Sábado, 24 de Setembro de 2011

Querubins os anjos sagrados


QUERUBINS

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos



Quando falamos em crianças espirituais nos remetemos aos Querubins, Anjos em forma de crianças a forma mais pura. Querubim (do Hebraico כרוב - "keruv" ou do plural כרובים - keruvim) é uma criatura sobrenatural, espiritual, mencionada várias vezes no Tanach (ou o Antigo Testamento), em livros apócrifos e em muitos escritos judaicos.

Em uma das interpretações, os querubins seriam anjos em segundo lugar na hierarquia celeste, logo abaixo dos Serafins.

Numa visão moderna, tendo uma origem em parte do Judaísmo, o querubim é um ser em forma de um bebê alado que estava sobre Propiciatório da Arca da Aliança, sendo este ponto de vista anacrônico em relação a estes seres, originada do Renascimento, já que, como bem relatou o historiador judeu Flávio Josefo, a representação dos querubins tinha sido esquecida já no século I d.C..

A origem do nome "querubim" (keruv em Hebraico) ainda é obscura. Alguns pesquisadores defendem que sua raiz está na palavra babilônica "karabu", significando "um ser abençoado, bendito". Outros defendem que sua origem está no nome do deus assírio "Kirabu", cuja representação é de um ser com aparência humana com corpo de um touro alado. A tradução hebraica mais próxima é Keruv (repolho), que enfatiza "invólucro" e "envolver", pois Deus se acomoda "no meio" dos querubins. Uma das poucas bases fundamentais e certas da aparência de um querubim que chegou a nós é que ele é um ser alado. Portanto, partindo deste ponto, podemos encontrar representações de animais ou seres híbridos com parte de animais que tem, sem dúvida, alguma relação com os querubins bíblicos. Na Assíria achava-se o Kirubu, expressão que designa um touro alado, achado em vários templos mesopotâmicos antigos.

Adicionalmente a este ser, encontra-se outro em forma de um leão alado (chamado “shedu” ou “lamassu”) que só não serviam como adorno nas paredes e portas dos templos, mas eram achados em pares (de leões ou touros alados), servindo também como guardas postos na entrada dos templos mesopotâmicos. É provável então a leitura do termo “keruvim araiot” (querubins-leões) como uma expressão hebraica relacionada a figura em forma de leão (shedu), ao contrário do querubim na forma de um touro (kerubu).
A literatura trata os querubins como anjos em forma de crianças, são anjos mais puros. Que respondem aos Serafins. Anjos com aparência idosa. Num paralelo vemos os querubins como nossas queridas crianças espirituais seres iluminados e puros que atendem ao comando dos Vovôs e Vovós, nossos pretos-velhos os Serafins.



Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:12
link | comentar | favorito

Querubins os anjos sagrados


QUERUBINS

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos



Quando falamos em crianças espirituais nos remetemos aos Querubins, Anjos em forma de crianças a forma mais pura. Querubim (do Hebraico כרוב - "keruv" ou do plural כרובים - keruvim) é uma criatura sobrenatural, espiritual, mencionada várias vezes no Tanach (ou o Antigo Testamento), em livros apócrifos e em muitos escritos judaicos.

Em uma das interpretações, os querubins seriam anjos em segundo lugar na hierarquia celeste, logo abaixo dos Serafins.

Numa visão moderna, tendo uma origem em parte do Judaísmo, o querubim é um ser em forma de um bebê alado que estava sobre Propiciatório da Arca da Aliança, sendo este ponto de vista anacrônico em relação a estes seres, originada do Renascimento, já que, como bem relatou o historiador judeu Flávio Josefo, a representação dos querubins tinha sido esquecida já no século I d.C..

A origem do nome "querubim" (keruv em Hebraico) ainda é obscura. Alguns pesquisadores defendem que sua raiz está na palavra babilônica "karabu", significando "um ser abençoado, bendito". Outros defendem que sua origem está no nome do deus assírio "Kirabu", cuja representação é de um ser com aparência humana com corpo de um touro alado. A tradução hebraica mais próxima é Keruv (repolho), que enfatiza "invólucro" e "envolver", pois Deus se acomoda "no meio" dos querubins. Uma das poucas bases fundamentais e certas da aparência de um querubim que chegou a nós é que ele é um ser alado. Portanto, partindo deste ponto, podemos encontrar representações de animais ou seres híbridos com parte de animais que tem, sem dúvida, alguma relação com os querubins bíblicos. Na Assíria achava-se o Kirubu, expressão que designa um touro alado, achado em vários templos mesopotâmicos antigos.

