Sábado, 24 de Setembro de 2011

Querubins os anjos sagrados


QUERUBINS

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos



Quando falamos em crianças espirituais nos remetemos aos Querubins, Anjos em forma de crianças a forma mais pura. Querubim (do Hebraico כרוב - "keruv" ou do plural כרובים - keruvim) é uma criatura sobrenatural, espiritual, mencionada várias vezes no Tanach (ou o Antigo Testamento), em livros apócrifos e em muitos escritos judaicos.

Em uma das interpretações, os querubins seriam anjos em segundo lugar na hierarquia celeste, logo abaixo dos Serafins.

Numa visão moderna, tendo uma origem em parte do Judaísmo, o querubim é um ser em forma de um bebê alado que estava sobre Propiciatório da Arca da Aliança, sendo este ponto de vista anacrônico em relação a estes seres, originada do Renascimento, já que, como bem relatou o historiador judeu Flávio Josefo, a representação dos querubins tinha sido esquecida já no século I d.C..

A origem do nome "querubim" (keruv em Hebraico) ainda é obscura. Alguns pesquisadores defendem que sua raiz está na palavra babilônica "karabu", significando "um ser abençoado, bendito". Outros defendem que sua origem está no nome do deus assírio "Kirabu", cuja representação é de um ser com aparência humana com corpo de um touro alado. A tradução hebraica mais próxima é Keruv (repolho), que enfatiza "invólucro" e "envolver", pois Deus se acomoda "no meio" dos querubins. Uma das poucas bases fundamentais e certas da aparência de um querubim que chegou a nós é que ele é um ser alado. Portanto, partindo deste ponto, podemos encontrar representações de animais ou seres híbridos com parte de animais que tem, sem dúvida, alguma relação com os querubins bíblicos. Na Assíria achava-se o Kirubu, expressão que designa um touro alado, achado em vários templos mesopotâmicos antigos.

Adicionalmente a este ser, encontra-se outro em forma de um leão alado (chamado “shedu” ou “lamassu”) que só não serviam como adorno nas paredes e portas dos templos, mas eram achados em pares (de leões ou touros alados), servindo também como guardas postos na entrada dos templos mesopotâmicos. É provável então a leitura do termo “keruvim araiot” (querubins-leões) como uma expressão hebraica relacionada a figura em forma de leão (shedu), ao contrário do querubim na forma de um touro (kerubu).
A literatura trata os querubins como anjos em forma de crianças, são anjos mais puros. Que respondem aos Serafins. Anjos com aparência idosa. Num paralelo vemos os querubins como nossas queridas crianças espirituais seres iluminados e puros que atendem ao comando dos Vovôs e Vovós, nossos pretos-velhos os Serafins.



Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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Querubins os anjos sagrados


QUERUBINS

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos



Quando falamos em crianças espirituais nos remetemos aos Querubins, Anjos em forma de crianças a forma mais pura. Querubim (do Hebraico כרוב - "keruv" ou do plural כרובים - keruvim) é uma criatura sobrenatural, espiritual, mencionada várias vezes no Tanach (ou o Antigo Testamento), em livros apócrifos e em muitos escritos judaicos.

Em uma das interpretações, os querubins seriam anjos em segundo lugar na hierarquia celeste, logo abaixo dos Serafins.

Numa visão moderna, tendo uma origem em parte do Judaísmo, o querubim é um ser em forma de um bebê alado que estava sobre Propiciatório da Arca da Aliança, sendo este ponto de vista anacrônico em relação a estes seres, originada do Renascimento, já que, como bem relatou o historiador judeu Flávio Josefo, a representação dos querubins tinha sido esquecida já no século I d.C..

A origem do nome "querubim" (keruv em Hebraico) ainda é obscura. Alguns pesquisadores defendem que sua raiz está na palavra babilônica "karabu", significando "um ser abençoado, bendito". Outros defendem que sua origem está no nome do deus assírio "Kirabu", cuja representação é de um ser com aparência humana com corpo de um touro alado. A tradução hebraica mais próxima é Keruv (repolho), que enfatiza "invólucro" e "envolver", pois Deus se acomoda "no meio" dos querubins. Uma das poucas bases fundamentais e certas da aparência de um querubim que chegou a nós é que ele é um ser alado. Portanto, partindo deste ponto, podemos encontrar representações de animais ou seres híbridos com parte de animais que tem, sem dúvida, alguma relação com os querubins bíblicos. Na Assíria achava-se o Kirubu, expressão que designa um touro alado, achado em vários templos mesopotâmicos antigos.

