Sábado, 8 de Outubro de 2011

Que tolice a minha pedir desculpas a Oxalá


Que tolice a minha pedir desculpas a Oxalá

Desculpe Oxalá mas não fui o que o senhor queria, caminhei e pequei muito por onde andei, mas desculpe assim mesmo, desculpe os erros que produzi com meus atos incertos, com minha vida errante.
Ouvi tantos pedidos e não olhei pra trás, sim dei as costas a todos e todos se voltaram também pra mim, tentei algumas vezes rezar, mas foram poucas vezes, pois o tempo era curto e acho que tinha o que fazer, mas fazer o que, pois a vida já me dera tudo, mas ainda não compreendia, fiz tudo errado, e assim vivi esta vida, joguei o lixo que não mais queria no rio e inundou os mais pobres, escolhi na feira as frutas mais doces e deixei as amargas para quem tinha mais fome que eu, já tinha a minha casa, mas derrubei as madeiras que formavam a dos humildes, um dia joguei fora o resto da comida que sobrará e vi pessoas debruçadas em minha lata de lixo, corria com meu carro jogando água da chuva em cima daqueles que já estavam molhados, precisei ser socorrido a um hospital público e nele via a falta dos medicamentos para me salvarem, dei esmolas nas ruas, mas roubava o dinheiro no imposto que lhes servia, fiz de tudo um pouco de cada erro uma consequência, produzi o infortúnio, e a cada dor pela fome eu participei um pouco, agora estou aqui pedindo desculpas ao senhor, mas que tolice a minha deveria pedir desculpas a todos que magoei.

Em cada prato de comida peço perdão pela fome
Em cada falta de cobertor peço um pouco de calor
Em cada falta de remédio, peço a cura
Em cada choro de criança peço pelo sorriso
Em cada família desunida peço o amor

Em cada sofrimento peço suas mãos meu pai para tocar na ferida e trazer de volta a paz a esta humanidade que ainda acredita no senhor.


Que a Divina Luz esteja entre nós
Autor Emidio de Ogum
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

Velas pra que vou acender uma vela?


A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?

A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser.
A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem
imantar a raiva.

Que vela vou acender?
Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade

Como vou acender?
Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.

Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho

Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo
Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer
Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais
Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho.
Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo

Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam
Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós
Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus
Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário
Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo
Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração
Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo
Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar

E a mais importante:

Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.

Que a Divina Luz esteja entre nós
Autor Emidio de Ogum
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Velas pra que vou acender uma vela?


A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?

A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser.
A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem
imantar a raiva.

Que vela vou acender?
Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade

Como vou acender?
Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.

Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho

Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo
Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer
Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais
Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho.
Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo

Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam
Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós
Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus
Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário
Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo
Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração
Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo
Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar

E a mais importante:

Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.

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A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?

A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser.
A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem
imantar a raiva.

Que vela vou acender?
Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade

Como vou acender?
Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.

Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho

Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo
Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer
Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais
Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho.
Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo

Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam
Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós
Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus
Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário
Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo
Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração
Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo
Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar

E a mais importante:

Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.

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A vela é só um pavio com cera em volta, mas será que é somente isto?

A vela do barco é aquela que abana o vento, dirige os seres quando e como quiser.
A vela de cera guia os pedidos do bem, imantados pela coração, mas também podem
imantar a raiva.

Que vela vou acender?
Acenderei primeiro a vela do amor, aquela que queima somente o orgulho e a falta de humanidade

Como vou acender?
Com minha fé, com meus atos de bondade e principalmente com o amor ao próximo.

Vamos agora viajar com minha imaginação, ou talvez com a imaginação daquele Preto Velho

Vela linda com luz formoso fazei da sua chama meu acanto e traga paz ao mundo
Vela que se acende e busca no ar sua maior fonte de prazer, atinge o céu nos pedidos que vou fazer
Traz o amor ao coração daquele que peca demais, traz o filho marinheiro daquela mãe que chora no cais
Traz de volta o pai ao final de cada dia de trabalho.
Não apague nunca pois as trevas nos da medo, e a escuridão não nos deixará enxergar o próximo

Vela azul da mamãe do mares bravios e calmos quando se respeitam
Vela marrom da justiça do senhor das pedreiras, que tanto espera por nós
Vela vermelha do justiceiro e caminheiro de Jesus
Vela verde das verdes matas do guerreiro solitário
Vela roxa da cura das enfermidades e da pipoca nas vestes do Santo
Vela amarela do ouro da mamãe que de ouro também veste seu coração
Vela branca do Pai do Filho e do Espirito Santo
Vela preta daqueles que procuram a luz, e ofertando também a luz fazem seu caminhar

E a mais importante:

Vela do amor, aquela que esta acesa em cima de sua cabeça, ofertando a sua bondade, sua base são seus pés no chão sagrado do sacerdócio, vela que muitas vezes quase se apaga pelo sopro dos inimigos, mas a cada oração retornam as luzes acesas novamente pelo Pai Oxalá.