Adicionalmente a este ser, encontra-se outro em forma de um leão alado (chamado “shedu” ou “lamassu”) que só não serviam como adorno nas paredes e portas dos templos, mas eram achados em pares (de leões ou touros alados), servindo também como guardas postos na entrada dos templos mesopotâmicos. É provável então a leitura do termo “keruvim araiot” (querubins-leões) como uma expressão hebraica relacionada a figura em forma de leão (shedu), ao contrário do querubim na forma de um touro (kerubu).
A literatura trata os querubins como anjos em forma de crianças, são anjos mais puros. Que respondem aos Serafins. Anjos com aparência idosa. Num paralelo vemos os querubins como nossas queridas crianças espirituais seres iluminados e puros que atendem ao comando dos Vovôs e Vovós, nossos pretos-velhos os Serafins.



Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:12
link | comentar | favorito

Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:09
link | comentar | favorito

Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:09
link | comentar | favorito

Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:09
link | comentar | favorito

Eres Ibeji Cosme e Damião as crianças abençoadas


ORIXÁ IBEJI

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Neste mês de Setembro nós saudamos Ibeji, no sincretismo São Cosme e São Damião, na versão yorubá, Ìbejì ou Ìgbejì - é divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorùbá acreditam que era Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.
Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorùbá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de Ìbejì. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

O animal tradicionalmente associado a Ìbejì é o macaco colobo, um cercopiteco endêmico nas florestas da África subsariana. A espécie em questão é o colobus polykomos, ou "colobo real", que é acompanhado de uma grande mística entre os povos africanos. Eles possuem coloração preta, com detalhes brancos, e pelas manhãs eles ficam acordados em silêncio no alto das árvores, como se estivessem em oração ou contemplação, daí eles serem considerados por vários povos como mensageiros dos deuses, ou tendo a habilidade de escutar os deuses. A mãe colobo quando vai parir, afasta-se do bando e volta apenas no dia seguinte das profundezas da floresta trazendo seu filhote (que nasce totalmente branco) nas costas. O colobo é chamado em Yorùbá de edun oròòkun, e seus filhotes são considerados a reencarnação dos gêmeos que morrem, cujos espíritos são encontrados vagando na floresta e resgatado pelas mães colobos pelo seu comportamento peculiar.
Na África , as crianças representam a certeza da continuidade, por isso os pais consideram seus filhos sua maior riqueza.
A palavra Igbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coo-existem, respeitando o princípio básico da dualidade.

Contam os Itãs (conjunto de lendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os Igbejis são filhos paridos por Iansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. Doravante, os Igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.
Entre as divindades africanas, Igbeji é o que indica a contradição, os opostos que caminham juntos, a dualidade. Igbeji mostra que todas as coisas, em todas as circunstâncias, têm dois lados e que a justiça só pode ser feita se as duas medidas forem pesadas, se os dois lados forem ouvidos.
Na África, O Igbeji é indispensável em todos os cultos. Merece o mesmo respeito dispensado a qualquer Orixá, sendo cultuado no dia-a-dia. Igbeji não exige grandes coisas, seus pedidos são sempre modestos; o que espera como, todos os Orixás, é ser lembrado e cultuado. O poder de Igbeji jamais podem ser negligenciado, pois o que um orixá faz Igbeji pode desfazer, mas o que um Igbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.


Recomenda-se tratar os gêmeos de maneira sempre igual, compartilhando com muita equidade entre os dois tudo o que lhes for oferecido. Quando um deles morre com pouca idade o costume exige que uma estatueta representando o defunto seja esculpida e que a mãe a carregue sempre. Mais tarde o gêmeo sobrevivente ao chegar à idade adulta cuidará sempre de oferecer à efígie do irmão uma parte daquilo que ele come e bebe. Os gêmeos são, para os pais uma garantia de sorte e de fortuna.

Existe uma confusão latente entre Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade, confundindo até mesmo comoOrixá.
Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião.

Por serem gêmeos, são associados ao princípio da dualidade; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas, etc.
Seus filhos são pessoas com temperamento infantil, jovialmente inconseqüente; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram. Costumam ser brincalhonas, sorridentes, irrequietas, tudo enfim que se possa associar ao comportamento típico infantil. Muito dependentes nos relacionamentos amorosos e emocionais em geral, podem então revelar-se teimosamente obstinados e possessivos. Ao mesmo tempo, sua leveza perante a vida se revela no seu eterno rosto de criança e no seu modo ágil de se movimentar, sua dificuldade em permanecer muito tempo sentado, extravasando energia.