Adicionalmente a este ser, encontra-se outro em forma de um leão alado (chamado “shedu” ou “lamassu”) que só não serviam como adorno nas paredes e portas dos templos, mas eram achados em pares (de leões ou touros alados), servindo também como guardas postos na entrada dos templos mesopotâmicos. É provável então a leitura do termo “keruvim araiot” (querubins-leões) como uma expressão hebraica relacionada a figura em forma de leão (shedu), ao contrário do querubim na forma de um touro (kerubu).
A literatura trata os querubins como anjos em forma de crianças, são anjos mais puros. Que respondem aos Serafins. Anjos com aparência idosa. Num paralelo vemos os querubins como nossas queridas crianças espirituais seres iluminados e puros que atendem ao comando dos Vovôs e Vovós, nossos pretos-velhos os Serafins.



Que Oxalá nos abençoe sempre


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Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


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Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


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Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


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ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


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Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


Que Oxalá nos abençoe sempre


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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Pomba Gira por Maria Quitéria




Pomba Gira por Maria Quitéria



Bom dia moça... que o amor esteja sempre a abrir os teus
caminhos.
Hoje tenho um motivo especial para estar aqui.
Quero que você escreva um pouco sobre nós,
as Pomba Giras... tão mal interpretadas e sempre
tão requisitadas em trabalhos relacionados ao
amor...Ou falsos "amores".
Diariamente tentamos ajudar humanos que se
 dizem sem forças porque foram traídos, abandonados
e esgotados, que perderam seu amor, perderam
seu rumo e estímulo e se perdem em abismos
 por viverem em função de sentimentos egoístas
e vaidosos, quando o difícil é fazê-los perceber que
este falso amor nunca lhes pertenceu, e sim o
amor próprio que mora em cada um de nós,
esse sim soma com outros amores, o que nos
dá a sensação de termos encontrado um grande
 e único amor, o que realmente são, tão individuais
 como cada ser e sua natureza.
Nós, Pomba Giras, somos o verdadeiro e puro
estímulo, onde atuamos na capacidade da
mulher se auto sustentar, se auto afirmar em suas forças e belezas, estimulamos todos os sentidos
obscuros que existe dentro de uma mulher e de um homem para que eles possam seguir suas
caminhadas em busca de sonhos e ideais, ou pensas que só vocês mulheres precisam de estímulos?
Estimulamos todos os sentidos que façam com que humanos enxerguem e coloquem em práticas
todas as virtudes existentes em sua natureza.
Por muito tempo fomos comparadas com mulheres de vida fácil, liberais, quando o incômodo
está em nosso magnetismo de encantar, de conquistar e estimular todos os sentidos da vida,
com uma gargalhada, com uma dança, com uma lição de amor... Mas não se encantes
com tantos encantos. Sabemos e somos donas do sentido estimulador e podemos paralizá-lo
 quan assim for necessário e de belas e encantadoras mulheres, passamos a valentes
guerreiras e guardiãs de nossos protegidos, ou quem possa vir a nos evocar na Lei Divina da Luz.
Se quiserem nos humanizar, tenham nós como as guerreiras, como as mulheres de frente que
sempre se destacaram e lutaram por seus ideais, tenham a certeza de que estivemos a ampará-las,
apenas para ativar seus sentidos e protegê-las para que pudessem realizar suas missões,
única e exclusiva de desabrochar e chamar atenção de mulheres que já haviam se esquecido do
 que existe dentro de cada uma, seus sonhos e ideais, já as mulheres de vida fácil como dizem
parecermos, essas sim são carentes de amor próprio, movidas por falsas ilusões e falsos amores,
esse motivo maior de sermos procuradas e tão mais perto da realidade presente hoje entre vocês
humanos.
Porque citar essas duas classes de mulheres que por tempo viraram uma e que são de um
magnetismo contrário?
Porque são guerreira em descobrir sua própria natureza e não de querer descobrir a do próximo,
são felizes com o que tem e o que são e isso se chama amor próprio.
Quando citamos as que vocês classificam de mulheres da vida fácil, é porque buscam
incansavelmente por um amor fora de si. E o que buscamos, é fazer com que vocês possam
enxergar que o amor não se busca em outros corpos, não se busca em grandes empregos ou em
grandes amizades, tudo se soma para fazer do amor próprio ainda mais belo e fortificado, mas não
 traz e nem cria ele, nunca poderão ter um grande amor, enquanto não aprenderem a se amar,
não serão bem sucedidos em grandes ou pequenos empregos enquanto não amarem o que fazem,
vivam a amar o que fazem, o que buscam e o que são, vivam intensamente e atrairão o próprio
magnetismo puro do amor até vocês e entenderão ou começarão a entender as mensagens
que nós Pomba Giras buscamos passar...
Para nos evocar basta perceber e buscar o amor que mora dentro de si e para perceber o
que sou e onde estou, basta olhar para as estrelas, verá sua luz e beleza, todo seu
encanto e delicadeza, mas perceberá que ao seu lado mora um grande escuro imponente,
basta observar uma rosa, seu cheiro, textura e encanto, mas não se esqueça, que se muito
 dela querer, desta linda flor se machucará com seu próprio espinho...
Salve tu moça!
Salve o Amor e a Lei!
Salve a Magia!
Por Thaís Martins