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E assim nasceu o Candomblé

OXUM A RAINHA DO CANDOMBLÉ

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Oxum é conhecida como a mãe do candomblé, pois segundo uma lenda ela que inventou o culto:






ASSIM NASCEU O CANDOMBLÉ


No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás, e o Aiê, a Terra dos humanos.
Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas.
O céu imaculado do Orixá fora conspurcado.
O branco imaculado de Obatalá se perdera.
Oxalá foi reclamar a Olorum.
Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra.
Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram.
Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados.
Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra.
Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos.
Foi a condição imposta por Olodumare.
Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.

Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão.
De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás.
Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos.
Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.

O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés.
O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais.
Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.

Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê.
Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara.
As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses.
Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas.
Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs.
Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.

E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam.
Os orixás podiam de novo conviver com os mortais.
Os orixás estavam felizes.
Na roda das feitas, no corpo das iaôs,

eles dançavam e dançavam e dançavam.

Estava inventado o candomblé.

Que Oxalá nos abençoe sempre


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OXUM A RAINHA DO CANDOMBLÉ

Olá irmãos


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Oxum é conhecida como a mãe do candomblé, pois segundo uma lenda ela que inventou o culto:






ASSIM NASCEU O CANDOMBLÉ


No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás, e o Aiê, a Terra dos humanos.
Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas.
O céu imaculado do Orixá fora conspurcado.
O branco imaculado de Obatalá se perdera.
Oxalá foi reclamar a Olorum.
Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra.
Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram.
Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados.
Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra.
Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos.
Foi a condição imposta por Olodumare.
Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.

Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão.
De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás.
Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos.
Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.

O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés.
O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais.
Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.

Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê.
Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara.
As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses.
Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas.
Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs.
Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.

E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam.
Os orixás podiam de novo conviver com os mortais.
Os orixás estavam felizes.
Na roda das feitas, no corpo das iaôs,

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Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
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O céu imaculado do Orixá fora conspurcado.
O branco imaculado de Obatalá se perdera.
Oxalá foi reclamar a Olorum.
Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra.
Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram.
Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados.
Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra.
Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos.
Foi a condição imposta por Olodumare.
Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.

Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão.
De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás.
Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos.
Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.

O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés.
O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais.
Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.

Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê.
Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara.
As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses.
Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas.
Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs.
Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.

E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam.
Os orixás podiam de novo conviver com os mortais.
Os orixás estavam felizes.
Na roda das feitas, no corpo das iaôs,

eles dançavam e dançavam e dançavam.

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Oxum é conhecida como a mãe do candomblé, pois segundo uma lenda ela que inventou o culto:






ASSIM NASCEU O CANDOMBLÉ


No começo não havia separação entre o Orum, o Céu dos orixás, e o Aiê, a Terra dos humanos.
Homens e divindades iam e vinham, coabitando e dividindo vidas e aventuras.
Conta-se que, quando o Orum fazia limite com o Aiê, um ser humano tocou o Orum com as mãos sujas.
O céu imaculado do Orixá fora conspurcado.
O branco imaculado de Obatalá se perdera.
Oxalá foi reclamar a Olorum.
Olorum, Senhor do Céu, Deus Supremo, irado com a sujeira, o desperdício e a displicência dos mortais, soprou enfurecido seu sopro divino e separou para sempre o Céu da Terra.
Assim, o Orum separou-se do mundo dos homens e nenhum homem poderia ir ao Orum e retornar de lá com vida. E os orixás também não podiam vir à Terra com seus corpos. Agora havia o mundo dos homens e o dos orixás, separados. Isoladas dos humanos habitantes do Aiê, as divindades entristeceram.
Os orixás tinham saudades de suas peripécias entre os humanos e andavam tristes e amuados.
Foram queixar-se com Olodumare, que acabou consentindo que os orixás pudessem vez por outra retornar à Terra.
Para isso, entretanto, teriam que tomar o corpo material de seus devotos.
Foi a condição imposta por Olodumare.
Oxum, que antes gostava de vir à Terra brincar com as mulheres, dividindo com elas sua formosura e vaidade, ensinando-lhes feitiços de adorável sedução e irresistível encanto, recebeu de Olorum um novo encargo: preparar os mortais para receberem em seus corpos os orixás.

Oxum fez oferendas a Exu para propiciar sua delicada missão.
De seu sucesso dependia a alegria dos seus irmãos e amigos orixás.
Veio ao Aiê e juntou as mulheres à sua volta, banhou seus corpos com ervas preciosas, cortou seus cabelos, raspou suas cabeças, pintou seus corpos.
Pintou suas cabeças com pintinhas brancas, como as pintas das penas da conquém, como as penas da galinha-d’angola. Vestiu-as com belíssimos panos e fartos laços, enfeitou-as com jóias e coroas.

O ori, a cabeça, ela adornou ainda com a pena ecodidé, pluma vermelha, rara e misteriosa do papagaio-da-costa. Nas mãos as fez levar abebés, espadas, cetros, e nos pulsos, dúzias de dourados indés.
O colo cobriu com voltas e voltas de coloridas contas e múltiplas fieiras de búzios, cerâmicas e corais.
Na cabeça pôs um cone feito de manteiga de ori, finas ervas e obi mascado, com todo condimento de que gostam os orixás.