O Ere na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Ere é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Ere conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Ere” é mais influenciado por certos aspectos de sua personalidade, que pelo caráter rígido e convencional atribuído a seu orixá.
A palavra Eré vem do yorubá, iré, que significa "brincadeira, divertimento". Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Ere(não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente
 logo após o transe do orixá, ou seja, o Ere é o intermediário entre o iniciado e o orixá. Durante o ritual de iniciação, o Ere é de suma importância pois, é o Ere que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.


Que Oxalá nos abençoe sempre


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
RECOMENDE AQUI ESTE ARTIGO NO BOTÃO +1
publicado por espadadeogum às 08:09
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Os Jovens e a Mediunidade


O despertar da mediunidade, pode ocorrer em tenra idade, onde não é incomum a criança que seja feliz, e em família equilibrada, ter experiências visuais, ver amigos familiares espirituais, mesmo conversar com eles, ou ter lembranças vívidas da última encarnação, citando nomes, datas, até em outra língua que não a sua atual de origem.

Bem orientada, ela conseguirá lidar com isso,aos poucos percebendo que as outras crianças ao redor, não têm as mesmas interações, e a partir dos 7 anos geralmente isso se ameniza, podendo aflorar novamente na adolescência ou em qualquer momento da vida adulta.
Leia mais em Mais Informações


Outras crianças, porém, cuja mediunidade se manifesta cedo, podem estar em lares desequilibrados ou seus familiares pertencem a religiões radicais em relação a fenômenos espirituais, ou suas vivências podem não ser agradáveis, através de visões que causam medo,ou constantes adoecimentos.
Estas crianças, provavelmente não encontrarão amparo na medicina convencional, sentindo-se mais confortáveis com terapias complementares e vitalistas, como a Homeopatia, Acupuntura, Florais, Cromoterapia, Reiki e outras. Com certeza também serão muito aliviadas com passes, água fluidificada, e, além disso, seria conveniente acompanhá-las, se possível com a conjunta orientação dos pais quanto à necessidade de manter-se a firmeza e disciplina moral, para que a espiritualidade protetora possa atuar de forma mais abrangente.
Na verdade, todos deveriam ser orientados e cultivar uma vida espiritual, ter uma crença, uma compreensão além da matéria, pois facilitaria muito caso houvesse uma eclosão repentina da mediunidade. Muitos adolescentes passam por provações espirituais, como transtornos de humor, que se agravam com as oscilações hormonais, com picos descontrolados de alegria e tristeza, baixa auto-estima, orgulho, raiva, apatia, etc. Se as portas da sua mediunidade estão abertas, eles poderão ficar à mercê de entidades hipnotizadoras e vampirizadoras. Há poucos dias tivemos notícia em jornal, sobre Clínicas no Japão de recuperação de jovens viciados em Vídeo games. Os bons espíritos vêm informando que as colônias trevosas vem cada vez mais utilizando a inteligência como recurso para a produção de vídeo games cada vez mais violentos e deturpadores da verdade, das noções de Bem e Mal. Isto não é fanatismo, nem absolutamente se estende a todos os jogos, mas quem tem um jovem em casa, alucinado por dias diante de uma tela de computador, sem sair de casa, ver o sol, amigos, sem comer ou dormir direito, saberá do que estou me referindo.
Ações super-protetoras, até piedade e excesso de condescendência podem agravar o quadro, ao contrário de mais disciplina e bom senso.