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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Pomba Gira por Maria Quitéria




Pomba Gira por Maria Quitéria



Bom dia moça... que o amor esteja sempre a abrir os teus
caminhos.
Hoje tenho um motivo especial para estar aqui.
Quero que você escreva um pouco sobre nós,
as Pomba Giras... tão mal interpretadas e sempre
tão requisitadas em trabalhos relacionados ao
amor...Ou falsos "amores".
Diariamente tentamos ajudar humanos que se
 dizem sem forças porque foram traídos, abandonados
e esgotados, que perderam seu amor, perderam
seu rumo e estímulo e se perdem em abismos
 por viverem em função de sentimentos egoístas
e vaidosos, quando o difícil é fazê-los perceber que
este falso amor nunca lhes pertenceu, e sim o
amor próprio que mora em cada um de nós,
esse sim soma com outros amores, o que nos
dá a sensação de termos encontrado um grande
 e único amor, o que realmente são, tão individuais
 como cada ser e sua natureza.
Nós, Pomba Giras, somos o verdadeiro e puro
estímulo, onde atuamos na capacidade da
mulher se auto sustentar, se auto afirmar em suas forças e belezas, estimulamos todos os sentidos
obscuros que existe dentro de uma mulher e de um homem para que eles possam seguir suas
caminhadas em busca de sonhos e ideais, ou pensas que só vocês mulheres precisam de estímulos?
Estimulamos todos os sentidos que façam com que humanos enxerguem e coloquem em práticas
todas as virtudes existentes em sua natureza.
Por muito tempo fomos comparadas com mulheres de vida fácil, liberais, quando o incômodo
está em nosso magnetismo de encantar, de conquistar e estimular todos os sentidos da vida,
com uma gargalhada, com uma dança, com uma lição de amor... Mas não se encantes
com tantos encantos. Sabemos e somos donas do sentido estimulador e podemos paralizá-lo
 quan assim for necessário e de belas e encantadoras mulheres, passamos a valentes
guerreiras e guardiãs de nossos protegidos, ou quem possa vir a nos evocar na Lei Divina da Luz.
Se quiserem nos humanizar, tenham nós como as guerreiras, como as mulheres de frente que
sempre se destacaram e lutaram por seus ideais, tenham a certeza de que estivemos a ampará-las,
apenas para ativar seus sentidos e protegê-las para que pudessem realizar suas missões,
única e exclusiva de desabrochar e chamar atenção de mulheres que já haviam se esquecido do
 que existe dentro de cada uma, seus sonhos e ideais, já as mulheres de vida fácil como dizem
parecermos, essas sim são carentes de amor próprio, movidas por falsas ilusões e falsos amores,
esse motivo maior de sermos procuradas e tão mais perto da realidade presente hoje entre vocês
humanos.
Porque citar essas duas classes de mulheres que por tempo viraram uma e que são de um
magnetismo contrário?
Porque são guerreira em descobrir sua própria natureza e não de querer descobrir a do próximo,
são felizes com o que tem e o que são e isso se chama amor próprio.
Quando citamos as que vocês classificam de mulheres da vida fácil, é porque buscam
incansavelmente por um amor fora de si. E o que buscamos, é fazer com que vocês possam
enxergar que o amor não se busca em outros corpos, não se busca em grandes empregos ou em
grandes amizades, tudo se soma para fazer do amor próprio ainda mais belo e fortificado, mas não
 traz e nem cria ele, nunca poderão ter um grande amor, enquanto não aprenderem a se amar,
não serão bem sucedidos em grandes ou pequenos empregos enquanto não amarem o que fazem,
vivam a amar o que fazem, o que buscam e o que são, vivam intensamente e atrairão o próprio
magnetismo puro do amor até vocês e entenderão ou começarão a entender as mensagens
que nós Pomba Giras buscamos passar...
Para nos evocar basta perceber e buscar o amor que mora dentro de si e para perceber o
que sou e onde estou, basta olhar para as estrelas, verá sua luz e beleza, todo seu
encanto e delicadeza, mas perceberá que ao seu lado mora um grande escuro imponente,
basta observar uma rosa, seu cheiro, textura e encanto, mas não se esqueça, que se muito