Esse oxo atrairia o orixá ao ori da iniciada e o orixá não tinha como se enganar em seu retorno ao Aiê.
Finalmente as pequenas esposas estavam feitas, estavam prontas, e estavam odara.
As iaôs eram as noivas mais bonitas que a vaidade de Oxum conseguia imaginar. Estavam prontas para os deuses.
Os orixás agora tinham seus cavalos, podiam retornar com segurança ao Aiê, podiam cavalgar o corpo das devotas.
Os humanos faziam oferendas aos orixás, convidando-os à Terra, aos corpos das iaôs.
Então os orixás vinham e tomavam seus cavalos.

E, enquanto os homens tocavam seus tambores, vibrando os batás e agogôs, soando os xequerês e adjás, enquanto os homens cantavam e davam vivas e aplaudiam, convidando todos os humanos iniciados para a roda do xirê, os orixás dançavam e dançavam e dançavam.
Os orixás podiam de novo conviver com os mortais.
Os orixás estavam felizes.
Na roda das feitas, no corpo das iaôs,

eles dançavam e dançavam e dançavam.

Estava inventado o candomblé.

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Terça-feira, 4 de Outubro de 2011

Nossa Senhora e Mamãe Oxum



Irmãos estamos no mês de comemorar o dia de Nossa Senhora, para os espíritas é Mamãe Oxum, foi sincretizada a Nossa Senhora Aparecida (para uns e Nossa Senhora da Glória para outros). A pequena imagem da santa foi retirada do rio Paraíba por pescadores da região em 1717.  No início, a imagem de Nossa Senhora foi levada para casa de um dos pescadores conhecido por Filipe Cardoso. Em 1737 foi construída uma pequena capela nas margens do rio e cultuada por moradores da região. Em 1745 foi construída uma pequena igreja e em 1888, construíram uma nova igreja, que ficou conhecida como basílica velha e em 1980, foi inaugurada a atual basílica.
N. S. AparecidaOxum é Orixá que domina as mulheres de modo geral. É conhecida como Orixá da fertilidade, do amor e também a protetora das gestantes como Iemanjá.
Oxum tem grande atuação sobre as mulheres solteiras. Embora isso não seja uma regra, é ela quem protege a juventude. Oxum domina as cachoeiras e chefia uma das falanges da linha de Iemanjá, conhecida como a falange das sereias. Oxum consolida nos filhos da Umbanda a força da mediunidade, fortificando-a nos banhos de cachoeira.
Oxum representa a beleza e a pureza. Ela é evocada nos templos de Umbanda para limpeza fluídica das pessoas e do ambiente dos nossos templos. Por representar a moral e o modelo de mãe, ela é respeitadíssima nos templos de Umbanda.
Oxum representa a fertilidade, é a ela quem recorrem as mulheres que desejam engravidar, sendo também como Iemanjá responsável pela gestação e pelos recém nascidos. A Oxum recorrem todos que se sentem angustiados, desprezados e estéreis.
A atuação de Oxum nos trabalhos de Umbanda indica alguém extremamente caridoso, capaz de sacrifícios no lugar do próximo. Nos processos de descarga das pessoas que procuram nossos templos em busca de ajuda, é Oxum quem normalmente é evocada para efetuar inicialmente a limpeza fluídica. Oxum ajudará qualquer pessoa, independente dos sentimentos que alimenta, ela descarregará as pessoas através das sereias, seres elementais das águas manipulados pelo plano espiritual enviadas ao nosso plano físico.
Orixá OxumNas obrigações a Oxum são usadas rosas brancas sem os espinhos, velas de cor azul escuro e água pura. Deturpadores e chefes de terreiro mal preparados costumam levar suas correntes até as cachoeiras e lá depositam enorme quantidade de lixo e matanças, que em nada ajudarão essas pessoas que estão maculando um santuário consagrado a Oxum e a Xangô. Alguns levam bebidas como o champanhe, licor de cereja e outras bebidas, deixando lá as garrafas e as velas derretendo nas pedras, deixando imundo o local.
Oxum é o exemplo de mãe que nunca desampara seus filhos. Tenha fé em Oxum, aumente sua devoção por ela, faça como os caboclos, os pretos velhos, crianças e protetores da Umbanda: respeite-a sempre.
Devido a sua característica de aliviar o sofrimento das pessoas que comparecem aos terreiros, conquistou o respeito e a confiança de todos os seguidores da Umbanda, sendo conhecida como uma das rainhas da Umbanda Sagrada.
Oxum é respeitadíssima nos templos de Umbanda.
  • Cor ..................... Azul escuro
  • Domínios .............. As cachoeiras
  • Atuação ............... Fertilidade e maternidade
  • Saudação ............. Ai, iê, iê, Mamãe Oxum
  • Elemento ............. Água



Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
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