Muitos jovens se perdem porque se tornam joguetes de verdadeiras gangues espirituais e ninguém percebe. Allan Kardec já avisava que somos muito mais influenciados pelo mundo espiritual do que possamos sequer imaginar.
Aqueles que tiveram uma formação moral e religiosa sólida estarão muito mais fortalecidos para compreender e combater em si estas tendências obsessivas, fruto por sua vez, de verdadeiras obsessões vindas de outros planos. E em outras ocasiões, os pais conseguem o discernimento para buscar ajuda espiritual, quando notarem que as atitudes do (a) filho (a) estão fugindo o controle.
Há também aqueles que conhecem sua mediunidade, estão conscientes dela e de quanto seria importante desenvolvê-la em prol da caridade ao próximo e resgate de suas próprias faltas passadas, mas, no entanto, porque não querem assumir compromissos, se acham jovens e com a vida pela frente, ou consideram-se já assoberbados pelo mundo material, alegam não ter condições ou tempo, para umas poucas horas semanais em um Centro Espírita , Terreiro de Umbanda, ou Igreja.
Podem sofrer muitos desacertos na vida e terminam em dizer que não são agraciados pela sorte. Sabemos que especialmente aqueles que têm de andar nas fileiras umbandistas, são dos mais solicitados e sofrem bastante quando decidem não seguir os chamados das Forças dos Orixás.
Mediunidade não é um castigo, nem faz ninguém especial ou diferenciado. Todos têm em menos ou maior grau, porém para alguns, seria conveniente desenvolvê-la na atual encarnação, para poder dar prosseguimento em sua caminhada, resgatar dívidas, corrigir erros e aperfeiçoar seu aprendizado, sua sensibilidade e seus sentimentos d’alma.
É preciso saber que mediunidade NÂO é espetáculo, não é show de manifestações, não é leitura de sorte, previsão de futuro, trabalhos encomendados, modificar o destino das pessoas, comandar o bem e o mal, ultrapassar o livre arbítrio de quem quer que seja.
A trajetória pessoal de um médium é constante e nunca termina. Sempre haverá necessidade de burilamento, de harmonia com os mentores e guias, muitas e muitas situações onde haverão testes, em muitos dos quais se fracassa e fica a lição dolorosa. Mas deve-se prosseguir sempre, com uma imperiosa necessidade de se despir do orgulho, egolatria, desejos.
Cada um aprende suas lições quanto a isso, chegando à conclusão que cada um tem o que precisa o que plantou e vibrou não necessariamente o que se deseja. Infelicidade e depressão hoje em dia é muito fruto disso. Excessiva oferta de coisas, sonhos e atitudes, os quais na sua maioria, não são atendidos, e logo já aparecem outros tantos. Se não estiver provido de Equilíbrio, Auto conhecimento e Objetivos é certo a instalação de depressões e outras prisões espirituais, que muitas vezes envolvem irmãos que certamente não querem que o Bem prevaleça.
Os médiuns que se deixam encantar por falsos espíritos elevados, vão vibrando cada vez mais baixo, acabando por afastar os espíritos de verdadeira Luz…
Não estamos fazendo apologia à fuga do jovem ao desenvolvimento da mediunidade. Pelo contrário, as palavras são fruto da necessidade de fazer um alerta, mostrando que tem de ser guerreiro, com coragem, desprendimento, sobretudo Fé e Compreensão que é o caminho da Caridade, da Paciência, do Estudo, do Burilamento e Conquista do Eu, que na verdade vai conduzir à verdadeira Felicidade e Bem Estar!
Quem já teve a experiência sabe que minutos de um verdadeiro contato com um espírito iluminado, bastam para manter acesa a Luz do Buscador sincero, e não depende da religião, embora estejamos falando quase o tempo todo de Umbanda, para estas experiências ocorrerão em qualquer crença, em qualquer lugar do Mundo.
Autor do texto Alex de Oxóssi


