliz.
AFINIDADES

Com mulheres de Oxanguian, Oxalá, Obaluayê, Yansã e Oxunmaré.

AFINIDADES

Com homens de Oxunmaré, Oxalá, Oxóssi, Voduns, Obaluayê.




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Filhos de Nanã Buruquê

Dia da Semana: Terça-feira
Cores: Violeta, azul e branco rajado
Comida: Feijão fradinho cozido com mel
Saudação: Saluba Nanan, Axé!
Domínio: Pântanos, igapós, charcos, lama

Divindade exclusiva da cultura Fanti-Ashanti, adotada posteriormente pela cultura yorubana. É a mais antiga Ayabá, originária da cidade de Late, em Gana. Nanan conserva consigo o segredo da criação do homem e da própria essência da vida, representando a memória transcedental do ser humano e seus antepassados. Sua origem lendária parece estar ligada aos povos que habitaram a África antes da chegada de Oduduwá. Por isso ela é a dona das águas paradas e dos pântanos, numa referencia às águas primordiais de onde Orunmilá criou a Terra. Nanan detêm o poder sobre os Eguns juntamente com Oyá e é a mãe de Xapanan.




OS FILHOS DE NANÃ NO AMOR

O HOMEM DE NANÃ

De cada 500 homens que nascem, apenas um é filho de Nanã. Esta "estatística" já mostra que este é um tipo de pessoa especial do ponto de vista sentimental. É um homem bom, carinhoso,  amigo e mão aberta quando se trata de cercar seu amor de cuidados. E isso é coerente com ele que gosta do que é belo, principalmente no que diz respeito à produção visual e é fã de uma vida social movimentada. Sexualmente, prefere parceiras passionais e precisa se sentir bastante desejado. Gosta de perceber se a pessoa amada sente ciúme dele mas não costuma ser feliz no primeiro amor, geralmente por culpa da pessoa com quem viveu. É certo também que tentará de tudo para conservar seu relacionamento e só desistirá dele quando sentir que não há mais saída.

A MULHER DE NANÃ

Capaz de tudo por um amor, embora na maior parte das vezes não demonstre isso à primeira vista, a filha de Nanan esconde também o seu lado erótico e sensual. Quem a vê, com aparência tranquila e distraída não imagina que  para ela, sexo é uma prática sem limites. Seus pontos fracos são o ventre e os quadris, mas ela só revelará estes e outros segredos íntimos a um homem em quem confiar. E ele deverá preencher alguns requisitos: ser inteligente como ela, delicado, educado e um bom papo. Ela odeia o gênero machão, que a fará extremamente infeliz. O homem que a conquistar não terá do que se queixar: a mulher de Nanan é cúmplice e companheira em tudo e o fará muito feliz.
AFINIDADES

Com mulheres de Oxanguian, Oxalá, Obaluayê, Yansã e Oxunmaré.

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Divindade exclusiva da cultura Fanti-Ashanti, adotada posteriormente pela cultura yorubana. É a mais antiga Ayabá, originária da cidade de Late, em Gana. Nanan conserva consigo o segredo da criação do homem e da própria essência da vida, representando a memória transcedental do ser humano e seus antepassados. Sua origem lendária parece estar ligada aos povos que habitaram a África antes da chegada de Oduduwá. Por isso ela é a dona das águas paradas e dos pântanos, numa referencia às águas primordiais de onde Orunmilá criou a Terra. Nanan detêm o poder sobre os Eguns juntamente com Oyá e é a mãe de Xapanan.




OS FILHOS DE NANÃ NO AMOR

O HOMEM DE NANÃ

De cada 500 homens que nascem, apenas um é filho de Nanã. Esta "estatística" já mostra que este é um tipo de pessoa especial do ponto de vista sentimental. É um homem bom, carinhoso,  amigo e mão aberta quando se trata de cercar seu amor de cuidados. E isso é coerente com ele que gosta do que é belo, principalmente no que diz respeito à produção visual e é fã de uma vida social movimentada. Sexualmente, prefere parceiras passionais e precisa se sentir bastante desejado. Gosta de perceber se a pessoa amada sente ciúme dele mas não costuma ser feliz no primeiro amor, geralmente por culpa da pessoa com quem viveu. É certo também que tentará de tudo para conservar seu relacionamento e só desistirá dele quando sentir que não há mais saída.

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Capaz de tudo por um amor, embora na maior parte das vezes não demonstre isso à primeira vista, a filha de Nanan esconde também o seu lado erótico e sensual. Quem a vê, com aparência tranquila e distraída não imagina que  para ela, sexo é uma prática sem limites. Seus pontos fracos são o ventre e os quadris, mas ela só revelará estes e outros segredos íntimos a um homem em quem confiar. E ele deverá preencher alguns requisitos: ser inteligente como ela, delicado, educado e um bom papo. Ela odeia o gênero machão, que a fará extremamente infeliz. O homem que a conquistar não terá do que se queixar: a mulher de Nanan é cúmplice e companheira em tudo e o fará muito feliz.
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Divindade exclusiva da cultura Fanti-Ashanti, adotada posteriormente pela cultura yorubana. É a mais antiga Ayabá, originária da cidade de Late, em Gana. Nanan conserva consigo o segredo da criação do homem e da própria essência da vida, representando a memória transcedental do ser humano e seus antepassados. Sua origem lendária parece estar ligada aos povos que habitaram a África antes da chegada de Oduduwá. Por isso ela é a dona das águas paradas e dos pântanos, numa referencia às águas primordiais de onde Orunmilá criou a Terra. Nanan detêm o poder sobre os Eguns juntamente com Oyá e é a mãe de Xapanan.