 dela querer, desta linda flor se machucará com seu próprio espinho...
Salve tu moça!
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caminhos.
Hoje tenho um motivo especial para estar aqui.
Quero que você escreva um pouco sobre nós,
as Pomba Giras... tão mal interpretadas e sempre
tão requisitadas em trabalhos relacionados ao
amor...Ou falsos "amores".
Diariamente tentamos ajudar humanos que se
 dizem sem forças porque foram traídos, abandonados
e esgotados, que perderam seu amor, perderam
seu rumo e estímulo e se perdem em abismos
 por viverem em função de sentimentos egoístas
e vaidosos, quando o difícil é fazê-los perceber que
este falso amor nunca lhes pertenceu, e sim o
amor próprio que mora em cada um de nós,
esse sim soma com outros amores, o que nos
dá a sensação de termos encontrado um grande
 e único amor, o que realmente são, tão individuais
 como cada ser e sua natureza.
Nós, Pomba Giras, somos o verdadeiro e puro
estímulo, onde atuamos na capacidade da
mulher se auto sustentar, se auto afirmar em suas forças e belezas, estimulamos todos os sentidos
obscuros que existe dentro de uma mulher e de um homem para que eles possam seguir suas
caminhadas em busca de sonhos e ideais, ou pensas que só vocês mulheres precisam de estímulos?
Estimulamos todos os sentidos que façam com que humanos enxerguem e coloquem em práticas
todas as virtudes existentes em sua natureza.
Por muito tempo fomos comparadas com mulheres de vida fácil, liberais, quando o incômodo
está em nosso magnetismo de encantar, de conquistar e estimular todos os sentidos da vida,
com uma gargalhada, com uma dança, com uma lição de amor... Mas não se encantes
com tantos encantos. Sabemos e somos donas do sentido estimulador e podemos paralizá-lo
 quan assim for necessário e de belas e encantadoras mulheres, passamos a valentes
guerreiras e guardiãs de nossos protegidos, ou quem possa vir a nos evocar na Lei Divina da Luz.
Se quiserem nos humanizar, tenham nós como as guerreiras, como as mulheres de frente que
sempre se destacaram e lutaram por seus ideais, tenham a certeza de que estivemos a ampará-las,
apenas para ativar seus sentidos e protegê-las para que pudessem realizar suas missões,
única e exclusiva de desabrochar e chamar atenção de mulheres que já haviam se esquecido do
 que existe dentro de cada uma, seus sonhos e ideais, já as mulheres de vida fácil como dizem
parecermos, essas sim são carentes de amor próprio, movidas por falsas ilusões e falsos amores,
esse motivo maior de sermos procuradas e tão mais perto da realidade presente hoje entre vocês
humanos.
Porque citar essas duas classes de mulheres que por tempo viraram uma e que são de um
magnetismo contrário?
Porque são guerreira em descobrir sua própria natureza e não de querer descobrir a do próximo,
são felizes com o que tem e o que são e isso se chama amor próprio.
Quando citamos as que vocês classificam de mulheres da vida fácil, é porque buscam
incansavelmente por um amor fora de si. E o que buscamos, é fazer com que vocês possam
enxergar que o amor não se busca em outros corpos, não se busca em grandes empregos ou em
grandes amizades, tudo se soma para fazer do amor próprio ainda mais belo e fortificado, mas não
 traz e nem cria ele, nunca poderão ter um grande amor, enquanto não aprenderem a se amar,
não serão bem sucedidos em grandes ou pequenos empregos enquanto não amarem o que fazem,
vivam a amar o que fazem, o que buscam e o que são, vivam intensamente e atrairão o próprio
magnetismo puro do amor até vocês e entenderão ou começarão a entender as mensagens
que nós Pomba Giras buscamos passar...
Para nos evocar basta perceber e buscar o amor que mora dentro de si e para perceber o
que sou e onde estou, basta olhar para as estrelas, verá sua luz e beleza, todo seu
encanto e delicadeza, mas perceberá que ao seu lado mora um grande escuro imponente,
basta observar uma rosa, seu cheiro, textura e encanto, mas não se esqueça, que se muito
 dela querer, desta linda flor se machucará com seu próprio espinho...