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 21:22
link | comentar | favorito

Os Jovens e a Mediunidade


O despertar da mediunidade, pode ocorrer em tenra idade, onde não é incomum a criança que seja feliz, e em família equilibrada, ter experiências visuais, ver amigos familiares espirituais, mesmo conversar com eles, ou ter lembranças vívidas da última encarnação, citando nomes, datas, até em outra língua que não a sua atual de origem.

Bem orientada, ela conseguirá lidar com isso,aos poucos percebendo que as outras crianças ao redor, não têm as mesmas interações, e a partir dos 7 anos geralmente isso se ameniza, podendo aflorar novamente na adolescência ou em qualquer momento da vida adulta.
Leia mais em Mais Informações


Outras crianças, porém, cuja mediunidade se manifesta cedo, podem estar em lares desequilibrados ou seus familiares pertencem a religiões radicais em relação a fenômenos espirituais, ou suas vivências podem não ser agradáveis, através de visões que causam medo,ou constantes adoecimentos.
Estas crianças, provavelmente não encontrarão amparo na medicina convencional, sentindo-se mais confortáveis com terapias complementares e vitalistas, como a Homeopatia, Acupuntura, Florais, Cromoterapia, Reiki e outras. Com certeza também serão muito aliviadas com passes, água fluidificada, e, além disso, seria conveniente acompanhá-las, se possível com a conjunta orientação dos pais quanto à necessidade de manter-se a firmeza e disciplina moral, para que a espiritualidade protetora possa atuar de forma mais abrangente.
Na verdade, todos deveriam ser orientados e cultivar uma vida espiritual, ter uma crença, uma compreensão além da matéria, pois facilitaria muito caso houvesse uma eclosão repentina da mediunidade. Muitos adolescentes passam por provações espirituais, como transtornos de humor, que se agravam com as oscilações hormonais, com picos descontrolados de alegria e tristeza, baixa auto-estima, orgulho, raiva, apatia, etc. Se as portas da sua mediunidade estão abertas, eles poderão ficar à mercê de entidades hipnotizadoras e vampirizadoras. Há poucos dias tivemos notícia em jornal, sobre Clínicas no Japão de recuperação de jovens viciados em Vídeo games. Os bons espíritos vêm informando que as colônias trevosas vem cada vez mais utilizando a inteligência como recurso para a produção de vídeo games cada vez mais violentos e deturpadores da verdade, das noções de Bem e Mal. Isto não é fanatismo, nem absolutamente se estende a todos os jogos, mas quem tem um jovem em casa, alucinado por dias diante de uma tela de computador, sem sair de casa, ver o sol, amigos, sem comer ou dormir direito, saberá do que estou me referindo.
Ações super-protetoras, até piedade e excesso de condescendência podem agravar o quadro, ao contrário de mais disciplina e bom senso.
Muitos jovens se perdem porque se tornam joguetes de verdadeiras gangues espirituais e ninguém percebe. Allan Kardec já avisava que somos muito mais influenciados pelo mundo espiritual do que possamos sequer imaginar.
Aqueles que tiveram uma formação moral e religiosa sólida estarão muito mais fortalecidos para compreender e combater em si estas tendências obsessivas, fruto por sua vez, de verdadeiras obsessões vindas de outros planos. E em outras ocasiões, os pais conseguem o discernimento para buscar ajuda espiritual, quando notarem que as atitudes do (a) filho (a) estão fugindo o controle.
Há também aqueles que conhecem sua mediunidade, estão conscientes dela e de quanto seria importante desenvolvê-la em prol da caridade ao próximo e resgate de suas próprias faltas passadas, mas, no entanto, porque não querem assumir compromissos, se acham jovens e com a vida pela frente, ou consideram-se já assoberbados pelo mundo material, alegam não ter condições ou tempo, para umas poucas horas semanais em um Centro Espírita , Terreiro de Umbanda, ou Igreja.
Podem sofrer muitos desacertos na vida e terminam em dizer que não são agraciados pela sorte. Sabemos que especialmente aqueles que têm de andar nas fileiras umbandistas, são dos mais solicitados e sofrem bastante quando decidem não seguir os chamados das Forças dos Orixás.
Mediunidade não é um castigo, nem faz ninguém especial ou diferenciado. Todos têm em menos ou maior grau, porém para alguns, seria conveniente desenvolvê-la na atual encarnação, para poder dar prosseguimento em sua caminhada, resgatar dívidas, corrigir erros e aperfeiçoar seu aprendizado, sua sensibilidade e seus sentimentos d’alma.
É preciso saber que mediunidade NÂO é espetáculo, não é show de manifestações, não é leitura de sorte, previsão de futuro, trabalhos encomendados, modificar o destino das pessoas, comandar o bem e o mal, ultrapassar o livre arbítrio de quem quer que seja.
A trajetória pessoal de um médium é constante e nunca termina. Sempre haverá necessidade de burilamento, de harmonia com os mentores e guias, muitas e muitas situações onde haverão testes, em muitos dos quais se fracassa e fica a lição dolorosa. Mas deve-se prosseguir sempre, com uma imperiosa necessidade de se despir do orgulho, egolatria, desejos.
Cada um aprende suas lições quanto a isso, chegando à conclusão que cada um tem o que precisa o que plantou e vibrou não necessariamente o que se deseja. Infelicidade e depressão hoje em dia é muito fruto disso. Excessiva oferta de coisas, sonhos e atitudes, os quais na sua maioria, não são atendidos, e logo já aparecem outros tantos. Se não estiver provido de Equilíbrio, Auto conhecimento e Objetivos é certo a instalação de depressões e outras prisões espirituais, que muitas vezes envolvem irmãos que certamente não querem que o Bem prevaleça.
Os médiuns que se deixam encantar por falsos espíritos elevados, vão vibrando cada vez mais baixo, acabando por afastar os espíritos de verdadeira Luz…
Não estamos fazendo apologia à fuga do jovem ao desenvolvimento da mediunidade. Pelo contrário, as palavras são fruto da necessidade de fazer um alerta, mostrando que tem de ser guerreiro, com coragem, desprendimento, sobretudo Fé e Compreensão que é o caminho da Caridade, da Paciência, do Estudo, do Burilamento e Conquista do Eu, que na verdade vai conduzir à verdadeira Felicidade e Bem Estar!
Quem já teve a experiência sabe que minutos de um verdadeiro contato com um espírito iluminado, bastam para manter acesa a Luz do Buscador sincero, e não depende da religião, embora estejamos falando quase o tempo todo de Umbanda, para estas experiências ocorrerão em qualquer crença, em qualquer lugar do Mundo.
Autor do texto Alex de Oxóssi


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 21:22
link | comentar | favorito

Os Jovens e a Mediunidade


O despertar da mediunidade, pode ocorrer em tenra idade, onde não é incomum a criança que seja feliz, e em família equilibrada, ter experiências visuais, ver amigos familiares espirituais, mesmo conversar com eles, ou ter lembranças vívidas da última encarnação, citando nomes, datas, até em outra língua que não a sua atual de origem.