OS FILHOS DE NANÃ NO AMOR

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De cada 500 homens que nascem, apenas um é filho de Nanã. Esta "estatística" já mostra que este é um tipo de pessoa especial do ponto de vista sentimental. É um homem bom, carinhoso,  amigo e mão aberta quando se trata de cercar seu amor de cuidados. E isso é coerente com ele que gosta do que é belo, principalmente no que diz respeito à produção visual e é fã de uma vida social movimentada. Sexualmente, prefere parceiras passionais e precisa se sentir bastante desejado. Gosta de perceber se a pessoa amada sente ciúme dele mas não costuma ser feliz no primeiro amor, geralmente por culpa da pessoa com quem viveu. É certo também que tentará de tudo para conservar seu relacionamento e só desistirá dele quando sentir que não há mais saída.

A MULHER DE NANÃ

Capaz de tudo por um amor, embora na maior parte das vezes não demonstre isso à primeira vista, a filha de Nanan esconde também o seu lado erótico e sensual. Quem a vê, com aparência tranquila e distraída não imagina que  para ela, sexo é uma prática sem limites. Seus pontos fracos são o ventre e os quadris, mas ela só revelará estes e outros segredos íntimos a um homem em quem confiar. E ele deverá preencher alguns requisitos: ser inteligente como ela, delicado, educado e um bom papo. Ela odeia o gênero machão, que a fará extremamente infeliz. O homem que a conquistar não terá do que se queixar: a mulher de Nanan é cúmplice e companheira em tudo e o fará muito feliz.
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Nanã Boroquê é dia 26 de julho é dia de festa



A mais velha divindade do panteão, associada às águas paradas, à lama dos pântanos.

O único Orixá que não reconheceu a soberania de Ogum por ser o dono dos metais. Mãe de Omolu e Oxumare, os abandonou.

É tanto reverenciada como sendo a divindade da vida, como da morte. Seu símbolo é o íbíri - um feixe de ramos de folha de palmeira com a ponta curvada e enfeitado com búzios, seu dia é o sábado.
Sua saudação é SALÚBA !

LENDA
NANà- Orixá da Terra - Princípio de Nossa Existência !!!

Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, Oxalá tentou vários caminhos.

Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior. Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Oxalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã. Oxalá criou o homem, o modelou no barro. Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos Orixás povoou a Terra.

Mas tem um dia que o homem tem que morrer. O seu corpo tem que voltar à terra, voltar à natureza de Nanã.

Nanã deu a matéria no começo mas quer de volta no final tudo o que é seu. 


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A mais velha divindade do panteão, associada às águas paradas, à lama dos pântanos.

O único Orixá que não reconheceu a soberania de Ogum por ser o dono dos metais. Mãe de Omolu e Oxumare, os abandonou.

É tanto reverenciada como sendo a divindade da vida, como da morte. Seu símbolo é o íbíri - um feixe de ramos de folha de palmeira com a ponta curvada e enfeitado com búzios, seu dia é o sábado.
Sua saudação é SALÚBA !

LENDA
NANà- Orixá da Terra - Princípio de Nossa Existência !!!

Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, Oxalá tentou vários caminhos.

Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior. Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Oxalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã. Oxalá criou o homem, o modelou no barro. Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos Orixás povoou a Terra.

Mas tem um dia que o homem tem que morrer. O seu corpo tem que voltar à terra, voltar à natureza de Nanã.

Nanã deu a matéria no começo mas quer de volta no final tudo o que é seu. 


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A mais velha divindade do panteão, associada às águas paradas, à lama dos pântanos.

O único Orixá que não reconheceu a soberania de Ogum por ser o dono dos metais. Mãe de Omolu e Oxumare, os abandonou.

É tanto reverenciada como sendo a divindade da vida, como da morte. Seu símbolo é o íbíri - um feixe de ramos de folha de palmeira com a ponta curvada e enfeitado com búzios, seu dia é o sábado.
Sua saudação é SALÚBA !

LENDA
NANà- Orixá da Terra - Princípio de Nossa Existência !!!

Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, Oxalá tentou vários caminhos.

Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior. Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Oxalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã. Oxalá criou o homem, o modelou no barro. Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos Orixás povoou a Terra.

Mas tem um dia que o homem tem que morrer. O seu corpo tem que voltar à terra, voltar à natureza de Nanã.

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O único Orixá que não reconheceu a soberania de Ogum por ser o dono dos metais. Mãe de Omolu e Oxumare, os abandonou.

É tanto reverenciada como sendo a divindade da vida, como da morte. Seu símbolo é o íbíri - um feixe de ramos de folha de palmeira com a ponta curvada e enfeitado com búzios, seu dia é o sábado.
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Dizem que quando Olorum encarregou Oxalá de fazer o mundo e modelar o ser humano, Oxalá tentou vários caminhos.

Tentou fazer o homem de ar, como ele. Não deu certo, pois o homem logo se desvaneceu. Tentou fazer de pau, mas a criatura ficou dura. De pedra, mas ainda a tentativa foi pior. Fez de fogo e o homem se consumiu. Tentou azeite, água e até vinho de palma, e nada.

Foi então que Nanã veio em seu socorro e deu a Oxalá a lama, o barro do fundo da lagoa onde morava ela, a lama sob as águas, que é Nanã. Oxalá criou o homem, o modelou no barro. Com o sopro de Olorum ele caminhou. Com a ajuda dos Orixás povoou a Terra.

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