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Hoje tenho um motivo especial para estar aqui.
Quero que você escreva um pouco sobre nós,
as Pomba Giras... tão mal interpretadas e sempre
tão requisitadas em trabalhos relacionados ao
amor...Ou falsos "amores".
Diariamente tentamos ajudar humanos que se
 dizem sem forças porque foram traídos, abandonados
e esgotados, que perderam seu amor, perderam
seu rumo e estímulo e se perdem em abismos
 por viverem em função de sentimentos egoístas
e vaidosos, quando o difícil é fazê-los perceber que
este falso amor nunca lhes pertenceu, e sim o
amor próprio que mora em cada um de nós,
esse sim soma com outros amores, o que nos
dá a sensação de termos encontrado um grande
 e único amor, o que realmente são, tão individuais
 como cada ser e sua natureza.
Nós, Pomba Giras, somos o verdadeiro e puro
estímulo, onde atuamos na capacidade da
mulher se auto sustentar, se auto afirmar em suas forças e belezas, estimulamos todos os sentidos
obscuros que existe dentro de uma mulher e de um homem para que eles possam seguir suas
caminhadas em busca de sonhos e ideais, ou pensas que só vocês mulheres precisam de estímulos?
Estimulamos todos os sentidos que façam com que humanos enxerguem e coloquem em práticas
todas as virtudes existentes em sua natureza.
Por muito tempo fomos comparadas com mulheres de vida fácil, liberais, quando o incômodo
está em nosso magnetismo de encantar, de conquistar e estimular todos os sentidos da vida,
com uma gargalhada, com uma dança, com uma lição de amor... Mas não se encantes
com tantos encantos. Sabemos e somos donas do sentido estimulador e podemos paralizá-lo
 quan assim for necessário e de belas e encantadoras mulheres, passamos a valentes
guerreiras e guardiãs de nossos protegidos, ou quem possa vir a nos evocar na Lei Divina da Luz.
Se quiserem nos humanizar, tenham nós como as guerreiras, como as mulheres de frente que
sempre se destacaram e lutaram por seus ideais, tenham a certeza de que estivemos a ampará-las,
apenas para ativar seus sentidos e protegê-las para que pudessem realizar suas missões,
única e exclusiva de desabrochar e chamar atenção de mulheres que já haviam se esquecido do
 que existe dentro de cada uma, seus sonhos e ideais, já as mulheres de vida fácil como dizem
parecermos, essas sim são carentes de amor próprio, movidas por falsas ilusões e falsos amores,
esse motivo maior de sermos procuradas e tão mais perto da realidade presente hoje entre vocês
humanos.
Porque citar essas duas classes de mulheres que por tempo viraram uma e que são de um
magnetismo contrário?
Porque são guerreira em descobrir sua própria natureza e não de querer descobrir a do próximo,
são felizes com o que tem e o que são e isso se chama amor próprio.
Quando citamos as que vocês classificam de mulheres da vida fácil, é porque buscam
incansavelmente por um amor fora de si. E o que buscamos, é fazer com que vocês possam
enxergar que o amor não se busca em outros corpos, não se busca em grandes empregos ou em
grandes amizades, tudo se soma para fazer do amor próprio ainda mais belo e fortificado, mas não
 traz e nem cria ele, nunca poderão ter um grande amor, enquanto não aprenderem a se amar,
não serão bem sucedidos em grandes ou pequenos empregos enquanto não amarem o que fazem,
vivam a amar o que fazem, o que buscam e o que são, vivam intensamente e atrairão o próprio
magnetismo puro do amor até vocês e entenderão ou começarão a entender as mensagens
que nós Pomba Giras buscamos passar...
Para nos evocar basta perceber e buscar o amor que mora dentro de si e para perceber o
que sou e onde estou, basta olhar para as estrelas, verá sua luz e beleza, todo seu
encanto e delicadeza, mas perceberá que ao seu lado mora um grande escuro imponente,
basta observar uma rosa, seu cheiro, textura e encanto, mas não se esqueça, que se muito
 dela querer, desta linda flor se machucará com seu próprio espinho...
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