Bem orientada, ela conseguirá lidar com isso,aos poucos percebendo que as outras crianças ao redor, não têm as mesmas interações, e a partir dos 7 anos geralmente isso se ameniza, podendo aflorar novamente na adolescência ou em qualquer momento da vida adulta.
Leia mais em Mais Informações


Outras crianças, porém, cuja mediunidade se manifesta cedo, podem estar em lares desequilibrados ou seus familiares pertencem a religiões radicais em relação a fenômenos espirituais, ou suas vivências podem não ser agradáveis, através de visões que causam medo,ou constantes adoecimentos.
Estas crianças, provavelmente não encontrarão amparo na medicina convencional, sentindo-se mais confortáveis com terapias complementares e vitalistas, como a Homeopatia, Acupuntura, Florais, Cromoterapia, Reiki e outras. Com certeza também serão muito aliviadas com passes, água fluidificada, e, além disso, seria conveniente acompanhá-las, se possível com a conjunta orientação dos pais quanto à necessidade de manter-se a firmeza e disciplina moral, para que a espiritualidade protetora possa atuar de forma mais abrangente.
Na verdade, todos deveriam ser orientados e cultivar uma vida espiritual, ter uma crença, uma compreensão além da matéria, pois facilitaria muito caso houvesse uma eclosão repentina da mediunidade. Muitos adolescentes passam por provações espirituais, como transtornos de humor, que se agravam com as oscilações hormonais, com picos descontrolados de alegria e tristeza, baixa auto-estima, orgulho, raiva, apatia, etc. Se as portas da sua mediunidade estão abertas, eles poderão ficar à mercê de entidades hipnotizadoras e vampirizadoras. Há poucos dias tivemos notícia em jornal, sobre Clínicas no Japão de recuperação de jovens viciados em Vídeo games. Os bons espíritos vêm informando que as colônias trevosas vem cada vez mais utilizando a inteligência como recurso para a produção de vídeo games cada vez mais violentos e deturpadores da verdade, das noções de Bem e Mal. Isto não é fanatismo, nem absolutamente se estende a todos os jogos, mas quem tem um jovem em casa, alucinado por dias diante de uma tela de computador, sem sair de casa, ver o sol, amigos, sem comer ou dormir direito, saberá do que estou me referindo.
Ações super-protetoras, até piedade e excesso de condescendência podem agravar o quadro, ao contrário de mais disciplina e bom senso.
Muitos jovens se perdem porque se tornam joguetes de verdadeiras gangues espirituais e ninguém percebe. Allan Kardec já avisava que somos muito mais influenciados pelo mundo espiritual do que possamos sequer imaginar.
Aqueles que tiveram uma formação moral e religiosa sólida estarão muito mais fortalecidos para compreender e combater em si estas tendências obsessivas, fruto por sua vez, de verdadeiras obsessões vindas de outros planos. E em outras ocasiões, os pais conseguem o discernimento para buscar ajuda espiritual, quando notarem que as atitudes do (a) filho (a) estão fugindo o controle.
Há também aqueles que conhecem sua mediunidade, estão conscientes dela e de quanto seria importante desenvolvê-la em prol da caridade ao próximo e resgate de suas próprias faltas passadas, mas, no entanto, porque não querem assumir compromissos, se acham jovens e com a vida pela frente, ou consideram-se já assoberbados pelo mundo material, alegam não ter condições ou tempo, para umas poucas horas semanais em um Centro Espírita , Terreiro de Umbanda, ou Igreja.
Podem sofrer muitos desacertos na vida e terminam em dizer que não são agraciados pela sorte. Sabemos que especialmente aqueles que têm de andar nas fileiras umbandistas, são dos mais solicitados e sofrem bastante quando decidem não seguir os chamados das Forças dos Orixás.
Mediunidade não é um castigo, nem faz ninguém especial ou diferenciado. Todos têm em menos ou maior grau, porém para alguns, seria conveniente desenvolvê-la na atual encarnação, para poder dar prosseguimento em sua caminhada, resgatar dívidas, corrigir erros e aperfeiçoar seu aprendizado, sua sensibilidade e seus sentimentos d’alma.
É preciso saber que mediunidade NÂO é espetáculo, não é show de manifestações, não é leitura de sorte, previsão de futuro, trabalhos encomendados, modificar o destino das pessoas, comandar o bem e o mal, ultrapassar o livre arbítrio de quem quer que seja.
A trajetória pessoal de um médium é constante e nunca termina. Sempre haverá necessidade de burilamento, de harmonia com os mentores e guias, muitas e muitas situações onde haverão testes, em muitos dos quais se fracassa e fica a lição dolorosa. Mas deve-se prosseguir sempre, com uma imperiosa necessidade de se despir do orgulho, egolatria, desejos.
Cada um aprende suas lições quanto a isso, chegando à conclusão que cada um tem o que precisa o que plantou e vibrou não necessariamente o que se deseja. Infelicidade e depressão hoje em dia é muito fruto disso. Excessiva oferta de coisas, sonhos e atitudes, os quais na sua maioria, não são atendidos, e logo já aparecem outros tantos. Se não estiver provido de Equilíbrio, Auto conhecimento e Objetivos é certo a instalação de depressões e outras prisões espirituais, que muitas vezes envolvem irmãos que certamente não querem que o Bem prevaleça.
Os médiuns que se deixam encantar por falsos espíritos elevados, vão vibrando cada vez mais baixo, acabando por afastar os espíritos de verdadeira Luz…
Não estamos fazendo apologia à fuga do jovem ao desenvolvimento da mediunidade. Pelo contrário, as palavras são fruto da necessidade de fazer um alerta, mostrando que tem de ser guerreiro, com coragem, desprendimento, sobretudo Fé e Compreensão que é o caminho da Caridade, da Paciência, do Estudo, do Burilamento e Conquista do Eu, que na verdade vai conduzir à verdadeira Felicidade e Bem Estar!
Quem já teve a experiência sabe que minutos de um verdadeiro contato com um espírito iluminado, bastam para manter acesa a Luz do Buscador sincero, e não depende da religião, embora estejamos falando quase o tempo todo de Umbanda, para estas experiências ocorrerão em qualquer crença, em qualquer lugar do Mundo.
Autor do texto Alex de Oxóssi


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 21:22
link | comentar | favorito

Os Jovens e a Mediunidade


O despertar da mediunidade, pode ocorrer em tenra idade, onde não é incomum a criança que seja feliz, e em família equilibrada, ter experiências visuais, ver amigos familiares espirituais, mesmo conversar com eles, ou ter lembranças vívidas da última encarnação, citando nomes, datas, até em outra língua que não a sua atual de origem.

Bem orientada, ela conseguirá lidar com isso,aos poucos percebendo que as outras crianças ao redor, não têm as mesmas interações, e a partir dos 7 anos geralmente isso se ameniza, podendo aflorar novamente na adolescência ou em qualquer momento da vida adulta.
Leia mais em Mais Informações


Outras crianças, porém, cuja mediunidade se manifesta cedo, podem estar em lares desequilibrados ou seus familiares pertencem a religiões radicais em relação a fenômenos espirituais, ou suas vivências podem não ser agradáveis, através de visões que causam medo,ou constantes adoecimentos.
Estas crianças, provavelmente não encontrarão amparo na medicina convencional, sentindo-se mais confortáveis com terapias complementares e vitalistas, como a Homeopatia, Acupuntura, Florais, Cromoterapia, Reiki e outras. Com certeza também serão muito aliviadas com passes, água fluidificada, e, além disso, seria conveniente acompanhá-las, se possível com a conjunta orientação dos pais quanto à necessidade de manter-se a firmeza e disciplina moral, para que a espiritualidade protetora possa atuar de forma mais abrangente.
Na verdade, todos deveriam ser orientados e cultivar uma vida espiritual, ter uma crença, uma compreensão além da matéria, pois facilitaria muito caso houvesse uma eclosão repentina da mediunidade. Muitos adolescentes passam por provações espirituais, como transtornos de humor, que se agravam com as oscilações hormonais, com picos descontrolados de alegria e tristeza, baixa auto-estima, orgulho, raiva, apatia, etc. Se as portas da sua mediunidade estão abertas, eles poderão ficar à mercê de entidades hipnotizadoras e vampirizadoras. Há poucos dias tivemos notícia em jornal, sobre Clínicas no Japão de recuperação de jovens viciados em Vídeo games. Os bons espíritos vêm informando que as colônias trevosas vem cada vez mais utilizando a inteligência como recurso para a produção de vídeo games cada vez mais violentos e deturpadores da verdade, das noções de Bem e Mal. Isto não é fanatismo, nem absolutamente se estende a todos os jogos, mas quem tem um jovem em casa, alucinado por dias diante de uma tela de computador, sem sair de casa, ver o sol, amigos, sem comer ou dormir direito, saberá do que estou me referindo.
Ações super-protetoras, até piedade e excesso de condescendência podem agravar o quadro, ao contrário de mais disciplina e bom senso.
Muitos jovens se perdem porque se tornam joguetes de verdadeiras gangues espirituais e ninguém percebe. Allan Kardec já avisava que somos muito mais influenciados pelo mundo espiritual do que possamos sequer imaginar.
Aqueles que tiveram uma formação moral e religiosa sólida estarão muito mais fortalecidos para compreender e combater em si estas tendências obsessivas, fruto por sua vez, de verdadeiras obsessões vindas de outros planos. E em outras ocasiões, os pais conseguem o discernimento para buscar ajuda espiritual, quando notarem que as atitudes do (a) filho (a) estão fugindo o controle.
Há também aqueles que conhecem sua mediunidade, estão conscientes dela e de quanto seria importante desenvolvê-la em prol da caridade ao próximo e resgate de suas próprias faltas passadas, mas, no entanto, porque não querem assumir compromissos, se acham jovens e com a vida pela frente, ou consideram-se já assoberbados pelo mundo material, alegam não ter condições ou tempo, para umas poucas horas semanais em um Centro Espírita , Terreiro de Umbanda, ou Igreja.
Podem sofrer muitos desacertos na vida e terminam em dizer que não são agraciados pela sorte. Sabemos que especialmente aqueles que têm de andar nas fileiras umbandistas, são dos mais solicitados e sofrem bastante quando decidem não seguir os chamados das Forças dos Orixás.
Mediunidade não é um castigo, nem faz ninguém especial ou diferenciado. Todos têm em menos ou maior grau, porém para alguns, seria conveniente desenvolvê-la na atual encarnação, para poder dar prosseguimento em sua caminhada, resgatar dívidas, corrigir erros e aperfeiçoar seu aprendizado, sua sensibilidade e seus sentimentos d’alma.
É preciso saber que mediunidade NÂO é espetáculo, não é show de manifestações, não é leitura de sorte, previsão de futuro, trabalhos encomendados, modificar o destino das pessoas, comandar o bem e o mal, ultrapassar o livre arbítrio de quem quer que seja.
A trajetória pessoal de um médium é constante e nunca termina. Sempre haverá necessidade de burilamento, de harmonia com os mentores e guias, muitas e muitas situações onde haverão testes, em muitos dos quais se fracassa e fica a lição dolorosa. Mas deve-se prosseguir sempre, com uma imperiosa necessidade de se despir do orgulho, egolatria, desejos.
Cada um aprende suas lições quanto a isso, chegando à conclusão que cada um tem o que precisa o que plantou e vibrou não necessariamente o que se deseja. Infelicidade e depressão hoje em dia é muito fruto disso. Excessiva oferta de coisas, sonhos e atitudes, os quais na sua maioria, não são atendidos, e logo já aparecem outros tantos. Se não estiver provido de Equilíbrio, Auto conhecimento e Objetivos é certo a instalação de depressões e outras prisões espirituais, que muitas vezes envolvem irmãos que certamente não querem que o Bem prevaleça.
Os médiuns que se deixam encantar por falsos espíritos elevados, vão vibrando cada vez mais baixo, acabando por afastar os espíritos de verdadeira Luz…
Não estamos fazendo apologia à fuga do jovem ao desenvolvimento da mediunidade. Pelo contrário, as palavras são fruto da necessidade de fazer um alerta, mostrando que tem de ser guerreiro, com coragem, desprendimento, sobretudo Fé e Compreensão que é o caminho da Caridade, da Paciência, do Estudo, do Burilamento e Conquista do Eu, que na verdade vai conduzir à verdadeira Felicidade e Bem Estar!
Quem já teve a experiência sabe que minutos de um verdadeiro contato com um espírito iluminado, bastam para manter acesa a Luz do Buscador sincero, e não depende da religião, embora estejamos falando quase o tempo todo de Umbanda, para estas experiências ocorrerão em qualquer crença, em qualquer lugar do Mundo.
Autor do texto Alex de Oxóssi


Que a Divina Luz esteja entre nós
Emidio de Ogum
http://espadadeogum.blogspot.com
publicado por espadadeogum às 21:22
link | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Dezembro 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


.posts recentes

. Anjos da Umbanda

. Anjos da Umbanda

. Anjos da Umbanda

. Anjos da Umbanda

. Cosme e Damião as Criança...

. Cosme e Damião as Criança...

. Cosme e Damião as Criança...

. Cosme e Damião as Criança...

. Querubins os anjos sagrad...

. Querubins os anjos sagrad...

.arquivos

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub